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As 5 expressões evangélicas mais sem sentido usadas nas Igrejas

5 – EXORTAR
Essa expressão é usada de modo equivocado em 100% das Igrejas. Segundo qualquer dicionário, exortar significa “animar, incentivar, estimular”. Logo, exortar o irmão que está em pecado na verdade não significa repreende-lo. Quem está vivendo no erro não precisa de um incentivo, mas de um auxílio.
4 – LEVITA
Essa morreu no Antigo Testamento. Os Levitas eram descendentes da Tribo de Levi, e eram encarregados de TODO O SERVIÇO no Templo. Mas Levita tem sido usado como sinônimo de músico. Besteira pura! Pra começar a música no serviço levítico era a menor das tarefas. A faxina, organização e carregar peso nas costas, isso sim era a parte mais importante do trabalho. Levando em conta que não somos judeus, não somos descendentes daquela tribo e também lembrando que o Templo não existe mais, então estamos dispensados do serviço levítico. Músico é músico. Ponto.
3 – PROFETA
Segundo a bíblia, profeta é aquele que revela a vontade de Deus ao povo. Simples assim. Porém tornou-se comum considerar que profeta é uma espécie de adivinho. Heresia pura! Considerando que TODA A REVELAÇÃO está em Cristo Jesus e que o conhecimento acerca desta revelação está contida nas escrituras, um profeta legítimo não deve adivinhar nada, mas proclamar de maneira compreensível as coisas que estão contidas na palavra de Deus. Por isso Paulo afirma que o dom de profetizar é o dom mais excelente. E se você ainda paga pau pra adivinhos, lembre-se que ADIVINHAÇÃO é pecado.

2 – UNÇÃO
Como dizem por aí, UNS SÃO, outros NÃO SÃO. Agora falando sério… a expressão unção virou clichê na boca de crente. É unção disso, unção daquilo… tudo sempre buscando atender ao interesse economico; ou garantindo o controle das massas sob o pretexto de que UNÇÃO É PODER. Pra começar no Novo Testamento a palavra unção só é usada no sentido de afirmar que Cristo está em nós. Logo, ter unção é ter Cristo. Em todos os outros contextos, há ensinos explícitos sobre o ato de “ungir” pessoas, que seria orar com óleo, pedindo a Deus por curas específicas. Há algum poder neste óleo? Não mesmo. Mas é bom lembrar que no contexto bíblico, óleo também era considerado remédio para muitas doenças.
1 – ATO PROFÉTICO
Essa é a campeã da lista de heresias. Se sua igreja usa essa expressão, então a teologia por aí tem sido profundamente contaminada com valores neopentecostais. Pra começar não existe a expressão “ato profético” na Bíblia. Essa expressão surgiu na verdade como uma tentativa de disfarçar o conceito de podemos fazer coisas que “movem a mão de Deus” na direção de nossos desejos. Ou seja, heresia pura.

Meu conselho é… cuidado com as expressões.
Por que as mínimas coisas podem revelar grandes besteiras.
Vão com Deus!

Ops! Como alguém poderia ir “sem Deus”, se Deus é onipresente e está em todos lugares mesmo antes de eu pensar em me mover?

Fonte: Ariovaldo Jr. (o outro)(?!?!)

10 comentários:

Edye Izaias disse...

Você se esqueceu do dízimo, assim como levistas, essa prática era do VT. Não existe mais levitas, não existe mais templo, para que usar-se do dízimo? As igrejas deveriam se ater somente às ofertas, como temos exemplo em Atos dos Apóstolos. Qual sua opinião pastor Anselmo?

Edye Izaias disse...

Você se esqueceu do dízimo, uma prática do VT. Assim como os levitas, o templo não existem mais e não somos judeus, porque as igrejas praticam isso ao invés de seguirem o exem plo de Atos, onde se pratica ofertas. O que você acha pastor Anselmo?

Nilo disse...

Edye Izaias, concordo contigo, o dízimo no Velho Testamento era sim para sustento da obra de Deus, principalmente para os Sacerdotes e Levitas e os necessitados..
A palavra hebraica dízimo é( ma'aser ) significa literalmente " a décima parte ".
Na Lei de Deus, os israelitas tinham a obrigação de entregar o décima parte das crias dos animais domésticos, dos produtos da terra e de outras rendas como reconhecimento e gratidão pelas bênçãos divinas; Lv 27.30-32; Nm 18.21,26; Dt 14.22-29; Lv 27.30. Os alimentos e terrenos, eram para os necessitados.
O dízimo em dinheiro era usado primeiramente para cobrir as despesas do culto e para o sustento dos Sacerdotes e Levitas que eram remunerados.
Mas os israelitas podiam apresentar outras ofertas voluntárias ao Senhor.
O Dízimo do VT, ou seja, é 10% de tudo que a pessoa possuía.
Houve ocasiões na história do AT em que o povo de Deus, não estava contribuindo mais e reteve egoisticamente o dinheiro, não repassando os dízimos e ofertas regulares ao Senhor. Durante a reconstrução do segundo templo, os judeus pareciam mais interessados na construção de suas propriedades, por causa dos lucros imediatos que lhes trariam, do que nos reparos da Casa de Deus que se achava em ruínas.
Por causa disto, alertou-lhes Ageu, muitos deles estavam sofrendo reveses financeiros; Ag 1.3-6.
Coisa semelhante acontecia nos tempos do profeta Malaquias e, mais uma vez, Deus castigou seu povo por se recusar a trazer-lhe o dízimo; Ml 3.9-12.
Foi por esta causa que Malaquias disse que estavam roubando de Deus, pois eles tinham que cumprir o que Deus mandou e desobedeciam.
Mas isto era no Velho Testamento.
No Novo Testamento, Jesus Cristo e os apóstolos falaram para dar ofertas voluntárias, e dar com alegria.
Não menciona ora alguma em dar dízimos nas igrejas.
Ao contrário, as igrejas primitivas que contribuíam com as pessoas com ofertas voluntárias, que sustentava os apóstolos e os necessitados, esta era a ordem de Jesus para as igreja primitivas que os apóstolos plantaram nelas.
Então vejo que devemos dar voluntariamente ofertas, e não 10% como diz o VT.
Devemos dar 10%, 20%, 30% 50% ou tudo que temos.
Devemos dar ofertas conforme o Espírito Santo mostrar em nossos corações.
Eu já dei todo meu salário várias vezes para os necessitados.
Não estamos mais debaixo da Lei, e sim estamos no tempo da graça.
Daí com alegria o que o Espirito Santos dizer em sua mente, no seu coração para dar, daí!

