Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

O QUE VOCE PRECISA SABER SOBRE O SÁBADO DOS ADVENTISTAS

SHABAT: O SÁBADO QUE OS ADVENTISTAS NÃO GUARDAM


É importante o amigo Leitor ficar sabendo algo sobre o sábado dos adventistas como dos demais sabadistas: o sábado chamado de shabat na Lei e no idioma hebraico não é o mesmo sábado do calendário gregoriano católico. Este livro, “O que você precisa saber sobre o sábado dos adventistas”, desvenda várias dúvidas que os adventistas e demais sabadistas põem na cabeça de muita gente evangélica por aí. Esta obra mostra também que eles não guardam o verdadeiro sábado chamado de shabat. Não quero e não estou fazendo nenhum julgamento de suas doutrinas religiosidades, nem de suas crenças ou convicções, muito menos os difamando.                                               Apenas pretendo provar que eles tentam guardar um dia como se fosse o verdadeiro sábado, o shabat. Porém não é shabat que eles guardam e sim o sabbatum litúrgico que foi criado pela igreja Católica.

Procuro simplesmente trazer esclarecimentos sobre o tema e revelar a verdade. Ou seja, eles não guardam o verdadeiro shabat. O sábado que o povo judeu observa e guarda literalmente conforme Deus ordenou na Lei. Conforme está escrito em (Lv.23.2-4).  Afinal de contas tenho vários amigos que são adventistas e tenho muita estima por eles. O que, na verdade, estou afirmando neste comentário é com base na comparação do shabat dos judeus com o sábado que eles dizem que guardam. 


Se realmente averiguarmos o modo que o povo judeu guarda e repousa o shabat, e confrontarmos com o modo e sistema dos adventistas e dos demais sabadistas; veremos que eles não guardam e sim apenas folgam no sábado gregoriano. Esse sábado é oriundo do calendário pagão e católico que, presumivelmente, se trata do sabbatum, o sábado do latim litúrgico. São assuntos que realmente estão na história, basta o amigo pesquisar nos sites dos especialistas ou dos historiadores de calendários antigos.

                    Os adventistas criaram sua própria história sobre o sábado, desvinculando-o do shabat. E tentam esconder a verdadeira origem do sábado que eles usam como descanso aos finais de semana. Por ser o sábado que os adventistas usam como dia de descanso apenas corporal e por terem optado pelo sábado gregoriano e rejeitado o shabat do Decálogo, podemos denominar de o "sábado" de folga dos adventistas e de outros sabadistas. 

A verdadeira história sobre o sábado, ou seja, o sábado gregoriano foi assim: o sábado que atualmente se chama de "sábado" em português, todavia na antiguidade começou no latim secular de sabbatum o mesmo foi introduzido no calendário eclesiástico católico. Tal sábado atualmente se encontra inserido no calendário, que todos nós usamos em nossa vida social, econômica e cotidiana, ou seja, o calendário gregoriano católico.

E é justamente o sábado que se encontra nesse calendário que eles tanto falam, comentam e pregam, e até batem no peito que guardam “os mandamentos de Deus”, visto que eles folgam seus corpos socialmente nesse suposto sábado do calendário gregoriano. Os mandamentos de Deus não são exatamente o que eles têm pregado por aí. Pois falam tanto em mandamentos de Deus, no entanto, nem mesmo eles que se dizem portadores da Lei de Deus, não a guardam como o próprio Deus manda, principalmente o shabat

Como os adventistas e os outros sabadistas podem dizer que guardam os mandamentos de Deus se ficam apegados ao sábado gregoriano católico? Com base e confiança na Palavra de Deus, eu creio assim: os que se dizem obedecerem a Palavra de Deus, devem sim fugir das coisas do mundo, das idolatrias e das coisas que pertencem ao paganismo católico.

Na verdade quem deu origem no sabbatum litúrgico foi realmente a igreja Católica, essa religião criou o sabbatum litúrgico no latim litúrgico, a língua oficial da igreja Católica, língua muito usada no passado e que ainda é usada nas celebrações litúrgicas, em determinadas regiões. Pois digo sem medo de errar: esse é o sábado dos adventistas, dos demais sabadistas e de outras agremiações que professam o sabadismo latino.

