26/07/2013

Ministério Público pede bloqueio de bens de Lula

Ministério Público Federal de Brasília pediu à justiça
 o bloqueio dos bens do ex-presidente Lula da Silva,
 a quem acusa de improbidade administrativa por ter usado
 verba pública com claro intento de promoção pessoal
O Ministério Público Federal (MPF) de Brasília pediu à justiça o bloqueio dos bens do ex-presidente Lula da Silva, a quem acusa de improbidade administrativa por ter usado verba pública com claro intento de promoção pessoal.
O bloqueio de bens tem como finalidade garantir a devolução aos cofres públicos de quatro milhões de euros que Lula, segundo o MPF, usou indevidamente.
A acção interposta pelo MPF refere-se ao gasto desses quatro milhões de euros com a impressão e o envio pelo correio de mais de dez milhões de cartas enviadas pela Segurança Social a reformados entre Outubro e Dezembro de 2004, segundo ano do primeiro mandato de Lula.
A missiva avisava os reformados que um convénio estabelecido entre a Segurança Social e o até então desconhecido Banco BMG lhes permitia a partir de então pedirem empréstimos a juros baixos e sem qualquer burocracia àquela instituição bancária, com o desconto das parcelas sendo feito directamente nas reformas.
 Até aí não haveria problema, não fossem dois detalhes, que chamaram a atenção dos promotores. O BMG, único banco privado a ser autorizado na altura a realizar esse tipo de empréstimo, conseguiu a autorização em menos de duas semanas, quando o normal seriam vários meses, e as cartas, simples correspondência informativa, eram assinadas por ninguém menos que o próprio presidente da República, algo nada comum para esse tipo de aviso.
Para o Ministério Público, não há dúvida de que Lula e o então ministro da Segurança Social, Amir Lando, que também assinou as cartas e é igualmente acusado na acção, usaram a correspondência para obterem promoção pessoal e lucro político e que a acção do presidente da República favoreceu a extrema rapidez com que o BMG conseguiu autorização para operar o negócio, desrespeitando as normas do mercado. A 13.ª Vara Federal, em Brasília, a quem a acção foi distribuída, ainda não se pronunciou sobre o pedido do MPF.
Author Image

Anselmo Melo
Anselmo Melo, Carioca, casado e pai de três filhos (herança do Senhor). Pastor Evangélico e empresário. Moro atualmente no Estado de São Paulo onde pastoreio a Igreja de Nova Vida em Limeira. Sou fundador e presidente da Associação Projeto Resgate Vida.

Um comentário:

  1. Pastor Anselmo, a paz do Senhor!!!!!

    Claro que apoio a atitude do MP. O Lula não deve estar acima da lei, ele precisa mesmo ser investigado. Se ele é inocente, essa é a hora de ele mostrar ao povo brasileiro sua integridade.

    ResponderExcluir

Seu comentário é muito importante,
Você pode elogiar ou criticar, observe apenas:

1-Não publicamos criticas de ANÔNIMOS e nem comentários que não estejam relacionados com o assunto.

2-Baixarias e palavrões também não.

3-Nem todas as publicações são de minha autoria e o fato de estarem aqui não implica necessariamente em que eu concorde com todo o teor do post.

4- Quer ser respeitado? Mostre respeito!

Autor


Anselmo Melo, Carioca, casado e pai de três filhos (herança do Senhor). Pastor Evangélico e empresário. Presidente do COPEL, Conselho de Pastores Evangélicos de Limeira. Moro atualmente no Estado de São Paulo onde pastoreio a Igreja de Nova Vida em Limeira. Fundador e Presidente da Associação Projeto Resgate Vida.
Saiba mais →

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *