02/09/2013

Igreja local: um lugar seguro para ser julgado

"Mas, agora, vos escrevo que não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal, nem ainda comais. Pois com que direito haveria eu de julgar os de fora? Não julgais vós os de dentro? (1 Coríntios 5:11-12)"
É perigoso não ser julgado. Nós precisamos de outras pessoas que nos julguem, com julgamento justo (João 7:24). Precisamos prestar contas. Se não tivermos amigos cristãos que sejam próximos o suficiente para nos confrontar quando nossa vida não combinar com nossa confissão, então devemos tremer.
O tipo de julgamento a que eu me refiro não é aquele gerado pelo desejo de diminuir os outros ou por causa do sentimento de superioridade – numa disposição paternalista. Pelo contrário, vem de uma tenra disposição de amor. Vem de um Natã que está disposto a dizer a Davi que ele deve se arrepender e voltar para Deus (2 Samuel 12).
Devemos temer a Deus à luz do pecado que pode nos enganar e destruir. Não devemos temer o julgamento que vem de amigos na igreja que nos ajuda a lutar contra o pecado. Isso é graça!
É infinitamente mais seguro ser parte de uma igreja local que se preocupa com nossas almas. Glória a Deus pela segurança que há no julgamento justo de seu povo. É graça do céu!
Traduzido por Daniel TC | iPródigo | Original aqui.
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Anselmo Melo
Anselmo Melo, Carioca, casado e pai de três filhos (herança do Senhor). Pastor Evangélico e empresário. Moro atualmente no Estado de São Paulo onde pastoreio a Igreja de Nova Vida em Limeira. Sou fundador e presidente da Associação Projeto Resgate Vida.

6 comentários:

  1. O problema é que, em um meio onde se confunde:

    Autoridade com desrespeito;

    Obediência com suicídio intelectual;

    "Querer o bem" com se achar no direito de torrar a paciência;

    Diversão com o famigerado BULLYING. Acredite se quiser!!!! Isso acontece dentro da igreja!!!!

    Onde se confunde exortação com CRÍTICA EXTREMAMENTE DESTRUTIVA;

    Onde se confunde obreiro com empregado - sem que esteja caracterizado o vínculo empregatício, sem que haja pagamento de salário, e demais direitos trabalhistas.

    Onde existam muitas cobranças, e nenhum reconhecimento;

    É SIMPLESMENTE IMPOSSÍVEL HAVER UM JULGAMENTO JUSTO!!!!

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    1. Meu irmão. Percebo certa amargura e decepção em seu comentário. Certamente existem lugares assim como você descreveu. Muitos; talvez mais do que gostaríamos de admitir. Mas, a Igreja ainda continua sendo um lugar seguro. O problema é que fazemos escolhas erradas também na hora de escolhermos onde congregarmos. Pense nisso.

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    2. Com certeza, pastor. Eu estou cansado de não ser levado a sério. Então, decidi não mais tolerar essa situação calado.

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    3. Além do mais, a verdadeira segurança do cristão, está, obviamente em JESUS, e não, lamentavelmente, no meio do povo que se diz cristão.

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    4. Ore meu irmão.Certamente o Deus da glória lhe concedera sabedoria para lidar com essa situação.Paz!

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  2. Pastor Anselmo, eu queria um esclarecimento, por favor. Sei que este não é o assunto deste post, mas preciso muito deste esclarecimento que lhe solicitarei agora. Eu sou músico, toco guitarra a pelo menos uns 23 anos. Atualmente sou diácono da Assembléia de Deus, e sou músico. Acontece que sou muito criticado por algumas peculiaridades referentes ao meu modo de tocar a guitarra. Meus dedos são muito finos, então, para conseguir tocar a guitarra direito, eu preciso descer a afinação, para que as cordas fiquem um pouco mais confortáveis. E pelo mesmo motivo, eu uso muitos acordes dissonantes. As pessoas insistem em não entender isso. Depois de vários anos, a verdade é que eu desenvolvi um estilo próprio do qual eu simplesmente não consigo abrir mão. Eu gostaria de saber se existe alguma passagem que PROÍBA que eu use o meu estilo próprio na adoração a Deus. E também se existe algo nesses termos no Código Penal. Até entando que ninguém é obrigado a me aceitar, ou aceitar o meu estilo. Mas, ultimamente, a não aceitação está passado dos limites. Ao ponto de confundir autoridade com desrespeito, e obediência com suicídio intelectual. O que devo fazer????

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Autor


Anselmo Melo, Carioca, casado e pai de três filhos (herança do Senhor). Pastor Evangélico e empresário. Presidente do COPEL, Conselho de Pastores Evangélicos de Limeira. Moro atualmente no Estado de São Paulo onde pastoreio a Igreja de Nova Vida em Limeira. Fundador e Presidente da Associação Projeto Resgate Vida.
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