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A Nova Ordem Mundial está criando uma Religião Única Universal: Este é o ecumenismo diabólico planejado pelo Anticristo

06.04.2015 - Seria possível uma religião única mundial? Veja neste artigo como esta ideia vem sendo propagada por autoridades políticas como um suposto meio de combater o terrorismo, autoridades estas com um passado suspeito e sombrio.Veja ainda como o esquema problema-reação-solução é utilizado neste contexto.
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Há algum tempo, podemos ver como o poder de decisão político e econômico tem sido usurpado tanto dos cidadãos como das nações e tem sido transferido às organizações globais multilaterais.
Da mesma forma, há sinais que indicam que eles estão trabalhando também em uma globalização da religião e na criação do que poderia ser classificada como "uma autoridade política mundial que controla a espiritualidade do mundo".
O sinal mais evidente disto aconteceu no último mês de setembro, quando o ex-presidente de Israel, Shimon Peres, se reuniu com o Papa para propor a formação de uma nova "ONU das religiões", comandada pelo Papa.
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Peres sugeriu que esta organização deveria exercer uma autoridade "inquestionável" que lhe permitiria proclamar " o que Deus quer e o que não quer", com o objetivo de combater o extremismo religioso.

As implicações desta ideia são enormes.
84% da população mundial possui uma fé espiritual de algum tipo.
Se juntarmos as religiões cristã, muçulmana, hindu e budista, encontramos que são seguidas por mais de 5,3 bilhões de pessoas, e uma mistura de diversas crenças populares e credos minoritários menores, desde Baha'i à Wicca, que representam quase meio bilhão de pessoas.
Se, como tudo indica, a espiritualidade desempenha um papel central na vida da maior parte da população mundial, é lógico deduzir que um "governo mundial", deverá ter em conta a religião, de forma inevitável.
Muitos teóricos da conspiração vêm advertindo há décadas o nascimento de uma "Religião Mundial" que surgiria como parte de uma "Nova Ordem Mundial".
Leia também: Previsões Mundiais Aterroradoras do Site Deagel.com! O que a Elite Pretende Fazer Conosco até 2025?
É possível que pessoas poderosas das elites mundiais busquem conseguir algum tipo de controle hegemônico sobre as crenças espirituais do mundo para influenciar as religiões e seus seguidores através de uma autoridade central?
Isto significaria seguir um modelo semelhante da globalização econômica, política e comercial, agora estendido ao campo da espiritualidade.
São realmente nobres as intenções dos que estão vendendo esta ideia?
Um exame mais detalhado do assunto sugere que dentro deste projeto se escondem elementos altamente suspeitos, que fazem parte de uma agenda muito mais ampla com consequências nefastas.
O plano para uma autoridade religiosa mundial
Antes de sua reunião em setembro com o Papa para discutir a formação de uma "ONU das religiões", Shimon Peres detalhou suas ideias em uma entrevista com a revista católica italiana Famiglia Cristiana:
"O que é necessário é uma Organização das Religiões, uma ONU das religiões.
Seria a melhor maneira de combater estes terroristas que matam em nome da fé. No passado, a maioria das guerras foram motivadas pela ideia de nação. Hoje, no entanto, as guerras são desatadas especialmente com sob o disfarce da religião".
Já existem iniciativas inter-religiosas globais, tais como a Iniciativa das Religiões Unidas, mas evidentemente Peres prevê uma "Organização das Religiões Unidas" construída de cima a baixo que concentre em si muito mais poder e autoridade, de forma centralizada:
"É necessário uma autoridade moral inquestionável que diga com voz forte: 'Não, Deus não quer isto e não permite'".
Peres sugeriu que o Papa deveria ser essa autoridade, porque segundo ele: "é talvez o único líder religioso que é respeitado verdadeiramente".
O Papa se mostrou favorável a ele, mas não tomou nenhuma "decisão ou compromisso pessoal", e isso continua a ser visto se finalmente este novo órgão se materializa ou não.
Cabe destacar que Peres não é a primeira alta figura política que defende esta abordagem.
A fundação de caridade do ex primeiro ministro britânico Tony Blair, "Faith Foundation" centraliza seus esforços na "fé e na globalização".
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Em janeiro de 2014, Blair escreveu um ensaio amplamente republicado indicando os objetivos de sua fundação:
"... O propósito é mudar a política dos governos: começar a tratar este temo do extremismo religioso como um item que trata tanto de religião como de política; atacar a raiz do assunto do extremismo, que promulga uma falsa visão da religião. O objetivo é que se torne um ponto importante na agenda dos líderes mundiais, para que colaborem eficazmente para combater este extremismo. Esta é uma luta que somente está começando".
Como Peres, Blair argumenta que o extremismo religioso é a causa principal dos conflitos no mundo atual e sustenta que os líderes mundiais devem se unir para enfrentar. E também, como fez Peres, afirma que uma autoridade política deve ter a faculdade de determinar quais pontos de vista religiosos são "falsos" ou "certos".
Blair, também solicitou o apoio do Vaticano, que congrega a maior parte de seguidores a nível mundial.
No entanto, apesar de ser um católico recentemente convertido, Blair não teve muito êxito quando fez propostas ao Vaticano em 2011, e um proeminente erudito católico, o professor Michel Schooyans, chegou a declarar que acreditava que Blair tinha objetivos sinistros:
"Um dos objetivos da Faith Foundation de Tony Blair, era de reformar as principais religiões de uma forma paralela a que seu colega Barack Obama reformou a sociedade global. Com esta finalidade, a fundação em questão, tratará de ampliar os "novos direitos", utilizando as religiões do mundo para este fim e adotar à elas novas funções. As religiões teriam que ser reduzidas a um mesmo denominador comum, o que significaria esvaziar a sua identidade...
Este projeto ameaça a nos levar à uma época em que ao poder era atribuído a missão de promover uma confissão religiosa, ou de mudá-la. No caso da fundação de Tony Blair, isto gira em torno de promover uma única denominação religiosa que anda de mãos dadas com um poder político global, que seria imposto ao mundo inteiro".
Ver como Blair tenta fazer o mundo crer que o extremismo religioso é a causa fundamental dos conflitos globais atuais, enquanto ao mesmo tempo justifica seu papel enganoso na invasão do Iraque e pede uma intervenção militar mais direta no Oriente Médio, apenas pode provocar indignação e descrença.
Dada sua falta de credibilidade como defensor da paz, não é surpreendente que tenha sido apartado desta função e que acabaremos vendo outro líder mundial jubilado pressionando o Vaticano para criar uma autoridade religiosa global.
É o caso de Shimon Peres, que se ajusta muito melhor na tarefa de criar as bases para essa entidade religiosa global, pois, diferente de Blair, não possui uma imagem tão agressiva e soube se transformar aos olhos da opinião pública em um pretenso pacificador em seus últimos anos no cargo, onde sempre pareceu muito mais conciliador em comparação com seus compatriotas sionistas da linha mais dura.
Francisco, que surgiu como um ás de relações públicas da Igreja e foi nomeado "Homem do Ano" para a revista TIME, também tem a credibilidade e a autoridade moral para começar uma iniciativa deste tipo, um fato que Peres parece ser muito mais consciente.
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Conhecidos, pois, os autores principais até o momento, a pergunta chave é: Se trata de uma iniciativa autêntica de promover a paz mundial, ou esconde algo mais?
Alguns defensores inquestionáveis
Apesar de suas diferenças superficiais, o argumento central que oferecem Peres e Blair é o mesmo:
"O extremismo religioso é o responsável pelos conflitos atuais e uma autoridade política mundial deve exercer controle sobre todas as religiões".
Embora a violência por motivos religiosos, sobretudo no mundo islâmico, é sem dúvida um problema importante, este argumento é extremamente enganoso e fraudulento, porque ignora a mão oculta que inflama este problema e que trabalha ativamente para sustentá-lo.
O fato é que a causa principal da explosão da violência extremista no Oriente Médio, tem a sido a destrutiva política exterior dos governos da OTAN e de seus aliados.
A invasão do Iraque, que Blair co-dirigiu, se baseou em mentiras descaradas sobre a existência de armas de destruição em massa no país. A guerra causou a morte de um milhão de pessoas, destruiu seu governo, seu exército e suas infraestruturas. O caos resultante permitiu que os extremistas religiosos devastassem a região, primeiro sob o selo da Al Qaeda no Iraque (que não tinha presença no país antes da guerra) e agora através do autoproclamado Estado Islâmico, antes conhecido como ISIS.
Embora agora seja visto como um "defensor da paz", Peres também tem um passado repleto de pontos obscuros, entre eles poderia-se incluir estar associado com crimes de guerra e de atuar como um importante arquiteto do programa secreto de armas nucleares de Israel.
É segredo público que Israel possui um arsenal nuclear e outras armas de destruição em massa não revelados. Israel começou seu programa secreto de armas nucleares na década de 1950, roubando segredos nucleares e material de muitos países, inclusive do EUA.
O produtor de Hollywood, Arnon Milchan, se gaba de que Peres o recrutou como espião israelense e contrabandista de uma boate de Tel-Aviv em 1965, para impulsionar este programa nuclear.
Em meados dos anos 70, Israel tentou vender armas nucleares ao apartheid da África do Sul. Os documentos obtidos pelo The Guardian e publicados em 2010, revelam que em 1975, Shimon Peres, então ministro de Defesa de Israel, estava em negociações discretas com seu homólogo sul-africano e se ofereceu para vender armas nucleares "em três tamanhos diferentes".
Como podemos ver, tanto Blair como Peres tem vínculos ocultos com armas de destruição em massa.
Se vemos que agora convocam o mundo para uma globalização religiosa, que supostamente "promoverá a paz mundial", devemos nos perguntar: realmente podemos confiar em pessoas com um passado tão sujo e obscuro?
Os argumentos de Blair e Peres também ignoram deliberadamente como a política exterior do governo dos EUA e seus aliados tem fomentado o extremismo islâmico desde os anos 70, quando a CIA financiou e armou os Muyahidines no Afeganistão para expulsar os soviéticos, uma tática que deu lugar à criação dos talibãs e da Al Qaeda.
Em uma linha semelhante, a atual política exterior do governo dos EUA e seus aliados criaram o ISIS e tem lançado bases para sua rápida expansão.
Após destruir o exército e o governo do Iraque, a OTAN dirigiu sua atenção à Líbia e a bombardeou até torná-la em um estado falido, enquanto apoiava os rebeldes jihadistas para derrotarem Gaddafi.
Curiosamente, ambos países, antes da intervenção da OTAN, tinham governos laicos que mantinham distante o extremismo religioso.
Quando a Líbia caiu, os combatentes jihadistas e seus armamentos começaram a inundar a Síria, outro governo secular que o EUA também tentou derrotar.
De fato, atualmente, na Líbia, o ISIS está sendo dirigido por um rebelde que na época recebeu o apoio da OTAN para derrotar Gaddafi.
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Já o ISIS, agora autodenominado Estado Islâmico, cruzou a fronteira com a Síria no Iraque em 2014, e o país devastado pela guerra não pode impedir a incursão.
Na Síria, onde a guerra civil continua fazendo estragos, o governo do EUA e seus aliados tem armado e treinado os chamados rebeldes "moderados" para derrubar o governo de Assad, apesar de que estes rebeldes tem vínculos evidentes com os jihadistas.
Muitas destas armas e combatentes financiados pelo governo do EUA terminaram recrutados pelo ISIS, que estranhamente, também luta contra Assad.
Também há relatos recentes que informam que o governo iraquiano prendeu assessores dos EUA e Israel que ajudavam diretamente os terroristas islâmicos.
O que estamos vendo é um evidente jogo geopolítico duplo por parte dos EUA e de Israel.
E tudo segue um padrão pré-estabelecido.
Todos os regimes ameaçados por esta política exterior dos EUA, OTAN e Israel, são governos seculares e submersos na guerra e o caos somente favorece o surgimento de grupos extremistas como o Estado Islâmico, cujo aumento se vê reforçado ainda mais pelos ataques aéreos estrangeiros ou os ataques com aviões não tripulados que inevitavelmente matam civis e causam indignação entre a população local, que em resposta, passa a ser recrutada.
Ao mesmo tempo, estes extremistas "acidentalmente" recebem os benefícios do financiamento e as armas proporcionadas pelo governo do EUA e seus aliados.
Assim, é obvio que se alguém quiser terminar com o extremismo religioso, o lógico seria mudar esta política exterior tão destrutiva por parte do Ocidente, não?
Problema-Reação-Solução
O padrão de armar e apoiar os extremistas religiosos para poder lutar contra eles mais tarde, já se arrasta há muito tempo, o que é possível acreditar que este esquema é produzido de forma acidental.
"Problema, Reação, Solução" descreve um processo no qual os governantes criam um problema; esse problema provoca uma reação do público que exige que se faça algo a respeito, e isso permite que os governantes imponham sua "solução" pré-preparada para resolver o problema que eles mesmos criaram.
