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Por que opor-se ao "casamento" homossexual?

Se duas pessoas do mesmo sexo se atraem e desejam passar o resto da vida juntas, por que não podem se casar? Esta situação não seria a mesma que a de um homem e uma mulher que querem se casar? Não seria conveniente redefinir a instituição matrimonial?

Nem os governantes, nem os legisladores nem os juízes têm direito de redefinir o casamento desconectando-o da alteridade sexual que está na própria fonte da humanidade. O casamento é uma instituição imemorial que reconhece o compromisso estável entre um homem e uma mulher para fundar uma família. Estender o casamento a duas pessoas do mesmo sexo significa impor a indiferença sexual como uma nova norma, quando a alteridade está no começo da vida humana e da sociedade. Isso é uma grande injustiça frente ao bem comum e o bem de cada um, especialmente dos filhos: que direito temos nós de impor a algumas crianças dois pais ou duas mães?

O casamento é a união estável entre um homem e uma mulher.

A alteridade sexual dos esposos faz parte de princípios tão comuns e evidentes, que são admitidos pela maioria das pessoas. No entanto, em alguns países, a lei permite que duas pessoas do mesmo sexo se casem. Este é um tema que causa polêmica.
Na Espanha, por exemplo, 11 magistrados do Tribunal Constitucional estão discutindo se este tipo de união pode ser considerada "casamento", em resposta a um recurso do Partido Popular, apresentado em setembro de 2005, contra a reforma socialista que permitiu o casamento homossexual. Enquanto isso, na França, o presidente François Hollande pretende que o legislativo possa estender o casamento aos casais homossexuais.
Como destacou o cardeal Vingt-Trois diante da Assembleia dos Bispos em Lourdes, em 3 de novembro de 2012, "a escolha presidencial e as escolhas legislativas não constituem um cheque em branco automático, sobretudo para reformas que afetam tão profundamente os alicerces da nossa sociedade".


  O Estado e a lei podem adaptar alguns aspectos do casamento, mas não redefinir sua essência.
Ainda que o casamento tenha passado por variações jurídicas ao longo da história, sempre articulou os aspectos relacionados aos cônjuges e a procriação. A paridade pai-mãe se insere como um primeiro princípio na história da humanidade porque todo ser humano nasce biologicamente homem ou mulher. Esta alteridade é indispensável para gerar e essencial para educar o filho. Pai e mãe transmitem ao seu filho não somente a vida, mas a filiação, ou seja, seu patrimônio tanto genético como histórico, e sua complementariedade.
Quando o legislador pretende abolir a diferença entre os sexos, inventando a união matrimonial entre dois homens ou duas mulheres e sua possível "parentalidade", isso afeta o núcleo do casamento como realidade antropológica fundadora. É um abuso de poder.
Como resumiu o cardeal Vingt-Trois em Lourdes, em 3 de novembro, "a questão fundamental é a do respeito à realidade sexuada da existência humana e sua gestão pela sociedade". Na sua opinião, quando se elimina a paridade estrita em numerosos âmbitos da vida social e se impõe, no casamento e na família em que a paridade é necessária e constitutiva, uma visão do ser humano sem reconhecer a diferença sexual, cai-se em um engano que destrói um dos fundamentos da nossa sociedade e instaura uma discriminação entre as crianças.
Para o grão-rabino Rabino Gilles Berheim, a legalização do casamento homossexual causa um grande dano ao conjunto da sociedade em benefício de uma ínfima minoria, uma vez que há três elementos irreversivelmente deformados:
- As genealogias, ao substituir a paternidade e a maternidade pela parentalidade.
- O status do filho, que passa de sujeito a objeto sobre o qual alguém tem um direito.
- As identidades ou a sexualização como dadas pela natureza teriam de ceder a vez obrigatoriamente à orientação expressada por cada um, em nome de uma luta contra as desigualdades, pervertida em erradicação das diferenças.
 
Basear o casamento na alteridade sexual não é homofóbico nem discriminatório.
A diferença homem-mulher estrutura a sociedade (da qual a família é a célula básica), por meio do casal conjugal e parental. Afirmar que o direito ao casamento exige a alteridade dos sexos não é ser homofóbico. Destacando que "a igualdade não significa deixar de diferenciar", o pastor Claude Baty considera "absurdo questionar o que sempre foi o funcionamento normal da humanidade, ou seja, o fato de que se precisa de um homem e uma mulher para ter um filho".

"Negar este 'direito ao casamento' às pessoas do mesmo sexo não implica nenhuma discriminação", destaca, por sua vez, o bispo de Bayona, Dom Aillet. Para ele, "toda pessoa merece ser reconhecida e respeitada em sua dignidade; e esta dignidade precede a orientação sexual da pessoa e repousa fundamentalmente na sua identidade, que é sempre, sejam quais forem suas tendências ou seu estilo de vida, a de ser um homem ou uma mulher. 
Ao contrário, é uma discriminação injusta, para a grande maioria de casais e para os filhos aos quais se nega institucionalmente o direito de ser adotados por um pai e uma mãe, redefinir o casamento e a filiação no código civil sob pressão, depois de tudo, de uma minoria ativista".
 
O acesso à procriação artificial por parte das pessoas homossexuais atenta 
contra a dignidade humana e o respeito à vida.
A reivindicação do casamento homossexual inclui o acesso à procriação artificial. As mulheres exigem a inseminação artificial (que oculta a identidade do pai biológico) e os homens, as "barrigas de aluguel" (mulheres que não são consideradas mais do que "gestantes").
Após o pretendido "direito ao filho", prepara-se a instrumentalização do corpo da mulher e a gestação corre o risco de ser promovida em nome de um princípio de não-discriminação entre as mulheres e os homens, incapazes estes últimos de dar à luz.
Além disso, a pretendida "homofiliação" alimenta o sonho do "bricolagem genética". que tenta fabricar seres humanos com os genes de vários homens ou mulheres, adverte Alain e Pascale Ricaud.
 
O casamento homossexual priva a criança dos seus direitos fundamentais.
Por que privar as crianças adotadas do direito de ter um pai e uma mãe?
"Enquanto o filho não pode nascer mais do que de um homem e uma mulher, o possível acesso à adoção colocaria juridicamente em dúvida esta realidade, fazendo acreditar que é possível nascer de duas pessoas do mesmo sexo", constata a União Nacional de Associações Familiares da França (UNAF), que pede que se mantenha o acesso à procriação artificial somente por razões estritamente médicas e que se proíba a gestação para outros.
A possibilidade de que um casal de homossexuais adote menores deixa a porta aberta para a discriminação das crianças, que se veem privadas de ter um pai e uma mãe, e abre o interrogante de como realizar a seleção das crianças que irão a lares com pai e mãe ou a lares somente com pais ou somente com mães.
Vi AquiAleteia

4 comentários:

L.C disse...