Anônimo disse...

Pastor Anselmo, vamos fazer deste texto um estudo bíblico, com diversas opiniões na Palavra de Deus, debates, e trocas de ideias, sem baixaria e com democracia.
E quem vai saindo ganhado somos nós mesmos.
Pois o que o povo quer ouvir e ler é a Palavra de Deus.

Maranata disse...

Pastor Anselmo a unção é com azeite, óleo sim, e três há tipos de unção que segue abaixo:
1ª À do rei Saul que foi ungido por Samuel com azeite que derramou sobre a cabeça. I Samuel 10.1.
O propósito da unção de Saul foi:
1- Dedicá-lo a Deus para a tarefa especial à qual foi vocacionado por Deus.
2- Conferir-lhe graça eficaz e dons, para a tarefa que Deus lhe atribuíra.
O azeite é um óleo de unção sobre a vida da pessoa para ungir sim, e ungir também enfermos.
2º E tem a outra unção com azeite que diz em Tiago 5.14 que diz: Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja e orem sobre ele, ungindo-o com azeite em nome de Jesus.
Então o azeite é um óleo que todos nós sabemos.
E o terceiro, é a unção direta do Espirito Santo sobre a vida da pessoas.

Pr. Anselmo Melo disse...

Não foi esquecimento meu irmão. Acredito que o dizimo se enquadraria em outro tipo de discussão. No entanto aí vai um post no qual esta expressada minha opinião sobre o assunto.
De qualquer forma acredito que é um bom tema à ser debatido.
Um grande abraço e obrigado por participar.

Pr. Anselmo Melo disse...

Dízimo-Celebração da redenção
http://www.pranselmomelo.com.br/2010/12/dizimo-celebracao-da-redencao.html

Pr. Anselmo Melo disse...

Concordo com você meu irmão. No que depender de mim podemos sim fazer dessa forma.
Gostaria apenas de alertar aos irmãos sobre o seguinte: Todos nós temos direito a termos nossas próprias opiniões, discordar pode ser saudável ou não, depende de como nos posicionamos. Não precisamos "nos devora" porque a opinião de um diverge da opinião do outro. SE tivermos em mente que esse é um espaço democrático e entendimento de que somos livres para agirmos e pensarmos por nós mesmo, certamente todo debate engrandecerá nossa fé.
Um grande abraço.

Pr. Anselmo Melo disse...

Bom dia Nilo.
Concordo com boa parte do que você escreveu. Gostaria de acrescentar algumas observações.
Você já percebeu que os irmãos que são contrários ao dízimo normalmente são os mais mesquinhos para com a obra de Deus? Em atos dos apóstolos vemos relatos de irmão que vendiam propriedades e doavam todo o seu valor. Creio que se não sou dizimista por achar que é uma prática do antigo testamento, devo então contribuir com mais liberalidade. Assim como o irmão citou que já fez doações de todo o seu salário. Normalmente os contrários ao dízimo desejam na verdade ser livres para contribuir com quantias irrisórias, normalmente bem abaixo do percentual que deu origem a palavra.
Eu não chamo de dízimo a contribuição que faço para a comunidade em que estou inserido, exatamente por que em termos percentuais os valores são bem maiores do que simplesmente os 10%.
Se falarmos em contribuições nestes termos, logo os contrários ao dízimo vão clamar pelo seu retorno.
Paz!

Edye Izaias disse...

Caros irmãos, vejo que minha pergunta quase se tornou um debate, no bom sentido é claro, porque vejo aqui muito respeito uns para com os outros.
Fiz a pergunta porque já fui testemunha de maldições sendo lançadas diretamente do púlpito pela boca do pastor à sua congregação, mormente aos que não dizimavam. Creio na liberalidade, o que muitas vezes vai além dos 10%. Porém a maioria das igrejas tornou o dízimo um mandamento, chegando ao ponto de constranger os que são contrários a essa prática veterotestamentária. E vejo que se damos como obrigação, sem amor, para nada vale, porque Deus não se vende por dinheiro algum. Sou contra dízimo por ser prática do VT, mas creio na oferta voluntária e liberal que pode transcender e muito os 10%. Entretanto, respeito todos que são a favor porque : "Tens tu fé? Tem-na em ti mesmo diante de Deus. Bem-aventurado aquele que não se condena a si mesmo naquilo que aprova." (Romanos 14 : 22)"

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