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A Ascensão da Deusa e da Espiritualidade Feminista - Parte 2 — A Adoração à Deusa

Um artigo para os Evangélicos que pensam poder flertar com o romanismo
Autor: Russ Wise
Nota do Editor: O artigo a seguir, usado mediante permissão de Probe Ministries, rastreia a espiritualidade da deusa da forma como ela se relaciona com a feitiçaria, com o Movimento Feminista, com o ocultismo e como se manifesta nas igrejas de base liberal.
Russ Wise é um ex-conferencista que trabalhou com Probe Ministries; ele é um observador do ocultismo e das seitas (tanto orientais quanto ocidentais) há mais de vinte anos. Ele procura esclarecer a comunidade cristã a respeito desses ensinos sem base bíblica, ajudando a impedir que os cristãos sejam vítimas dessas enganações. Atualmente, ele coopera com o Christian Information Ministries.
Probe Ministries é uma organização cristã que procura ajudar a igreja a renovar as mentes dos fiéis com a cosmovisão cristã e equipá-los a ir ao mundo e evangelizar. Mais informações podem ser encontradas na página em http://www.Probe.org.



"A deusa, ou Grande Mãe, existe desde o início dos tempos... foi das profundezas primordiais de seu útero que o Universo e toda a vida nasceram." — Morwyn, Secrets of a Witch’s Coven (Segredos de um Conciliábulo de Bruxos).

A reverência pela deusa está se tornando prevalecente nos dias atuais. A deusa é aceita pela feitiçaria, pelo feminismo radical, pelo ocultismo e pelas igrejas liberais. A Nova Era, que está prestes a alvorecer sobre nós, será, de acordo com o mundo ocultista, uma era feminina. Da mesma forma, aqueles que têm essa visão acreditam que a atual era masculina tem sido uma época de destruição e de relacionamentos rompidos entre a humanidade. A Nova Era com suas energias femininas trará equilíbrio aos aspectos destrutivos da Era de Peixes.
Rosemary Radford Ruether, em seu livro Woman­guides: Readings Toward a Feminist Theology, declara que:
"É para as mulheres que olhamos em busca de salvação nas águas curadoras e restauradoras de Aquário. É para essa Nova Era que olhamos agora com esperança à medida que a era presente do masculinismo consegue se autodestruir."

De acordo com Starhawk, uma feminista e bruxa praticante, "O simbolismo da Deusa não é uma estrutura paralela com o simbolismo de Deus, o Pai. A Deusa não governa o mundo; ela é o mundo." [1].
Para que essa época feminina possa se concretizar plenamente, uma mudança na consciência precisa ocorrer no mundo. Essa mudança na forma de pensar e na percepção da realidade apresentará a deusa. [2].

Segundo aqueles que acreditam na Grande Deusa, a Europa era antigamente habitada por uma sociedade matriarcal e igualitária. Eles afirmam que os europeus adoravam uma deusa matrifocal, sedentária, pacífica e amante da arte, no período de 5.000 a 25.000 anos antes da ascensão da primeira religião orientada para os homens. Eles afirmam que essa cultura igualitária foi dominada e destruída por um grupo de invasores indo-europeus seminômades, montados a cavalo, que eram patrifocais, que se deslocavam, eram guerreiros e indiferentes à arte. [3].
Esses invasores indo-europeus consideravam-se superiores aos adoradores da deusa, que eram pacíficos e amantes da arte, por causa de suas capacidades militares superiores. A religião matriarcal daqueles primeiros colonizadores da Europa foi eventualmente assimilada dentro da religião patriarcal dos invasores. À medida que esses invasores impuseram sua cultura patriarcal sobre os povos conquistados, estupros [4] e mitos sobre os guerreiros masculinos matando serpentes (símbolos dos adoradores da deusa) apareceram pela primeira vez. À medida que a assimilação cultural continuou, a Grande Deusa se fragmentou em muitas deusas menores.
De acordo com Merlin Stone, autor de When God Was a Woman (Quando Deus Era uma Mulher), a desentronização da Grande Deusa — iniciada pelos invasores indo-europeus — foi finalmente realizada pelas religiões hebraica, cristã e islâmica que surgiram mais tarde. [5] A deidade masculina assumiu a posição proeminente. As deusas femininas se desvaneceram e passaram para o segundo plano, e a posição da mulher na sociedade também seguiu o mesmo curso. [6].

A Deusa e a Feitiçaria

No mundo da bruxaria, a deusa é a doadora da vida. Jean Shinoda Bolen, uma médica, em seu livro Goddesses in Everywoman (Deusas em Toda Mulher), tem o seguinte a dizer sobre a deusa:

"A Grande Deusa era adorada como a força da vida feminina profundamente conectada com a natureza e a fertilidade, responsável tanto por criar quanto por destruir a vida." [7].
Bolen também diz que "a Grande Deusa era considerada imortal, imutável e onipotente" antes da chegada do cristianismo. Para as bruxas, a deusa é a própria Terra. A Mãe Terra, ou Gaia, como a deusa é conhecida nos círculos ocultistas, é um ser em evolução, como é toda a natureza. Starhawk, em seu livro sucesso de vendas The Spiral Dance (A Dança Espiral), diz que "o modelo da Deusa, que é imanente na natureza, patrocina o respeito pela sacralidade de todas as coisas vivas. A bruxaria pode ser vista como a religião da ecologia. Seu objetivo é a harmonia com a natureza, para que a vida possa não apenas sobreviver, mas florescer." [8].
A bruxaria vê Gaia, ou a Mãe Terra, como um biossistema. Ela atribui consciência à Terra e acredita que ela também seja espiritual. Em outras palavras, Gaia é um ser vivo e em evolução que tem um destino espiritual.
O movimento ambientalista atual é grandemente influenciado por aqueles que praticam a feitiçaria ou que aderem às crenças neopagãs. A bruxaria é uma tentativa de reintroduzir o aspecto sagrado da Terra que foi, de acordo com seus praticantes, destruído pelo mundo cristão. Portanto, a deusa é uma afronta direta contra a religião dominada pelos homens do Deus dos hebreus.
O cristianismo ensina que Deus é transcendente, está separado da natureza e é representado para a humanidade por meio da imagem masculina. A bruxaria adere a uma visão panteísta de Deus. Deus é a natureza; portanto, Deus está em todas as coisas e todas as coisas são parte de Deus. Entretanto, esse Deus é na verdade uma deusa.
Uma crença fundamental na bruxaria é a ideia que a deusa antecede o Deus masculino. A deusa é a doadora de toda a vida e é encontrada em toda a criação.
"Não se pode deixar de enfatizar a importância do símbolo da deusa para as mulheres. A imagem da Deusa inspira as mulheres a se verem como divinas, nossos corpos como sagrados, as fases de mutação de nossas vidas como santas, nossa agressão como saudável, e nossa fúria como purificadora. Por meio da Deusa, podemos descobrir nossa força, iluminar nossas mentes, possuir nossos corpos e celebrar nossas emoções." [9].
Para Betty Sue Flowers, uma professora de inglês na Universidade do Texas, o movimento da espiritualidade feminina é a resposta para a religião orientada para os homens do cristianismo. Na Conferência Internacional Sobre a Espiritualidade Feminina, em Austin, no Texas, ela declarou:
"A deusa é uma metáfora que nos faz lembrar do lado feminino da espiritualidade. As metáforas são importantes. Não podemos conhecer a Deus diretamente. Somente podemos conhecer as imagens de Deus, e cada imagem, ou metáfora, é uma porta. Algumas portas estão abertas e outras estão fechadas. Uma porta que é só masculina está aberta apenas pela metade." [10].

