16/09/2013

Marcha para a Família pede "Não às drogas"

A 4ª edição da Marcha para a Família, que tem como bandeiras, maior combate ao consumo de drogas, não legalização da maconha, proibição do casamento homossexual e da atividade profissional do sexo, reuniu cerca de 500 pessoas na orla de Boa Viagem. Foto: Annaclarice Almeida/DP/D.A Press
Ato pede combate mais firme a problemas sociais, como consumo de crack, e reforça a não legalização da maconha e do casamento gay
Aproximadamente 500 pessoas participaram da 4ª edição da Marcha para a Família, realizada na manhã deste sábado (14) no Recife. O pleito principal era maior combate ao consumo de drogas, considerado uma tragédia para os lares pernambucanos e do Brasil. O manifesto defendia a não legalização da maconha e, também, a proibição do casamento homossexual e da atividade profissional do sexo. A justificativa era de que esses pontos atacam diretamente o equilíbrio e os princípios da família. O manifesto ocorreu na Avenida Boa Viagem e contou com dois momentos simbólicos de sepultamento: pelos que já morreram vítimas das drogas e os que se encaminham para este fim.
Segundo o pastor Roberval Góes, à frente do Marcha, a sociedade e o governo precisam parar de andar contra o que Deus prega, o equilíbrio da sociedade, principalmente no tratamento ao usuário de drogas. “Há um projeto de lei no Senado que prevê que as casas de recuperação de usuários de drogas, de organização das igrejas, sejam reconhecidas como instrumento de restauração de vidas. E não é aprovada. O senador Humberto Costa pediu vistas e é só para empurrar para frente sem aprovar. Porque não interessa a ele”, destacou. 

O deputado pastor Cleiton Collins, coordenador geral da programação da Marcha, ratifica a necessidade de aprovação desse Projeto. “Sendo consideradas instrumentos de reabilitação social, as casas passarão a ter subsídios federais e mais estruturas para tratar terapêuticamente essas pessoas. O Conselho Estadual de Psicologia é contra, por afirmar não tratar com metodologia apropriada, mas a igreja já faz isso e dá resultado. Droga é destruição. Nossa missão é unir forças como hoje para mobilizar o Senado”, afirma.

O aposentado Manassés Alves levava uma faixa que dizia “Não à corrupção, não às drogas. Não ao Homossexualismo e Sim a família”. Em defesa, afirmou que os pontos são todos os males da sociedade atual. “Precisamos de leis justas e pesadas contra tudo isso. Isso acaba com a família e é contra a Bíblia”. 
O movimento foi acompanhado pela Polícia Militar e pela CTTU, que mantiveram apenas a faixa da direita ocupada pela Marcha e controlando o fluxo pela esquerda. O caminho foi do Parque Dona Lindu até a pracinha de Boa Viagem, onde as duas faixas foram fechadas e foram feitos os pleitos e as orações.
Fonte Diário de Pernambuco
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Anselmo Melo
Anselmo Melo, Carioca, casado e pai de três filhos (herança do Senhor). Pastor Evangélico e empresário. Moro atualmente no Estado de São Paulo onde pastoreio a Igreja de Nova Vida em Limeira. Sou fundador e presidente da Associação Projeto Resgate Vida.

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Anselmo Melo, Carioca, casado e pai de três filhos (herança do Senhor). Pastor Evangélico e empresário. Presidente do COPEL, Conselho de Pastores Evangélicos de Limeira. Moro atualmente no Estado de São Paulo onde pastoreio a Igreja de Nova Vida em Limeira. Fundador e Presidente da Associação Projeto Resgate Vida.
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