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Espírito, carne ou mortadela?

Rm 5.18. "Portanto, assim como uma só transgressão determinou na condenação de todos os seres humanos, assim igualmente um só ato de justiça resultou na justificação que traz vida a todos os homens".
Esta declaração de Paulo revela qual foi o pecado que gerou condenação para todos os descendentes de Adão. A transgressão de Adão, uma apenas, e não várias, nos tornou capazes de pecar. Esta natureza é que nos afasta da Glória de Deus e, ainda por cima, nos condena a viver nesta situação por toda a eternidade.
Foi também por um único ato de justiça, que fomos libertos definitivamente das amarras que nos prendiam a esta situação de pecadores. Não foi por termos enfeitado as nossas vidas com diversos lacinhos coloridos de bondade, que mudamos a nossa natureza de pecadores para justificados.
Deus não trabalha de fora para dentro, ele sempre anda na contra mão do sistema. Um banho na loja da bondade de alguma entidade religiosa não resolverá o problema localizado na nossa raiz mais interior.
Foi ao provocar um novo nascimento, nos transformando em novas criaturas, nos isentando do pagamento da dívida que acumulamos contra Deus e quebrando o estímulo para pecar transmitido por Adão, que fomos salvos.
Só há uma forma de alguém deixar de ser salvo, é voltando ao estado anterior, do qual não existe mais volta (Hb 6). Seria como tentar crucificar Jesus novamente, o que ele já fez de uma vez por todas. Este é o pecado que não tem perdão, o qual eu cuido para não cometer.
Isto a gente faz apostatando da fé, ou seja, negando a nova natureza e reconstruindo a fonte destruída, comendo de volta o que tínhamos vomitado e nos colocando novamente sob o antigo jugo de escravidão do pecado.
Se você não se tornar um apóstata, mas, ainda assim, cometer um pecado específico, existe uma maneira de não perecer: Confessar o pecado e deixar de comete-lo (Pv 28:13).
Estes pecados foram catalogados por Moisés, quando a lei ainda não existia, mas quando já vigorava o status de pecador, com o qual fomos carimbados.
Rm: 5.14. "No entanto, a morte reinou desde a época de Adão até os dias de Moisés, mesmo sobre aqueles que não cometeram pecado semelhante à desobediência de Adão, o qual era uma prefiguração daquele que haveria de vir".
Nosso carimbo hoje é a presença do Espírito Santo em nós. Este selo garante que não somos carne de fabricação adamica, picanha da Friboi, presunto sadia ou mortadela da Cerati.
Ef 1.13: "Nele, igualmente vós, tendo ouvido a Palavra da verdade, o Evangelho da vossa salvação, e nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da Promessa".
Por Ubirajara Crespo  Fonte: Guia-me

2 comentários:

Pb Fernando disse...

Louvado seja Deus que noa transportou do império das das trevas para o reino do filho do seu amor.

El Misionero Matsuura Junichiro a.k.a. Marcos Freybert disse...

Pastor Anselmo, eu queria um esclarecimento, por favor. Sei que este não é o assunto deste post, mas preciso muito deste esclarecimento que lhe solicitarei agora. Eu sou músico, toco guitarra a pelo menos uns 23 anos. Atualmente sou diácono da Assembléia de Deus, e sou músico. Acontece que sou muito criticado por algumas peculiaridades referentes ao meu modo de tocar a guitarra. Meus dedos são muito finos, então, para conseguir tocar a guitarra direito, eu preciso descer a afinação, para que as cordas fiquem um pouco mais confortáveis. E pelo mesmo motivo, eu uso muitos acordes dissonantes. As pessoas insistem em não entender isso. Depois de vários anos, a verdade é que eu desenvolvi um estilo próprio do qual eu simplesmente não consigo abrir mão. Eu gostaria de saber se existe alguma passagem que PROÍBA que eu use o meu estilo próprio na adoração a Deus. E também se existe algo nesses termos no Código Penal. Até entando que ninguém é obrigado a me aceitar, ou aceitar o meu estilo. Mas, ultimamente, a não aceitação está passado dos limites. Ao ponto de confundir autoridade com desrespeito, e obediência com suicídio intelectual. O que devo fazer????

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