Eu digo que eles não guardam o shabat da Lei, porque o shabat não está no calendário gregoriano. O shabat da Lei ou do Decálogo, está originalmente no calendário hebraico. O shabat é o verdadeiro sábado ordenado por Deus com as cerimônias descritas em (Lv.23.2-4). E que foi entregue por Moisés diretamente e com exclusividade ao povo de Israel. Basta que nós façamos uma Leitura mais atenta, como Leitores da Bíblia, e logo veremos que eles se desviam dos versículos citados anteriormente.          

E é justamente nesses versículos onde diz que o sábado do sétimo dia é chamado de dia de cerimônia. Então onde estão as cerimônias vinculadas ao sábado, que são mandamentos de Deus, revelados a Moisés, para serem escritos no livro de Levítico e no livro de Êxodos? Estão escritos em vários textos desde o livro de êxodos até ao livro de deuteronômio. Nesses textos bíblicos falam literalmente de cerimonialismo e esses cerimonialismos foram ordenados como mandamentos de Deus ao povo de israel.

Veremos nos próximos capítulos vários versículos que os adventistas têm por costume de chamá-los de “versos” talvez sejam versos sem rimas. Segundo os adventistas o sábado que eles dizem guardar é um mandamento moral! Mas o amigo Leitor vai conhecer logo adiante, outros capítulos deste livro, onde estarei provando que o shabat do Decálogo não é mandamento moral. A invenção ou imitação do sabbatum litúrgico, frente ao shabat da Lei, foi usada para não distanciar muito dos preceitos bíblicos do Velho Testamento, cuja artimanha visa passar a idéia de que eles são os verdadeiros praticantes da Lei do Antigo Testamento. Porém essa imitação ou clonagem foi apenas no nome "sábado".

O amigo Leitor pode até comparar sábado; sabbatum e shabat são vocábulos que aparentemente tem os mesmo significados nos nomes, porém na prática há procedimentos e regras diferentes. Se você estudar o significado de shabat vai descobrir que shabat tem o nome sábado na língua portuguesa. Também da mesma forma acontecem com o sabbatum litúrgico católico que foi copiado do dia de saturno com o nome de sabbatum do idioma latim litúrgico católico. Posteriormente o sabbatum foi transliterado para a língua portuguesa também herdou o nome “sábado”

No entanto se você pesquisar mais a fundo verá que literalmente, na prática, o shabat da Lei é diferente do sábado do calendário gregoriano. O sábado desse calendário é o mesmo sabbatum que veio do calendário eclesiástico da igreja Católica. Verifiquei que quando o sabbatum litúrgico foi copiado do latim clássico, passou a ser chamado de “sábado” na língua portuguesa. Mas não tem as cerimônias ordenadas por Deus como tem no shabat, do Decálogo, como está escritos em (Lv.23.2-4). Essa é uma das grandes diferenças entre ambos os sábados na qual são pormenorizadas e salientadas nesta obra. Achei que era importante trazer essa informação para o amigo Leitor conhecê-la.

Outra diferença é o jeito e a maneira dos adventistas descansarem o sábado gregoriano em comparação com os judeus. Ao guardarem e observarem o shabat, os judeus se tornam muito distintos e bem diferentes dos adventistas e de outros sabadistas brasileiros. E essa diferença faz dos judeus fiéis observadores do verdadeiro sábado, ou seja, eles praticam o sábado chamado de shabat, que é o sábado que veio por ordem direta de Deus, quando o Altíssimo entregou a Lei a Moisés. E essa diferença se destaca porque os israelitas observam cada detalhe conforme o que o Altíssimo Deus determinou no livro de Levítico. (Lv.23.2-40).

Os atuais sabadistas não guardam o sábado gregoriano com o mesmo empenho e reverência que os judeus observam o shabat, por quê? Porque eles não receberam de Deus esse sábado gregoriano. E por sinal eles apenas descansam no sábado gregoriano. Aliás, Deus nunca deu algum tipo de sábado gregoriano para ninguém. Fica demonstrado que o shabat foi dado mesmo como sinal para o povo de Israel, com exclusividade. Pois de fato o shabat era e é mais uma festa cerimonial comemorada e usada no sétimo dia da semana do calendário hebraico como dia de repouso solene, comemorada pelos judeus.