Pastor Anselmo se os gays não acreditam na Bíblia Sagrada é problema é deles, pois o pai deles o deputado gay Jean Wyllys, e ele já disse que não acredita na bíblia que é a Palavra de Deus? O que se esperar desses lixos humanos, mas com toda certeza eles vão ter que comparecer no tribunal de Deus no dia do juízo final e prestarão conta a Deus de tudo que fizeram nesta terra. Isto vai acontecer pois Deus não é homem para mentir e está escrito nas Escrituras Sagradas.
De fora ficaram do reino de Deus os efeminados.
Pastor Anselmo, no livro de Romanos 1.24 diz: Pelo que também Deus os entregou às concupiscências do seu coração, à imundícia, para desonrarem o seu corpo entre si.
1- Um sinal evidente de Deus ter abandonado qualquer sociedade ou povo é que tais pessoas tornam-se obcecadas pela imoralidade e perversão sexuais. A expressão " também Deus os entregou" à imundícia significa que Deus abandonou essas pessoas às concupiscências mais baixas. A palavra " concupiscência " no grego é ( epithumia ) neste versículo, denota uma paixão desenfreada por prazeres sexuais proibidos; leiam o livro de 2 Coríntios 12.21; livro de Gálatas 5.19; e livro de Efésios 5.3.
2- As três etapas do abandono por Deus, à impureza pecaminosos que degradam o corpo; Deus as entrega a paixões homossexuais ou lésbicas, como vergonhosas; que no livro de Romanos 1.26,27e 28 que diz assim: Pelo que Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.
E, semelhantemente, também os varões( homens ), deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, varão com varão, comentendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.
Não sou eu que diz é Deus em sua Palavra.
E, como eles se não importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convém. A seguir Deus os entrega a um sentimento perverso, e, sua mente justifica as suas ações iníquas e pensam continuamente no mal e nos prazeres dos pecados sexuais. Essas três etapas ocorrem entre todos que rejeitam a Verdade da revelação divina de Deus e que buscam o prazer ilícito na iniquidade.
3- Deus tem dois propósitos aos iníquos os que comentem estes pecados: permitir que o pecado e suas consequências se acelerem como parte do juízo de Deus em sua condenação à estes; leiam o livro de Romanos 2.2; ou levá-los a reconhecer sua necessidade de salvação; leiam no livro de Romanos 2.4.
O apóstolo Paulo, certamente, considerou a abominação homossexual do homem e da mulher como a evidência máxima da degeneração humana, resultante da imoralidade e do abandono da pessoas por Deus; leia no livro de Gêneses 19.4,5; e no livro de Levítico 18.22. Qualquer nação pessoas que justifica o homossexualismo ou o lesbianismo, como modo reto e aceitável de vida, está nas etapas finais da corrupção moral.
Quem se diverte, olhando outras pessoas pecarem neste tipo de sexo ilícito e que cometem atos malignos que Deus abomina, mesmo estas pessoas sem os praticarem pessoalmente, receberá a mesma condenação por Deus no seu juízo final, juntamente com aqueles que as cometem. É a Palavra de Deus que diz. Duvidas de Deus? Cuidado! Ele é Deus! E vc apenas criatura, homem um ser humano pó da terra em que Deus o fez.
Se o Deputado Jean Wyllys como ele diz que não acredita na bíblia, ele verá o seu dia chegar, onde ele vai ter que comparecer diante de Deus no dia do julgamento no juízo final de Deus.
Queira o homem e mulher ou não queira, este julgamento vai acontecer, está escrito nas Escrituras Sagradas, e Deus não é homem para mentir, onde Deus julgará todas nossas obras e ações nesta terra,onde toda a raça humana vai ter que comparecer diante deste tribunal de Deus, e ninguém escapárá de Deus.

evanianoronha@hotmail.com disse...

É O FIM DOS TEMPOS!

robsonandreotti disse...

coitado de você l.c. talvez você não saiba, mas muitos dos cálculos matemáticos usados para erguer templos religiosos, talvez até o seu onde você congrega, foram descobertos e aplicados pelos gays gregos, o paletó que você usa para ir a igreja, primeiramente teve a mãozinha de um estilista gay francês, até a sua gravata. coitado de você, eu era gay no dia em que fui ser batizado nas águas no ano de 1982, só não me assumia por que era muito jovem, e nem conhecia esse meu pai gay como você escreveu, jean willys o pai dos gays. querido acorda!! no oriente médio e no oriente, o seu jesus é totalmente desconhecido, lá ninguém dá bola pra ele, inclusive os héterosexuais.

robsonandreotti disse...

e você l. c. conta pra nós, oquê você vai fazer lá no cèu depois de 100 trilhões de anos?? conta pra nós, só não vale escrever que vai bater asinhas, por quê me dá vontade de bocejar!

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