A Deusa e o Feminismo

Para muitos no mundo feminista, a deusa é um objeto de adoração. Aqueles que estão no movimento da espiritualidade feminista "rejeitam aquilo que chamam de tradição patriarcal judaico-cristã, deplorando a linguagem sexista, as imagens e a liderança predominantemente masculinas." [11].
De acordo com um artigo de Sonia L. Nazario, publicado no The Wall Street Journal, "As mulheres quiseram primeiro aplicar o feminismo nos campos político e econômico, depois em suas famílias. Agora, elas o querem em suas vidas espirituais." [12].
Para compreender plenamente as implicações do movimento de espiritualidade feminista, basta ler a literatura atual sobre o assunto. Os editores do livro Radical Feminism (Feminismo Radical) declaram que "As instituições políticas, como a religião, estão baseadas em filosofias de ordens hierárquicas e reforçam a opressão dos homens sobre as mulheres; portanto, elas precisam ser destruídas."
O feminismo radical acredita que a igreja tradicional precisa ser desmantelada. Naomi Goldenberg, em seu livro Changing of the Gods (A Troca dos Deuses), afirma que "… o Movimento Feminista na cultura ocidental está comprometido com a lenta execução de Cristo e de Iavé... É provável que à medida que observarmos Cristo e Iavé caírem e rolarem pelo chão, superaremos completamente a necessidade de um deus externo." [13].
A deidade que muitos no campo feminista estão procurando toma a forma de uma deusa. Alguns no movimento da deusa, de acordo com um artigo publicado no Wall Street Journal, "oram para que chegue o tempo quando a ciência tornará os homens desnecessários para a procriação." [14] A feminista radical vê o Movimento da Deusa como um veículo espiritual de expressão para suas crenças arraigadas. Mark Muesse, um professor-assistente de Estudos da Religião no Rhodes College, concorda que:
"... algumas cristãs feministas trabalham por mudanças que vão da ordenação de mulheres, o uso de termos genéricos e não-sexuais para Deus e para a humanidade até uma revisão geral da própria teologia." [15].
Talvez a palavra mais descritiva para o Movimento Feminista seja "transformação". Catherine Keller, professora-associada da Teologia na Universidade Xavier diz em seu ensaio "Feminismo e o Novo Paradigma" que "o Movimento Feminista global está produzindo o fim do patriarcado, o eclipse da política de separação e o início de uma nova era modelada com base no paradigma holístico e dinâmico. As feministas radicais veem essa era e o longo processo que levará até ela, como uma transformação abrangente."
Outro aspecto dessa transformação é a mistura dos sexos. O Movimento Feminista busca um molde comum para toda a humanidade. O psicoterapeuta junguiano John Weir Perry acredita que precisamos descobrir nossa individualidade descobrindo a androgenia. Ele afirma:
"Para alcançar um novo consenso, temos de evitar cair novamente em estereótipos e isso requer o verdadeiro desenvolvimento de nossa individualidade. Este é um trabalho contínuo de autorrealização e auto-atualização. Para os homens, significa crescer em sua masculinidade nativa e equilibrá-la com a feminilidade. Para as mulheres, é o mesmo — crescer e atingir a plena feminilidade, e isso inclui seu lado masculino." [16].
Este processo se parece mais com a androgenia, ou uniformidade, do que com a individualidade. Essa mudança de paradigmas não é nada mais do que reordenar a compreensão do homem de Deus, uma transição na forma de pensar em Deus por meio da imagem predominantemente masculina e experimentar Deus como uma deusa, a mãe da vida.

A Deusa e o Ocultismo

O mundo do ocultismo, também conhecido como Nova Era, acredita que a deusa resida dentro do indivíduo e simplesmente necessita ser despertada. Em outras palavras, o indivíduo é inerentemente divino. Starhawk, a bruxa que trabalha com o sacerdote católico Matthew Fox em seu Instituto de Espiritualidade da Criação, diz que um indivíduo pode despertar a deusa invocando ou convidando sua presença. Ela diz: "… invocar a Deusa é despertar a Deusa que está no interior, para se tornar... esse aspecto que invocamos. A invocação canaliza poder por meio da imagem visualizada da Divindade."