Bem já tenho mostrado as diferenças entre sábado, sabbatum e shabat. E as origens do sabbatum litúrgico e a procedência do atual sábado da língua portuguesa o qual está hoje no calendário gregoriano. E como foi que chegou até nós apenas com o nome de sábado? Foi a partir da criação do calendário eclesiástico ou litúrgico devido a tantos trabalhos religiosos e o crescimento desenfreado do catolicismo, dentro do império romano. Foi a partir daí que surgiu a criação desse calendário eclesiástico.

A idéia de ter um tipo de sábado parecido com o shabat dos judeus, foi de incorporar um sabbatum litúrgico. Esse plano acabou pegando força até ser incorporado dentro das liturgias da igreja Católica pelos padres, bispos e teólogos da mesma.

A entrada do sabbatum litúrgico, no calendário criado pela igreja Católica naquela época, veio para sufocar e abafar o shabat dos judeus e suas cerimônias. Essas cerimônias são mandamentos de Deus e nunca foram separadas do shabat. O sabbatum foi transliterado ou copiado do dia de saturno do latim clássico para o latim litúrgico. E do latim litúrgico foi introduzido no calendário eclesiástico; do calendário eclesiástico foi transferido para o calendário Juliano. E era composto de rezas e jejuns nos sistema católico. Não era um dia guardado como folga ou descanso e nem era um dia de descanso corporal oficializado pela igreja Católica.

Ao agir assim a igreja Católica formou um tipo de sábado fora dos padrões bíblicos como era e é o shabat do povo judeu. O sabbatum litúrgico nesse tempo (Nos meados do segundo para o terceiro século) estava somente introduzido no calendário eclesiástico católico. O sabbatum do latim litúrgico só veio a ser introduzido no calendário Juliano no Concílio de Nicéia no ano 325 dC.

Quando Constantino o imperador de Roma se prontificou a realizar o Concílio Nicéia, o papa dessa época era Silvestre I, que era o pontífice da igreja Católica. Segundo os historiadores calendaristas no calendário juliano não existia a semana de sete dias. Nesse calendário o que estavam para uso eram as calendas, as nonas e os idos, que realmente eram as três divisões principais do mesmo.

Quero salientar que é por motivo que escrevi este livro, para que através desta obra venha trazer respostas para muitas pessoas que tinham muitas dúvidas a respeito do sábado dos adventistas e por causa do proselitismo que os adventistas e os outros sabadistas fazem sobre os menos esclarecidos das igrejas evangélicas, usando o sábado gregoriano como tema de seus ensinos e acaba convencendo os menos avisados com esse suposto "sábado".

O objetivo desta obra também é mostrar a verdade sobre a origem, a procedência, do sábado e quem inventou tal sábado que os adventistas usam como dia de folga e descanso social e físico de seus corpos. Então, como de fato, já foi revelado que a origem do sábado dos adventistas e de outros sabadistas se encontra no sabbatum litúrgico católico denominado de sábado gregoriano. Inclusive tem um site na internet de um judeu que também chama esse sábado de gregoriano.

Se o amigo Leitor já leu os outros capítulos desta obra com certeza também passou a conhecer a história e a trajetória do sábado gregoriano. Enfim sua procedência do sabbatum litúrgico e como esse sabbatum passou a ser ou se transformou no sábado de hoje. Porém esse sábado teve seu prosseguimento. Para ter conseguido chegar até aos nossos dias, a sua trajetória começa como dia de saturno, sendo recriado pelo catolicismo no latim litúrgico, foi introduzido no calendário eclesiástico católico depois colocado também no calendário Juliano, cujo calendário passou a ter o nome de gregoriano em homenagem ao papa Gregório XIII.


2.2 COMO O SÁBADO GREGORIANO FOI INTRODUZIDO NO ATUAL CALENDARIO?



A história de o sábado gregoriano chegar ao calendário atual começar pelo imperador Constantino. O imperador Constantino se converteu ao cristianismo católico. E por motivo dessa conversão ele passou a ser um homem cristianizado dentro do catolicismo romano. Ele também fez algumas mudanças no império, como também deu ordem para que se fizessem reforma no calendário Juliano.

Já disse, aqui e em outros livros de minha autoria, que o calendário Juliano era composto pelas calendas, pelas nonas e pelos idos. Eram as três divisões que tinham nele a qual o povo romano faziam uso. Vê-se então que não tinha a semana de sete dias no calendário Juliano. Nesse tipo estranho de divisão do calendário romano não existia nem mesmo sabbatum, e muito menos o shabat.

Conforme já tenho mostrado, e provado, os adventistas e os outros sabadistas não guardam mesmo o shabat dos judeus. Já tenho dito que quem de fato conhece e guarda o shabat são os judeus.  E quem conhece como que é o sábado dos adventistas somos nós, pois eles somente descansam no sábado do mesmo calendário que nós usamos no cotidiano que é o calendário gregoriano católico.

Isso que estou dizendo é grande verdade, tanto é que quando vai se aproximando a sexta-feira, do calendário gregoriano, eles procuram imitar os judeus. O sábado gregoriano deles começa na sexta-feira a partir do pôr do sol. Essa prática nada mais é do que uma imitação do sábado judeu utilizando-se do sábado católico gregoriano.

No entanto os judeus não somente descansam seus corpos como também obedecem a uma série de cerimônias exigidas como mandamentos pelo próprio Deus. Além das cerimônias Deus deu mandamentos para que os filhos de Israel oferecessem holocaustos e ofertas. (Nm.28.9,10) (Lv.23.2-40; 24.5-8).

Podemos observar que o sábado dos adventistas é exatamente o sábado do calendário que todos nós usamos. A dona ou criadora desse calendário é a igreja Católica. E não há, dentro da Bíblia, nada sobre esse sábado gregoriano. E por que não tem no Antigo e nem no Novo Testamento? A resposta é: porque não é o shabat do Decálogo. O que tenho dito dá uma certeza de que eles não guardam mesmo o shabat do sétimo dia escrito em (Lv.23.2-4) É importante frisar e deixar bem claro: O shabat do Decálogo nunca existiu no calendário Juliano.

O que afirmo neste livro tem como base as referências e comentários de estudos de calendaristas que estão em sites da internet. O imperador Constantino convocou os prelados da igreja Católica para a realização de um Concílio; o Concílio de Nicéia. Cujo objetivo era fazer a reforma política e religiosa dentro do império. No embalo desse Concílio foi feita a reforma do calendário Juliano. Sob sua ordem adotaram o sabbatum litúrgico no calendário Juliano e eliminaram de vez as calendas, nonas e idos. E no lugar desses foi introduzida a semana de feiras litúrgicas da igreja Católica.

É bom o amigo Leitor saber que antes do sabbatum ser introduzido pela igreja Católica no calendário Juliano, sob a anuência do papa Silvestre I e sob a ordem do imperador Constantino, no Concílio de Nicéia, esse sabbatum do latim litúrgico passou primeiro pelo calendário eclesiástico usado pela igreja Católica, em suas liturgias. Ela o usava nesse calendário para definir as datas e os dias de festas e trabalhos litúrgicos. É lógico que, se não existia a semana de sete dias, também não existia sabbatum.

A liberdade religiosa começou aos poucos, quando Constantino decretou o édito de Milão, em 321 dC. Nessa época a igreja Católica se encontrava no seu auge de crescimento dentro do império romano. E já era a religião oficial. No entanto várias religiões foram surgindo. Configurando uma ameaça devastadora para o catolicismo romano.

Com o incentivo dos bispos e o apoio e favorecimento do imperador à igreja Católica e os problemas políticos acontecendo no império, Constantino achou que seria o momento oportuno de se convocar um Concílio a ser realizado na cidade de Nicéia. E realmente foi concretizado esse evento eclesiástico e político no ano 325 dC, o Concílio de Nicéia.

Volto a repetir que realmente nesse Concílio foram tomadas diversas decisões religiosas favorecendo a igreja Católica e várias decisões políticas favorecendo ao governo imperial de Constantino. Foi a partir dessa reforma que, com a mudança no calendário Juliano, os dias dos meses passaram a ser divididos em semanas de sete dias. E a partir daí o sabbatum litúrgico foi introduzido, juntamente com os outros dias de feiras litúrgicas.

Anteriormente o sabbatum tinha o nome de sétima-feira, no Concílio de Nicéia já veio com o nome de sabbatum litúrgico herdado do calendário eclesiástico na qual foi transferido para o calendário Juliano. O sabbatum do latim litúrgico, dentro do calendário eclesiástico, já possuía finalidades litúrgicas. É por esse motivo que o sabbatum tem o nome de “litúrgico” visto que o mesmo já era usado nos trabalhos de liturgias Católicas. Principalmente as rezas e os jejuns.

