21/09/2017

Que a mídia não vos engane facilmente

Que Deus nos dê a devida sabedoria para sabermos lidar com estas inverdades que são todos os dias empurradas goela abaixo pela agenda globalista de hoje em dia.

Esta semana, o bafafá se deu, em face de uma decisão da justiça federal aqui de Brasília que teria liberado a “cura gay”, por entender que a homossexualidade é uma doença. Isso foi noticiado à exaustão e replicado aos montes nas redes sociais. E para piorar a coisa, para variar, atribuíram a coisa aos “fundamentalistas evangélicos”, que teriam movido a ação.
Ora, nada mais mentirosa e falaciosa do que a mídia neste caso e creio que os irmãos devem tomar conhecimento do que, de fato, ocorreu.
O Conselho Federal de Psicologia baixou uma Resolução no. 001/99, que trata da forma como os psicólogos devem abordar a questão da orientação sexual. O seu artigo 3o diz que os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.
Além disso, os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades. Ela continua VÁLIDA.
A decisão do magistrado permitiu apenas que os indivíduos egodistônicos possam procurar psicólogos a fim de receberem apoio psicológico na questão. Egodistônico, em psicologia, é o oposto de egossintônico e refere-sea pensamentos e comportamentos (por exemplo, sonhos, impulsos, compulsões, desejos, etc.) que estão em conflito, ou dissonantes, com as necessidades e objetivos do ego, ou, ainda, em conflito com a autoimagem ideal de uma pessoa.
Daí, dizer que o juiz considerou a homossexualidade uma DOENÇA, PATOLOGIA, como vi se falando na mídia é uma TOTAL MENTIRA.
Por outro lado, o termo “CURA GAY” é totalmente inapropriado, como popularizou-se na internet e na mídia, penso que até para ridicularizar o projeto. Cura pressupõe necessariamente uma doença e desde o início da década de 70, a homossexualidade não é mais colocada como tal na CID. Por outro lado, independente disso, mantem-se uma questão: Um psicólogo deve tratar um homossexual que manifeste a sua vontade de não ter tal condição? Tal orientação é, de fato, imutável?
Daí, dizer que o juiz considerou a homossexualidade uma DOENÇA, PATOLOGIA, como vi se falando na mídia é uma TOTAL MENTIRA.
Por outro lado, o termo “CURA GAY” é totalmente inapropriado, como popularizou-se na internet e na mídia, penso que até para ridicularizar o projeto. Cura pressupõe necessariamente uma doença e desde o início da década de 70, a homossexualidade não é mais colocada como tal na CID. Por outro lado, independente disso, mantem-se uma questão: Um psicólogo deve tratar um homossexual que manifeste a sua vontade de não ter tal condição? Tal orientação é, de fato, imutável?
Por Leandro Bueno
Fonte GospelPrime
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Anselmo Melo
Anselmo Melo, Carioca, casado e pai de três filhos (herança do Senhor). Pastor Evangélico e empresário. Moro atualmente no Estado de São Paulo onde pastoreio a Igreja de Nova Vida em Limeira. Sou fundador e presidente da Associação Projeto Resgate Vida.

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Anselmo Melo, Carioca, casado e pai de três filhos (herança do Senhor). Pastor Evangélico e empresário. Presidente do COPEL, Conselho de Pastores Evangélicos de Limeira. Moro atualmente no Estado de São Paulo onde pastoreio a Igreja de Nova Vida em Limeira. Fundador e Presidente da Associação Projeto Resgate Vida.
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