A guerra contra o terrorismo é um exemplo disso.
Ao alimentar continuamente o fogo do extremismo, se mantém a guerra em movimento. Isto justifica o gasto militar contínuo, as intervenções estrangeiras e a redução das liberdades civis, onde um estado de segurança e de controle é construído sobre a população.
Desde que conceitos de inimigo e "terrorismo" se tornem vagos e intercambiáveis, a guerra já não parece que vá ter um final.
Isto significa que viveremos um aumento do estado policial através de políticas de vigilância em massa, até que se tornem em algo permanente e arraigado na própria estrutura da sociedade.
Implicações "espirituais" da guerra contra o terrorismo
A "guerra contra o terror" serve para múltiplos fins.
Todo mundo parece compreender perfeitamente sua influência a nível político e militar, mas no entanto, a maioria das pessoas estão ignorando as implicações espirituais e religiosas desta "guerra global contra o terrorismo".
Esta grande manobra tem permitido alimentar o máximo do extremismo religioso, em sua forma de extremismo islâmico, o bode expiatório para o atual conflito global.
No caso das guerras no Oriente Médio, há uma evidente intenção de jogas as sociedades cristãs e muçulmanas uma contra a outra com o objetivo de provocar um "choque de civilizações", que serve ao complexo industrial militar.
Curiosamente, alguns ateus proeminentes, alguns dos quais se opõem com veemência a todas as religiões, tem apoiado este militarismo desenfreado.
Talvez seja das cinzas desta conflagração religiosa que uma religião única mundial vá emergir.
Como temos visto, é o argumento utilizado como desculpa para a criação e fabricação de um poder espiritual em uma escala global, que anda de mãos dadas com essa unificação política e econômica global.
Este é o lugar onde a agenda global em direção a espiritualidade se cruza com a guerra contra o terror na nova ordem mundial.
Além de manterem uma guerra perpétua, fornecem um pretexto para uma autoridade religiosa mundial.
Nada do que estamos vendo é casual... tudo tem sua função e foi planejado há muito tempo...
Fontes:
- El Robot Pescador: LA RELIGIÓN DEL NUEVO MUNDO: ¿SE ESTÁ CREANDO UNA RELIGIÓN ÚNICA MUNDIAL?
- The Conscious Reporter: Spirituality in the New World Order: Is a One World Religious Authority in Formation?
Fonte: Blog Libertar - Via: anovaordemmundial
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Nota fde www.rainhamaria.com.br
Por Dilson Kutscher
Disse o Padre Emanuel, ainda no sec. XIX:
Sobre o aparecimento do Anticristo...
“Apresentar-se-á como cheio de respeito pela liberdade das religiões, uma das máximas e uma das mentiras da besta revolucionária. Dirá aos budistas que é um Buda; aos muçulmanos, que Maomé é um grande profeta... Talvez até irá dizer, em sua hipocrisia, como Herodes seu precursor, que quer adorar Jesus Cristo. Mas isso não passará de uma zombaria amarga. Malditos os cristãos que suportam sem indignação que seu adorável Salvador seja posto lado a lado com outras seitas e mestres."
Vamos lembrar novamente o seguinte...
A verdade está escancarada para qualquer católico "inteligente" ver...
A fumaça de Satanás, a maçonaria eclesiástica dominou o Vaticano.
Dez meses antes de morrer, o Papa Paulo VI denunciou: “... A Fumaça de Satanás entrou na Igreja Católica e se expande cada vez mais até o vértice” (13/10/77)
"Ah. sr. Kutscher, que bobagem, não existe a tal maçonaria eclesiástica infiltrada dentro do Vaticano".
É MESMO...
Então, observem a imagem abaixo...
Exemplos de sinal de saudação maçônica,  apertos de mão entre maçons.
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Número de apertos de mão maçônicos retiradas de publicações maçônicas oficiais e de outras fontes objetivas. Além da Maçonaria, existem dezenas de sociedades secretas Illuminati e muitos têm seus próprios punhos originais e sinais.
Agora, vamos comparar o seguinte...
Tarcisio Bertone é um cardeal italiano que foi secretário de Estado do Vaticano, entre 15 de setembro de 2006 e 15 de outubro de 2013.
Durante suas viagens saudava com um "aperto de mão" maçom os governantes.
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VAMOS VER EM DETALHES PARA NÃO RESTAR DÚVIDAS
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Vamos também lembrar o seguinte...
