28/03/2017

16 imagens dolorosas que mostram como é o dia a dia em um prostíbulo de Bangladesh

Bangladesh é um país asiático que possui uma grande fronteira com a Índia. Apesar do país ser em sua grande maioria muçulmano, a prostituição é completamente legalizada. É no distrito de Tangail, que existe um dos bordéis mais antigo de todo o pais. O bordel Kandapara tem nada mais e nada menos do que 200 anos e também é considerado o segundo maior de Bangladesh.
Uma jornalista Alemã chamada Sandra Hoyn foi até o país, especialmente com o objetivo de documentar como é a vida dentro do Kandapara, visto que o bordel é basicamente uma pequena cidade murada, que abriga centenas de mulheres que vivem ali.
Segundo a própria jornalista: “- O bordel é como o seu próprio microcosmo, é uma cidade em uma cidade. Nas ruas estreitas, há barracas de comida, lojas de chá e vendedores ambulantes. Passei todos os dias de manhã até à noite no bordel e alguns dias eu esqueci onde eu estava. Às vezes era como a vida cotidiana em outra cidade com as suas próprias regras”.
Apesar da pseudo liberdade que a estrutura do bordel posse passar, uma vez que é um lugar fechado e protegido, as prostitutas não são tratadas como cidadãs comuns.
Elas não possuem direito algum, são proibidas de ultrapassarem os muros da Kandapara, e se quer são autorizadas a ficar com todo o dinheiro que elas fazem, visto que o local, obviamente possui um dono.
A grande maioria das meninas são extremamente pobres, e foram traficadas, abandonadas ou até mesmo nasceram dentro do bordel. Por isso, apesar de na teoria, as prostitutas precisarem ser maiores de 18 anos, na prática as coisas não são bem assim. A maioria delas chegam ao bordel nessas condições mencionadas acima, e começam a fazer programas com 12 a 14 anos.
Para se passarem por mais velhas, muitas recorrem a utilização de esteroides, que geralmente são usados por agricultores para engordar o gado, o objetivo é além de parecer mais velha, encorpar e conseguir agradar aos clientes.
Além disso o sistema de valores dentro do bordel funciona de maneira sistemática, uma vez que a beleza e idade de cada menina é que determina o seu preço. De um modo geral, as prostitutas desse local, ganham uma média de 1000 a 2000 Taka diários, que é o equivalente a 35 a 71 reais por dia. Visto que o preço médio do programa é de 300 Taka, o que em nossa moeda seria o equivalente a 10 reais.
Confira agora, as fotografias realizadas por Sandra Hoyn, e entenda como é o triste dia a dia dessas fortes mulheres:

1- Papia, tem 18 anos, teve um casamento abusivo e precoce, e foi parar no bordel após cumprir a sua condenação em um presídio, por usar heroína.


2- Dipa de 26 anos, está grávida de dois meses de um cliente, e infelizmente já sabe qual será o destino de seu bebê caso tenha uma filha mulher dentro de Kandapara.

3- Algumas mulheres a espera de clientes.

4- Mim, de 19 anos de idade, tomando uma ducha.

5- Muitas crianças nascem em Kandapara, abaixo os gêmeos de apenas 5 dias, são filhos de Jhinik, uma jovem de 20 anos que ainda não deu as crianças um nome.


6- Preservativos usados que foram descartados do lado de fora do bordel.


7- Pakhi, 15 e Mim, 19, desfrutam de um momento livre.

8- Priya, 19, é abordada por um cliente que tenta beijar sua bochecha, ela começou a trabalhar no bordel aos 17 anos de idade.

9- Priya, brincando com um amigo durante um momento de descontração.

10- Pakhi, 15 anos, foi obrigada a se casar aos 12 e fugiu logo em seguida, aos 14 anos um homem a encontrou na rua e a vendeu para o bordel.

11- Sumaiya, 17, e o seu cliente fixo Titu, 23

12- Clientes a espera pelas ruas de Kandapara

13- Meghla 23, começou a trabalhar aos 12 anos em uma fábrica, mas foi vendida ao bordel por um homem que lhe prometeu um trabalho melhor.

14- Asma, 14 , com um cliente. Ela nasceu no bordel e dançava para os clientes, na idade atual começou a também fazer programas.

15- Asma, 14

16- Kajol, não sabe sua idade ao certo, mas acredita ter 17 anos. Ela teve um casamento forçado aos 9, e ao tentar fugir foi vendida por sua tia ao bordel. Atualmente com um filho de 6 meses, ela foi obrigada a ter relações com os clientes 2 semanas após o seu nascimento.


E então queridos leitores, quais foram as impressões e sentimentos que essas fotos lhe causaram? Conta pra gente aqui embaixo, pelos comentários! Quais de verdade eram suas expectativas quando se interessou pela matéria?

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Anselmo Melo
Anselmo Melo, Carioca, casado e pai de três filhos (herança do Senhor). Pastor Evangélico e empresário. Moro atualmente no Estado de São Paulo onde pastoreio a Igreja de Nova Vida em Limeira. Sou fundador e presidente da Associação Projeto Resgate Vida.

6 comentários:

  1. Wow! Realmente, muito forte. Fico pensando na vida amputada que essas mulheres têm, penso na sujeira, nas doenças e no rasgo na alma de pessoas que são objetos e não tem quaisquer perspectivas de saída... O que será dessas mulheres na velhice... As que conseguirem passar dos 40, 50 nessas condições... A vida real transcende as fotos, ainda que a vida delas não transcenda nada.

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    1. Eu ainda fico chocado com certas coisas meu amigo. Infelizmente o mundo tornou-se um lugar de indiferença a dor e ao sofrimento.

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  2. Nossa bem complicado essa vida dessas mulheres, deu um aperto no coração. bom post amigo. boa semana abraços. ;)

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    1. Verdade. lamentável que pessoas vivam assim. Privadas daquilo que chamamos de felicidade. Ótima semana para você também amigo.

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  3. ESSA VIDA QUE CHAMO DE VERDADEIRA ESCRAVIDÃO,NUM PAIS COM DIVERSAS RELIGIÕES QUE ENSINAM O AMOR E CARIDADE,ONDE TODO HOMEM É FILHO DE UMA MULHER E OLHE COMO SÃO TRATADAS,OBRIGADAS A SE CASAREM CRIANÇAS E SEREM DESCARTADAS COMO OBJETOS PRIVADAS DE QUALQUER LIBERDADE.ONDE ESTÃO AS LEIS CIVIS E ESPIRITUAIS?

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    1. Verdade Maria.Machuca o coração ver tanto sofrimento.

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Autor


Anselmo Melo, Carioca, casado e pai de três filhos (herança do Senhor). Pastor Evangélico e empresário. Presidente do COPEL, Conselho de Pastores Evangélicos de Limeira. Moro atualmente no Estado de São Paulo onde pastoreio a Igreja de Nova Vida em Limeira. Fundador e Presidente da Associação Projeto Resgate Vida.
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