O sistema de sete dias semanais, no calendário Juliano, já era oficializado no calendário católico, cujo calendário era muito usado para definir datas e dias de eventos liturgicamente comemorativos dentro do sistema católico. E que agora, no Concílio de Nicéia, teve não só a aprovação dos bispos participantes como também foi oficializado pelo papa são Silvestre I. Mesmo estando ausente, devido a problemas de saúde o papa são Silvestre I aprovou o que foi decidido nesse Concílio.

Os assessores de Constantino, participantes no Concílio de Nicéia, e os bispos e teólogos católicos aprovaram a introdução da semana de feiras litúrgicas com o acréscimo do sabbatum. A essa altura dos fatos se compreende que o sabbatum litúrgico é uma cópia do shabat do calendário judaico.

Se o sabbatum litúrgico não tivesse sido revestido das liturgias Católicas e se por acaso fossem transferidas as mesmas cerimônias da Lei e do Pentateuco que estão incorporadas no shabat, certamente a imitação seria mais parecida com o verdadeiro shabat da Lei. Porém não foi assim que realmente ocorreu. O que na verdade os bispos católicos fizeram foi apenas copiar do nome shabat, do hebraico,ou do dia de saturno, e promover uma transliteração para o latim litúrgico católico formando o vocábulo sabbatum.

A finalidade de dessa incorporação da cópia do shabat com o nome de sabbatum, mais os dias de feiras litúrgicas, foi justamente para se eliminar o paganismo que estava religiosamente bem alicerçado na cultura romana. Ao acompanhar essa trajetória do sabbatum litúrgico, se percebe que o sabbatum não é o shabat do Decálogo.

Diante de toda essa deturpação, o shabat continua a ser o verdadeiro sábado da Lei. Enquanto que o sábado do calendário gregoriano é simplesmente uma cópia desfigurada, uma adulteração ou clonada, por que não dizer um sábado pirateado. E por que podemos afirmar isso? Porque os bispos e os que fizeram parte dessa clonagem sequer se deram ao trabalho de preservar as cerimônias que acompanham o shabat do Decálogo. As quais são cerimônias ordenadas por Deus em (Lv.23.2-4).

O amigo leitor pode observar e comparar como os judeus guardam o shabat, composto de cerimônias, e como os adventistas folgam no sábado do calendário gregoriano católico que não tem cerimônias da Lei, o que o torna um dia normal e comum como outro qualquer.

Amigo Leitor neste livro está escrito muitas coisas sobre “o que você precisa saber sobre o sábado dos adventistas” principalmente sobre a diferença, que é enorme, entre o shabat da Lei e o sábado do calendário usado como descanso corporal pelos adventistas. E a diferença é esta: os judeus guardam rigorosamente o shabat. Enquanto que os adventistas e demais sabadistas de outras religiões simplesmente folgam no sabbatum litúrgico, que realmente é o sábado que está no calendário gregoriano. E aí está uma prova contundente de que os adventistas e os outros sabadistas não guardam o shabat, ou seja, eles não guardam o sábado da Lei da mesma maneira como o povo de Israel o guarda, simplesmente porque o sábado deles não é o shabat.

Bem, vamos dar seqüência ao assunto da trajetória do sábado do calendário gregoriano, chamado de sabbatum litúrgico. Este favor de ter um dia chamado de sábado, os adventistas devem ao imperador Constantino e também à igreja Católica pelo fato de eles ajudarem na transferência de um suposto sábado, o sabbatum, do calendário eclesiástico católico para o calendário Juliano, que posteriormente levou o nome de gregoriano. Esse foi o caminho do sábado que está atualmente no calendário que nós, inclusive os adventistas e os outros sabadistas, usamos.

Aos amigos Leitores quero deixar bem explícito: os dias da semana, que temos atualmente no nosso calendário, entraram no lugar dos dias das calendas, dos dias das nonas, e dos dias dos idos. Vocês Leitores já sabem que essas divisões pertenciam ao calendário Juliano. Hoje não temos mais esse tipo de divisão no calendário gregoriano. O que realmente temos são os sete dias da semana chamados de feiras litúrgicas, que tem no atual calendário, os quais foram introduzidos por padres e bispos.