Os maçons fizeram tentativas similares de infiltração na Igreja Católica e elevar os seus homens aos níveis mais elevados. A sociedade secreta luciferiana, os carbonários, conhecida como a Alta Vendita, publicou uma série de Instruções Permanentes, ou Código de Regras, que apareceram em Itália em 1818. Nesta era dito o seguinte:
“… É um dever das sociedades secretas fazer o primeiro ataque à Igreja e ao Papa, com o objetivo de conquistá-los aos dois. A obra a que nos propomos não é uma obra de um dia, nem de um mês, nem de um ano. Poderá demorar muitos anos, talvez um século… O que devemos pedir, o que devemos buscar e esperar, assim como os judeus esperam pelo Messias, é um papa de acordo com a nossas necessidades. Precisamos de um papa para nós, se tal Papa fosse possível. Com esse papa marcharemos mais seguramente ao assalto à Igreja do que com todos os livrinhos de nossos irmãos franceses e ingleses.”
O mesmo documento maçónico fez esta predição assombrosa:
“Num espaço de cem anos… os bispos e sacerdotes crerão estar a marchar atrás da bandeira das chaves de Pedro, quando na realidade estarão seguindo a nossa bandeira…As reformas terão de ser introduzidas em nome da obediência.”
Em 3 de Abril de 1844, um líder da Alta Vendita chamado Nubius escreveu uma carta a outro maçom de alta posição. O plano de infiltração da Igreja Católica, e a tentativa de instalar um “papa” maçónico que promoverá a religião da Maçonaria, é mais uma vez discutido nesta carta. “Agora então, a fim de garantir um papa às nossas medidas que se encaixe no perfil que queremos, devemos em primeiro lugar preparar uma geração digna do reino com o qual sonhamos…
O maçom Eliphas Lévi disse em 1862: “ O dia chegará em que o papa… declarará que todas as excomunhões estão levantadas e todos os anátemas retirados, em que todos os cristãos estarão unidos dentro da Igreja, em que os judeus e os muçulmanos serão abençoados e chamados de novo a ela… ela permitirá que todas as seitas se aproximem pouco a pouco e abarcará a toda a humanidade na comunhão do seu amor e orações. E assim os protestantes já não existirão. Contra o que irão protestar? O Sumo Pontífice será então verdadeiramente o rei do mundo religioso, e fará o que ele quiser com todas as nações da terra.”
A Maçonaria ensina que os Mestres Maçons, como um grupo, podem morrer na esperança de uma gloriosa imortalidade, que representam aqueles ressuscitados do túmulo da iniqüidade e que foram redimidos da morte do pecado. A Maçonaria está ensinando que os Mestres Maçons têm a salvação!
Jesus na maçonaria é um simples mestre e fundador de religião como: Buda, Maomé, Krisna e outros...
Jesus Cristo é o único caminho para a salvação: "Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim." [João 14,6]
Acreditem ou não, mas os inimigos da Igreja, tomaram de assalto o Vaticano.
E, Francisco é o "papa" escolhido e planejado pela maçonaria, para o desfecho final de seu plano de dominação mundial, de trazer uma Nova Ordem Mundial, sob o comando do Anticristo
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E muitos católicos modernistas ou desavisados vão dizer: "Ah, sr. Kutscher, quais as razões para sua pessoa chegar numa conclusão tão radical, de chamar Francisco de colaborador da maçonaria, Nova Ordem Mundial e do Anticristo?"
Não tenho razões, eu examino os fatos, e contra fatos não há argumentos, pois, os atos e as declarações de Francisco são apóstatas. Ora, basta ser um católico "inteligente", comprometido com a "verdade", que zela pelas tradições, sempre defendidas pelos Santos Doutores da Igreja e Santos Papas, e você verá no seu coração, o "erro" que Francisco insiste em difundir, e este "erro" confunde todo o "rebanho", que nesta apostasia, também fica inspirado a cair no erro e na dúvida.
Mas porque Francisco é o "papa" PERFEITO para a maçonaria, a Nova ordem Mundial e o Anticristo?
A maçonaria aceita e inclui hindus, muçulmanos, budistas, cristãos...enfim...todos de qualquer crença são aceitos. Ou seja, conforme foi dito acima:  Jesus na maçonaria é um simples mestre e fundador de religião como: Buda, Maomé, Krisna e outros...
