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A ditadura gay não prevaleceu - Pastor é eleito novo presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara

BRASÍLIA - O deputado Marco Feliciano (PSC-SP), pastor da Assembleia de Deus, foi eleito nesta quinta-feira, 7, o novo presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara. Onze membros da comissão votaram em seu nome e um votou em branco. Em protesto, diversos parlamentares que integram o órgão abandonaram a sessão e não votaram. Após fazer afirmações polêmicas, Feliciano passou a ser acusado de homofóbico e racista.

4 comentários:

Alberto Couto Filho disse...

Pr Anselmo
Paz

Sem qualquer alusão: PAU NELES!
M13

Nerly Nunes disse...

Hoje, passei a pensar o seguinte: Um pastor/deputado que aceita receber de oferta o cartão de crédito de um cara, e depois vira para esse cara, e diz: "Ei, você esqueceu de deixar a senha, depois a benção não chega e você vai vir reclamar", que julga e prega a cor da pele negra como sendo maldição herdada de Noé, será que tem moral, tanto de caráter quanto espiritual, para ser presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara? Obs: não sou a favor da oposição dele!

Pr. Anselmo Melo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Pr. Anselmo Melo disse...

Carísimo Nerly.
Não concordo também com várias práticas do Marcos Feliciano. Aliás, em artigos publicados aqui condenando essas práticas eu o chamo de “infeliciano”. No entanto a Comissão de Direitos Humanos há muito tempo é subservientes dos interesses de grupos pró homossexuais e abortistas. Sempre a pretexto de defesa de minorias. Eu diria que o PSC poderia ter indicado outro nome e nos poupado de ver alguém no mínimo tão controverso a frente da comissão.
Porém creio que esse ainda foi um mal menor. Pior seria ver outro militante homossexual presidindo-a.
Hoje vou publicar com mais detalhes o que na verdade esta por trás desse alvoroço todo em torno do nome do Feliciano.

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