Entretanto quero levantar uma questão, o amigo Leitor talvez não saiba, mas os atuais sabadistas devem um grande favor ao imperador Constantino e à igreja Católica. Favor para um imperador romano! Por quê? Porque se não fosse o imperador Constantino e a igreja Católica, talvez não existisse o sábado das liturgias Católicas no calendário gregoriano hoje. Esse sábado que se encontra hoje introduzido na semana de feiras litúrgicas, no calendário gregoriano, não foi sozinho para lá. Alguém o colocou. E esse alguém foi a igreja Católica no Concílio de Nicéia. E é justamente esse sábado que os adventistas e os outros sabadistas realmente tanto apreciam.

O fato de incorporar o sabbatum litúrgico católico no calendário Juliano foi, com certeza, para banir toda a ação pagã no sistema calendaristas do povo romano e, quem sabe, se opor ao shabat judaico. Na cultura romana existia a semana pagã que era composta de nomes de deuses astros. E esses nomes eram: Sol, Lua, Marte, Mercúrio, Júpiter, Vênus e Saturno. Segundo a história os dias dos astros eram adaptados a cada dia da semana. E cada dia da semana astrológica correspondia aos sete dias da fase da lua. Essa semana de sete dias não existia, ainda, no calendário juliano.

Os especialistas em calendários antigos e os historiadores afirmam que a maneira de como foi dividido os dias da semana, nos calendários antigos, possui poucas informações sobre o sabbatum do latim secular. Segundo se sabe sobre os registros dos atuais dias organizados em feiras litúrgicas no atual calendário, o gregoriano (antigamente calendário juliano), tem sua procedência na igreja Católica do segundo século para cá. Tudo o que se encontra a respeito das divisões dos dias da semana no calendário Juliano, continuou posteriormente com o nome de gregoriano após a reforma desse em 1582 pelo então papa Gregório XIII.

As informações utilizadas para argumentar e comentar neste livro foram selecionadas através de pesquisas em livros, sites e blogs da internet, a fim de disponibilizar um conteúdo de maior veracidade possível para os amados Leitores e, assim, sanar dúvidas, que muitos têm por esse Brasil a fora, sobre o sábado. Pois de fato os sites que pesquisei são de grande credibilidade. Se acaso as afirmações transmitidas em meus livros acerca do sábado forem falsas, então as informações nesses sites também o serão. Ou seja, seriam os sites que estariam faltando com a verdade e não eu, sites esses que se encontram relacionados ao final deste livro.

O que está posto neste livro, em especial neste capítulo, o que você precisa saber sobre o sábado dos adventistas, tem o intuito de trazer informações úteis especialmente para os menos esclarecidos, que acabam caindo nas garras dos adventistas e de outros sabadistas, que muitas vezes vem praticando proselitismo entre os evangélicos sobre o sábado.

A “segunda intenção” deles está no fato de que quando pregam sobre o sábado gregoriano, eles nunca falam que é o sábado gregoriano e nem o shabat. Eles procuram citar Êxodos 20 para mostrar que o sábado está nos Dez mandamentos. Como muitas pessoas não conhecem a diferença entre o sábado da Lei e o sábado gregoriano, acabam sendo enganados. Porque, na verdade, todas as referências bíblicas somente apontam para um único sábado, ou seja, em toda a Bíblia sempre se refere com exclusividade ao shabat do Decálogo. Assim fica evidente que os adventistas não guardam e nunca guardaram o shabat da Lei. Então fiz por onde escrever este livro, trazendo à luz os esclarecimentos de que o sábado dos adventistas não é o sábado da Lei, o shabat. E que é sim, com certeza, o sabbatum litúrgico do calendário gregoriano. Não deixe de pesquisar esses sites que serviram de fonte de inspiração para eu escrever este e outros livros sobre o sábado gregoriano.



www.calendario.cnt.br/cal_romano03

www.calendario.cnt.br/cal_romanos05.htm

www.desenredo.com.br www.desenredo.com.br/.../calendario%20ii.htm-

www.calendariocnt.br/intro_calendaro1.htm

www.calendario.cnt.br/cal_romanos05.htm

pt.wikipedia.org/wiki/férias

www.calendario.cnt.br/





Janeiro de 2014

Antonio José Ribeiro

( antoniojoseribeiront25@gmail.com)



Extraído do livro; “o que você precisa saber sobre o sábado dos adventistas”


1 comentários:

Anônimo disse...

http://elkind.net/calendar/
Passe aqui e confirme!Obrigado

Real Time Web Analytics
Template personalizado por Elaine Gaspareto

TOPO ▲