"Todo aquele que caminha sem rumo e não permanece na doutrina de Cristo, não tem Deus. Quem permanece na doutrina, este possui o Pai e o Filho. Se alguém vier a vós sem trazer esta doutrina, não o recebais em vossa casa, nem o saudeis. Porque quem o saúda toma parte em suas obras más." (2 João 9-11)
Francisco segue a mesma ideologia ou doutrina maçônica, em outras palavras, que todos caminhos levam a Deus, ninguém necessita mais se converter ao catolicismo, todos se salvarão nas suas próprias crenças.
"Estai de sobreaviso, para que ninguém vos engane com filosofias e vãs sutilezas baseados nas tradições humanas, nos rudimentos do mundo, em vez de se apoiar em Cristo." (Colossenses 2, 8)
Não acredita? Então vamos a alguns gravíssimos fatos...
Francisco reiterou mais uma vez sua posição, de não converter não-católicos ao catolicismo dessa vez numa conversa que teve com o protestante Brian Stiller, que é Embaixador Global da World Evangelical Alliance ("Aliança Evangélica Mundial") Stiller visitou Francisco no Vaticano em Junho de 2014 e publicou uma postagem no blog a respeito desse encontro, intitulado "Lunch with the Pope" ("Almoço com o papa"), em 9 de Julho.No almoço, eu perguntei ao Papa Francisco o que seu coração era para o evangelismo.  Ele sorriu, sabendo o que estava por trás da minha pergunta. Seu comentário foi: "Não me interesso em converter evangélicos ao catolicismo.  Eu quero que o povo encontre Jesus em sua própria comunidade.  Há tantas doutrinas que nós nunca concordaremos.  Não vamos gastar nosso tempo nisso." (Brian C. Stiller, "Lunch with the Pope", Dispatches from the Global Village, 9 de Julho de 2014.
A declaração acima de Francisco, contradiz as diretrizes dada pelo Papa Pio XII em 1949, de acordo com a qual nenhuma palavra da verdade Católica deve ser negada, minimizada ou disfarçada ao se discutir matérias religiosas com protestantes;  Em acréscimo, ela contradiz o ensinamento do Papa Pio XII em 1944.
Francisco está claramente abdicando de seu primeiro dever (supondo hipoteticamente que fosse ele de fato um papa), que é trazer as pessoas à Verdadeira Fé e, com isso, à salvação (cf. Mt. 28, 19-20).  Ele é um herético que ajuda o corpo mas destrói a alma (cf. Mt. 10, 28) Francisco está dizendo que você pode encontrar Cristo fora da Igreja, uma verdadeira afronta ao dogma Extra Ecclesiam Nulla Salus. ("Fora da Igreja não há Salvação")
O Concílio infalível de Trento (1545-1563) além de condenar e excomungar os protestantes, reiterou tudo o que os Concílios anteriores declararam, e ainda proferiu: "... nossa fé católica, sem a qual é impossível agradar a Deus..."
O Concílio Vaticano I (1869) afirmou que a doutrina da fé revelada por Deus não é sujeita à razão humana para ser aperfeiçoada, mas é um depósito confiado à Igreja que a guarda com fidelidade e a propõe com infalibilidade.
Ele é verdadeiramente um "papa" católico?
Quando Francisco por fim diz: "Há tantas doutrinas que nós nunca concordaremos. Não vamos gastar nosso tempo nisso."
Seria para os Doutores da Igreja, Santos e outros Papas, como se Francisco declarasse: "Não vamos perder tempo convertendo os cismáticos e rebeldes para a Única e Verdadeira Igreja de Cristo, passada ao Seu Apóstolo Pedro. Deixe estes cismáticos, rebeldes e fundadores de seitas, que continuem no erro e se percam eternamente condenados ao inferno."
Vejamos também a capa do Rome Reports sobre a viagem de Francisco ao Sri Lanka...
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Quando Francisco diz aos lideres Hindus: "Não precisam renunciar a sua religião (hindu) para viver em paz"
E, quando Francisco declarou recentemente aos muçulmanos: "As pessoas devem ter"a liberdade de escolher a religião que julgam ser verdadeira" (CNS News noticias)
Liberdade de escolher a religião que julgam ser verdadeira é em outras palavras, a liberdade de escolher o Caminho que leva a DEUS, então...
Diz na Sagrada Escritura:
"Disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho?
Jesus lhe respondeu: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.