Starhawk continua: "Já somos um com a Deusa — ela está conosco desde o princípio, de modo que a realização se torna... uma questão de autoconscientização. Para as mulheres, a Deusa é o símbolo do eu mais interior. Ela desperta a mente, o espírito e as emoções." [17].
Jean Shinoda Bolen, professora de Psiquiatria Clínica na Universidade da Califórnia, respondeu à pergunta "O que aflige nossa sociedade?" dizendo: "Sofremos da ausência de uma metade do nosso potencial espiritual — a Deusa." [18].
Os indivíduos que seguem os ensinos da Nova Era acreditam que a religião dominada pelo homem da época presente cometeu uma injustiça contra a humanidade e contra o ecossistema. Portanto, é necessário um balanceamento das energias. As energias masculinas precisam diminuir e as energias femininas precisam crescer para que a deusa capacite os indivíduos.
A Nova Era do ocultismo promete ser um período de paz, harmonia e tranquilidade, enquanto que a presente época das trevas da ruptura e da separação continua a produzir a guerra, conflitos e a desarmonia. Portanto, é a deusa, com seus aspectos femininos de unidade, amor e paz que oferecerá uma solução para a humanidade e impedirá sua destruição. Para muitos em nossa sociedade, esta parece ser a resposta para o dilema do homem. Entretanto, uma solução ocultista que nega a expiação de Cristo pelos pecados não pode atender plenamente os requisitos de Deus para a perfeição.
Para o pagão, a deusa representa a vida e tudo o que ela tem a oferecer. "A religião da Deusa é uma tentativa consciente de remodelar a cultura." [19]. Essa remodelagem não é nada menos que ver o homem e sua compreensão da realidade a partir de uma perspectiva centrada na mulher, o foco do qual está no Divino como mulher. Portanto, uma ênfase considerável é colocada nos atributos femininos e enfocando no fim o erotismo e a sexualidade:
"As mulheres são claramente a catálise para a formação da nova espiritualidade. São as mulheres, acima de tudo, que estão no processo de reverter o Gênesis... validando e liberando sua sexualidade." [20].
Uma parte importante desse processo de transformação é a capacitação das mulheres. A ascensão da deusa é um ataque direto aos fundamentos do cristianismo. Essa nova espiritualidade afirma a bissexualidade, o lesbianismo, a homossexualidade e a androgenia por meio da expressão do travestismo.
À medida que esse reavivamento da deusa continua, uma crescente falta de distinção entre homem e mulher se tornará a norma. O psicoterapeuta junguiano John Weir Perry acredita que "tanto a Psicologia atual quanto a história recente apontam para uma transformação emergente em nosso senso de sociedade e do eu, uma transformação que inclui a redefinição da noção do que significa ser homem e mulher." [21].
A Bíblia indica claramente que homens e mulheres foram criados como seres distintos, macho e fêmea. A crescente influência ocultista em nossa sociedade procura solapar o absoluto bíblico que dá estabilidade à nossa cultura. Novamente, a Bíblia estava correta, pois diz: "Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; e desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas." [22].

A Deusa e as Igrejas Liberais

A mensagem da deusa também ganhou ouvidos nas igrejas liberais. A filosofia da deusa está sendo ensinada atualmente nas salas de aula de muitos seminários. Mary Daly, que se considera uma cristã feminista, diz o seguinte sobre o cristianismo tradicional: "Para falar de forma bem curta e grossa, proponho que o próprio cristianismo deva ser castrado." [23].
O objetivo principal desse tipo de "cristã" feminista é trazer ao fim aquilo que ela vê como uma religião dominada pelo homem, castrando a influência masculina da religião. Ela continua e diz: "Estou sugerindo que a ideia de salvação unicamente por meio de um salvador masculino perpetua a opressão patriarcal." [24].

