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Igreja local: um lugar seguro para ser julgado

"Mas, agora, vos escrevo que não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal, nem ainda comais. Pois com que direito haveria eu de julgar os de fora? Não julgais vós os de dentro? (1 Coríntios 5:11-12)"
É perigoso não ser julgado. Nós precisamos de outras pessoas que nos julguem, com julgamento justo (João 7:24). Precisamos prestar contas. Se não tivermos amigos cristãos que sejam próximos o suficiente para nos confrontar quando nossa vida não combinar com nossa confissão, então devemos tremer.
O tipo de julgamento a que eu me refiro não é aquele gerado pelo desejo de diminuir os outros ou por causa do sentimento de superioridade – numa disposição paternalista. Pelo contrário, vem de uma tenra disposição de amor. Vem de um Natã que está disposto a dizer a Davi que ele deve se arrepender e voltar para Deus (2 Samuel 12).
Devemos temer a Deus à luz do pecado que pode nos enganar e destruir. Não devemos temer o julgamento que vem de amigos na igreja que nos ajuda a lutar contra o pecado. Isso é graça!
É infinitamente mais seguro ser parte de uma igreja local que se preocupa com nossas almas. Glória a Deus pela segurança que há no julgamento justo de seu povo. É graça do céu!
Traduzido por Daniel TC | iPródigo | Original aqui.
Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

6 comentários:

El Misionero Matsuura Junichiro disse...

O problema é que, em um meio onde se confunde:

Autoridade com desrespeito;

Obediência com suicídio intelectual;

"Querer o bem" com se achar no direito de torrar a paciência;

Diversão com o famigerado BULLYING. Acredite se quiser!!!! Isso acontece dentro da igreja!!!!

Onde se confunde exortação com CRÍTICA EXTREMAMENTE DESTRUTIVA;

Onde se confunde obreiro com empregado - sem que esteja caracterizado o vínculo empregatício, sem que haja pagamento de salário, e demais direitos trabalhistas.

Onde existam muitas cobranças, e nenhum reconhecimento;

É SIMPLESMENTE IMPOSSÍVEL HAVER UM JULGAMENTO JUSTO!!!!

Pr. Anselmo Melo disse...

Meu irmão. Percebo certa amargura e decepção em seu comentário. Certamente existem lugares assim como você descreveu. Muitos; talvez mais do que gostaríamos de admitir. Mas, a Igreja ainda continua sendo um lugar seguro. O problema é que fazemos escolhas erradas também na hora de escolhermos onde congregarmos. Pense nisso.

El Misionero Matsuura Junichiro disse...

Com certeza, pastor. Eu estou cansado de não ser levado a sério. Então, decidi não mais tolerar essa situação calado.

El Misionero Matsuura Junichiro disse...

Além do mais, a verdadeira segurança do cristão, está, obviamente em JESUS, e não, lamentavelmente, no meio do povo que se diz cristão.

Pr. Anselmo Melo disse...

Ore meu irmão.Certamente o Deus da glória lhe concedera sabedoria para lidar com essa situação.Paz!

El Misionero Matsuura Junichiro a.k.a. Marcos Freybert disse...

Pastor Anselmo, eu queria um esclarecimento, por favor. Sei que este não é o assunto deste post, mas preciso muito deste esclarecimento que lhe solicitarei agora. Eu sou músico, toco guitarra a pelo menos uns 23 anos. Atualmente sou diácono da Assembléia de Deus, e sou músico. Acontece que sou muito criticado por algumas peculiaridades referentes ao meu modo de tocar a guitarra. Meus dedos são muito finos, então, para conseguir tocar a guitarra direito, eu preciso descer a afinação, para que as cordas fiquem um pouco mais confortáveis. E pelo mesmo motivo, eu uso muitos acordes dissonantes. As pessoas insistem em não entender isso. Depois de vários anos, a verdade é que eu desenvolvi um estilo próprio do qual eu simplesmente não consigo abrir mão. Eu gostaria de saber se existe alguma passagem que PROÍBA que eu use o meu estilo próprio na adoração a Deus. E também se existe algo nesses termos no Código Penal. Até entando que ninguém é obrigado a me aceitar, ou aceitar o meu estilo. Mas, ultimamente, a não aceitação está passado dos limites. Ao ponto de confundir autoridade com desrespeito, e obediência com suicídio intelectual. O que devo fazer????

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