Se me conhecêsseis, também certamente conheceríeis meu Pai; desde agora já o conheceis, pois o tendes visto". (São João, 14, 5-7)
Lembrando que Cristãos, hindus e muçulmanos não têm o mesmo conhecimento de Deus, porque eles não estão ligados à mesma Revelação, não ouvem a mesma Palavra. O Deus do cristianismo é um ser de relação: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Três Pessoas tão ligadas entre Si, que são, conjuntamente e cada uma, o único e mesmo Ser Divino.
De fato, o hinduismo e o islamismo negam não somente a Trindade, mas também a divindade de Jesus, sua morte e sua ressurreição e, portanto, a Redenção.
Dizia Santo Agostinho: Que morte pior há para a alma do que a liberdade do erro?
Então, como declarou São Vicente de Lerins sobre a Tradição no Catolicismo:"Na Igreja Católica deve-se ter SUMO EMPENHO em que MANTENHAMOS  aquilo que foi criado em toda a parte, sempre e por todos, pois isto é que é VERDADEIRO E PROPRIAMENTE católico. (...) Portanto, pregar algo aos católicos fora daquilo que eles receberam NUNCA FOI LÍCITO, em parte alguma é lícito, e NUNCA SERÁ LÍCITO; e condenar abertamente aqueles que anunciam algo fora do que foi uma vez aceito, foi sempre necessário, em toda a parte é necessário, E SEMPRE SERÁ NECESSÁRIO." (Communitorium, Ench. Patr. 2168).
Disse o Padre Emanuel, ainda no sec. XIX:
Sobre o aparecimento do Anticristo...
“Apresentar-se-á como cheio de respeito pela liberdade das religiões, uma das máximas e uma das mentiras da besta revolucionária. Dirá aos budistas que é um Buda; aos muçulmanos, que Maomé é um grande profeta... Talvez até irá dizer, em sua hipocrisia, como Herodes seu precursor, que quer adorar Jesus Cristo. Mas isso não passará de uma zombaria amarga. Malditos os cristãos que suportam sem indignação que seu adorável Salvador seja posto lado a lado com outras seitas e mestres."
Os comparsas do Anticristo teriam a obrigação satânica de colocar o "falso profeta" no Vaticano, isto está anunciado no Apocalipse para o cumprimento do Fim dos TemposO falso profeta tem a missão de convencer e unir a todos numa única religião universal, somente assim o poder mundano do Anticristo terá grande influência nos que não deram crédito à verdade, mas consentiram no mal. (II Tessalonicenses, 2, 9)
Francisco vai contra as verdades de Fé, contidas na Sagrada Escritura. Isto é muito grave!!
O "deus" que Francisco proclama é um "deus estranho"...que agrada aos homens...que os convida a seguir todos os caminhos para encontrar DEUS. (este é o "deus" ecumênico que o Anticristo deseja para a humanidade)
A missão de Francisco é confundir as pessoas, difundir o erro e destruir o Catolicismo sob a guisa de ser misericordioso. caridoso e humilde.
Então, ninguém vai ao DEUS Altissimo, por Alá, Buda, Krishna, Kardec
O Rei Jesus declarou e Palavra de Rei não volta atrás...
"Juro-o por mim mesmo! A verdade sai de minha boca, minha palavra jamais será revogada: todo joelho deve dobrar-se diante de mim, toda língua deve jurar por mim", (Isaías 45, 23)
"Ninguém vem ao Pai senão por mim". (São João, 14, 6)
"Se um futuro Papa ensinar algo contrário à Fé Católica, não o sigam." - Papa Pio IX, Carta ao Bispo Brizen, citado em "In His Name", E. Christopher Reyes, 2010)
Em 1846 Nossa Senhora apareceu, em La Salette, a duas crianças: Maximino e Melânia.
     Posteriormente essa aparição teve aprovação da Igreja.
     É bem famoso aquela parte destas revelações chamada de "O Segredo de La Salette".
No contexto de La Salette há uma mensagem que deixou perplexos os católicos, na qual Nossa Senhora disse:
"Roma perderá a fé, e converter-se-á na sede do anticristo".
"Tornei-me acaso vosso inimigo, porque vos disse a verdade?" (Gálatas 4, 16)
Dilson Kutscher - www.rainhamaria.com.br

1 comentários:

Anônimo disse...

Tema muito explorado na "Geração Hyppie". Nos anos 1970 a musica era uma oração!! - Marcio Silva de Almeida - Jlle/SC

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