11/07/2017

Você está dando chance de sucesso ao seu relacionamento? Aqui estão 10 maneiras de avaliar

  • Pesquisas mostram que nossas expectativas, às vezes irreais, podem destruir um relacionamento que tem tudo para dar certo.

  • Segundo os estudiosos da psique humana, existe uma visão dentro das relações humanas chamada de Teoria Cognitiva da Depressão, que explica algumas maneiras em que a felicidade humana é afetada a partir das percepções pessoais tanto de si quanto de outros.

  • De acordo com a psicóloga Rita Ryan, da Universidade da Pensilvânia, que em um estudo sobre as crenças e transtornos de personalidade usou a escala "Warpy Thoughts" (Escala de Pensamentos Disfuncionais de Parslow e outros autores), as pessoas com pensamentos disfuncionais são mais propensas a valorizar crenças comuns que beiram à insanidade, como as das pessoas com transtorno de personalidade limítrofe.
  • O que tudo isso quer dizer? Em uma linguagem simples, é como se as pessoas que têm pensamentos que não ajudam a si mesmas, (disfuncionais) como por exemplo, serem perfeccionistas, exigir muito de si mesmas ou dos outros, se sentirem sempre culpadas ou terem expectativas irreais em um relacionamento - como de ser abandonada - produzem um medo que pode fazê-las agir como se tivessem algum tipo de insanidade mental - o que certamente afeta negativamente seus relacionamentos.
  • Expectativas irreais

  • Uma das expectativas irreais e amplamente alimentadas na maioria das culturas, segundo os autores, é a do "Felizes para Sempre". Essa crença embora tenha um fundo bom - é melhor ser otimista que pessimista ao entrar no casamento, pode dificultar os ajustes normais de um casal e, em última instância, causar um descontentamento e frustração que levam ao fim da relação. Outra comum é que o meu parceiro deve me fazer feliz. O que jamais irá acontecer. Temos que ser felizes e então compartilhar a felicidade com nosso par. Ainda segundo Rita Ryan, se você tem um vazio interno como por exemplo carência de amor materno, pode começar a exigir que seu par preencha esta necessidade, o que é difícil e às vezes impossível para um parceiro, por melhor que ele seja.
    • Avalie seu grau de disfuncionalidade

    • Se você deseja uma autoavaliação, aqui estão os 10 pontos da escala de pensamentos disfuncionais de Parslow, que você pode responder numa escala de 1 a 5, onde 1 quer dizer "discordo totalmente" e 5 "concordo totalmente":
      1. Se outras pessoas me criticam, não sou uma pessoa que valha a pena.
      2. A aprovação das outras pessoas é muito importante para mim.
      3. Eu posso fazer com que todos gostem de mim, basta eu me esforçar.
      4. Eu acho impossível ir contra os desejos de outras pessoas.
      5. A menos que consiga um elogio constante, sinto que não valho a pena.
      6. A vida se torna insuportável se não sou amado por minha família.
      7. Se eu amo alguém que não me ama, o problema está em mim.
      8. Eu posso evitar que as pessoas se sintam chateadas, se eu pensar antes no que elas desejam.
      9. Se eu brigo com meus amigos, deve ser minha culpa.
      10. Se as pessoas que me rodeiam estão chateadas, costumo pensar que a culpa é minha.
    • A maioria das pessoas costuma pontuar-se entre 2 e 3, ficando o total em torno de 20 pontos. Pontuações na faixa de 30 ou mais mostram vulnerabilidade ou depressão, ou talvez esteja saindo de um relacionamento. Pessoas felizes em seu relacionamento costumam ter pontuações baixas.
    • Naqueles em que você pontuou mais alto, pergunte a si mesmo a razão dessa pontuação. Certamente você não tem o poder, por exemplo, de influenciar como as pessoas se sentem ao seu redor. Ou que por causa de uma crítica você não tenha valor. Esse tipo de sentimentos tem profundo impacto sobre as suas relações amorosas e pode ser talvez a causa de não encontrar a "pessoa certa". Na verdade, apenas devemos ser a pessoa certa.
    • Tentar ver seus relacionamentos de maneira mais realista pode ser o primeiro passo. Parar de se culpar por tudo e aprender a ser você mesmo, independentemente do seu parceiro, e jamais basear sua autoestima de acordo com a quantidade de amor que recebe, pode significar o fim das expectativas altas que impedem a sua realização pessoal e amorosa.
    • Por Stael Ferreira Pedrosa
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Anselmo Melo
Anselmo Melo, Carioca, casado e pai de três filhos (herança do Senhor). Pastor Evangélico e empresário. Moro atualmente no Estado de São Paulo onde pastoreio a Igreja de Nova Vida em Limeira. Sou fundador e presidente da Associação Projeto Resgate Vida.

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Anselmo Melo, Carioca, casado e pai de três filhos (herança do Senhor). Pastor Evangélico e empresário. Presidente do COPEL, Conselho de Pastores Evangélicos de Limeira. Moro atualmente no Estado de São Paulo onde pastoreio a Igreja de Nova Vida em Limeira. Fundador e Presidente da Associação Projeto Resgate Vida.
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