A Rev. Susan Cady, coautora de Sophia: the Future of Feminist Spirituality (Sofia: o Futuro da Espiritualidade Feminista) e pastora da Igreja Metodista Unida Emanuel, na cidade de Filadélfia, é um exemplo da direção que Daly e outras estão levando a igreja. Essa autora diz que "Sofia é uma figura feminina, como uma deusa, que aparece claramente nas Escrituras da tradição hebraica." Wisdom Feast (O Banquete da Sabedoria), o livro mais recente das autoras, identifica claramente Jesus com Sofia. A sofiologia apresenta Sofia como uma deusa separada e Jesus como seu profeta. O livro toma liberdades com Jesus, substituindo-o com a deidade feminina Sofia.
Outro exemplo de como a "tealogia" (a grafia feminista para teologia) está entrando nas igrejas liberais é por meio de seminários realizados nas escolas teológicas. Um desses seminários foi realizado na Escola de Teologia Perkins, na Universidade Metodista do Sul, em fevereiro de 1990.
Linda Finnell, uma wiccana palestrante, falou sobre o assunto de "Retornar à Deusa Por Meio da Bruxaria Diânica". Dois dos conferencistas convidados eram de persuasão de Nova Era. Na verdade, um deles, José Hobday, trabalha com Matthew Fox e a bruxa Starhawk no Instituto de Espiritualidade da Criação.
Um número crescente de igrejas em todo o mundo está aderindo à mentira da Nova Era. Muitas igrejas introduziram o livro Um Curso em Milagres, Yôga, o Método Silva de Controle da Mente, e ensinos sobre unidade e metafísica em seus materiais didáticos. Algumas igrejas deram um passo adicional na Nova Era contratando indivíduos que aderem a uma cosmovisão metafísica.
Independente se o indivíduo busca a deusa por meio da bruxaria, do Movimento Feminista, da Nova Era, ou de uma igreja liberal, ele (ou ela) está começando a compreender e a descobrir o "eu maior". O eu maior, frequentemente referido como o "deus interior" é aceito como a pura verdade, a profunda sabedoria. Essa verdade ou sabedoria incorpora a mentira básica da divinização. Como cristãos, precisamos aprender a discernir os espíritos, para não sermos enganados.
Sobre o autor: Russ Wise é um escritor e pesquisador cristão sobre ocultismo e várias tendências religiosas mundiais. Atualmente, trabalha com oChristian Information Ministries.

Notas Finais

  1. Starhawk, The Spiral Dance (New York: Harper & Row 1989), pág. 23.
  2. Elinor W. Gadon, The Once and Future Goddess (New York: HarperCollins, 1989), pág. xiv.
  3. Ibidem, págs. xii-xiii. Veja também Lynnie Levy, Of a Like Mind (Madison, Wis., 1991), vol. viii, no. 3, págs. 2-3.
  4. Veja também Zsuzsanna Emese Budapest, The Holy Book of Women’s Mysteries (Oakland, Calif., Susan B. Anthony Coven No. 1, 1986), pág. 12.
  5. Veja também Gadon, The Once and Future Goddess, pág. xiii.
  6. Jean Shinoda Bolen, Goddesses in Everywoman (San Francisco, Harper & Row, 1984), pág. 21.
  7. Ibidem, pág. 20.
  8. Starhawk, The Spiral Dance, pág. 25.
  9. Ibidem, pág. 24.
  10. Carlos Vidal Greth, The Spirit of Women, The Austin-American Statesman, 5 de março de 1991, sec. D.
  11. Ibidem.
  12. Sonia L. Nazario, Is Goddess Worship Finally Going to Put Men in Their Place?, The Wall Street Journal, 7 de junho de 1990, sec. A.
  13. Naomi Goldenberg, Changing of the Gods: Feminism and the End of Traditional Religions (Boston, Beacon Press, 1979), págs. 4, 25.
  14. Nazario, Goddess Worship.
  15. Deirdre Donahue, Dawn of the Goddesses, USA Today, 26 de setembro de 1990, sec. D.
  16. John Weir Perry, Myth, Ritual, and the Decline of Patriarchy, Magical Blend 33 (janeiro de 1992), pág. 103.
  17. Starhawk, The Spiral Dance, pág. 99.
  18. Jean Shinoda Bolen, The Women’s Movement in Transition: The Goddess and the Grail, Magical Blend 33 (janeiro de 1992), pág. 8.
  19. Starhawk, The Spiral Dance, pág. 11.
  20. Donna Steichen, The Goddess Goes to Washington, Fidelity Magazine (dezembro de 1986), pág. 42.
  21. Perry, Decline of Patriarchy, pág. 62.
  22. 2 Timóteo 4:3-4.
  23. Alice Hageman, Theology After the Demise of God the Father: a Call for the Castration of Sexist Religion (New York, Association Press, 1974), pág. 132.
  24. Hageman, Theology, pág. 138.

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