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BEIJAR, TRANSAR E LARGAR:

Os relacionamentos na cultura popular brasileira e afins
Se der prazer deve ser bom. Tenho vários amigos que não sabem se divertir. A maneira como gastam seu tempo livre, fins de semana e férias é totalmente miserável. Ficar o mais louco possível; fazer sexo com um desconhecido; beber para constranger os amigos; dirigir alcoolizado; ter "o privilégio" de não se lembrar das doideiras que fez na última balada; emprestar os lábios e saliva destilada com qualquer pessoa; e entregar-se para o mais próximo como se fosse um papel higiênico "anti-higienicamente" usado é a maneira mais comum que eles encontraram para curtir a vida. A frase: "se der prazer, deve ser bom" está completamente fora de controle. Nem tudo o que nos dá prazer traz benefícios significativos no final das contas.
O diabético pode se empanturrar com guloseimas e sentir, talvez, um dos seus mais altos picos de prazer, contudo, em pouco tempo seu prazer chega ao fim de maneira trágica. É assim também com o jogo. Não há dúvidas de que um jogo ou uma competição desperte prazer dentro de nós. Porém, nem sempre alguns jogos tem um valor bom por si mesmo. O bingo por exemplo. Muitas senhoras e senhores são apaixonados por eles, no entanto, a máquina sempre arranca tudo o que eles possuem. Da mesma forma isso ocorre com o dinheiro e com as coisas que temos. Dá uma sensação de satisfação enorme ter dinheiro para gastar com aquilo que precisamos e queremos. Contudo, o dinheiro não é tão bonzinho como demonstra ser. O dinheiro é um deus. Ele nos escraviza, nos domina. Não seria nem necessário argumentar que a maioria das brigas da humanidade deve-se a briga por dólares, petróleo, poder. Poder comprar nos satisfaz por um lado, mas pode colocar tudo a perder, e tem certamente colocado. E por que não com os relacionamentos? "Se der prazer deve ser bom", como pressuponho, não é uma das frases mais aconselháveis para guiar nossa vida. Como funciona com as guloseimas para o diabético, o bingo para os idosos e o dinheiro para a humanidade, sem hesitar afirmo que nem todos os relacionamentos que dão prazer são, de fato, bons. E até podemos ir mais além; quase todos os relacionamentos entre a maioria dos jovens que não levam Deus a sério em suas vidas são radicalmente ruins e catastróficos.

O nosso jeito de namorar

O que significa "namorar" em nossa época? Uma de minhas sugestões é a tríade: beijar, transar e largar. Poderia ter usado o termo "ficar" que é tão corrente entre nós, porém, o ficar sempre inclui o beijar, e para fazer uma conexão com o filme "comer, rezar e amar", preferi ficar com a tríade "beijar, transar e largar". Se você assistiu "comer, rezar e amar" deve ter percebido que uma das tônicas do filme é que nós somos seres inteiramente relacionais. Precisamos nos relacionar; a nossa alma carece de uma vida relacional, e isso é assim tanto em relação a nossa vida espiritual (rezar) quanto a nossa vida íntima (amar). O grande problema, que na minha opinião o filme explora bem, é que os relacionamentos nunca duram e o nosso maior sonho é ter um relacionamento que dure sem se perder no tempo, ou se desgastar nos problemas; ansiamos por uma conexão eterna e Julia Roberts vive bem esta realidade. Este fator não é apenas coisa de nossa geração - como o fenômeno das redes sociais, facebook, twitter, blogs, entre outros - é algo do nosso DNA. Precisamos de gente, precisamos de conexões, precisamos ser amados, precisamos de um grupo que nos aceite, precisamos ser parecidos e diferentes de alguém, fomos feitos um para o outro e negar isso ou não conseguir desenvolver bem os relacionamentos tem levado milhares de pessoas ao suicídio, que não é outra coisa senão dizer: "eu desisto dos outros, eu desisto de mim mesmo". Onde o namoro se encaixa nisso tudo? O namoro é uma maneira de me conectar - para durar - com o outro. Porém isso tem sido destruído tanto em nossa época quanto nas posteriores. O namoro, que no sistema de vida cristão é uma preparação para o casamento tem se reduzido a uma conexão discada, ou se você preferir, a uma relação miseravelmente instantânea e descartável.



Namoro à moda vampiro

Gosto de ilustrar ideias instantâneas com a febre contemporânea dos vampiros. Está em moda falar em vampiros, tem vampiro para todos os gostos. A moda têm ficado cada dia mais intensa com a explosão e sucesso do livro-filme "Crepúsculo". É um filme que trata do romance entre uma menina que mudou de sua cidade e se apaixona por um "rapaz", ou melhor, por um vampiro de maquiagem branca chamado Edward. Talvez precisaríamos de outro livro - e já há alguns no mercado literário - para avaliar se o filme é bom ou ruim. Citei-o aqui só para fundamentar o meu argumento sobre a febre da imagem dos vampiros. A grande questão aqui é esta: está em moda "o estilo vampiro" de amar. É amor de vampiro: aquele que nunca se doa, mas sente prazer enquanto suga. É aquele que jamais se satisfaz nas diferenças do outro, pelo contrário, suga do outro o que lhe convém. É um estilo de amor que não consegue aceitar a decepção, porém, ama o sangue fresco. É o amor que no outro pôs um espelho - para se ver melhor é claro -  para que continue sobrevivendo, não para o outro se ver melhor, mas em cima do outro. A pessoa amada é apenas o objeto da sua satisfação. É o tipo de amor que não é feliz apesar de, mas apenas à custa de. É o que acontece com o "Ficar": não se olha para quem o outro é. Muitas vezes nem a preocupação com o nome da pessoa existe, muito menos a dor, o que se quer é a parte fresca, o sangue da outra pessoa. Exclui-se cumplicidade e o relacionamento em si, o que vale é apenas e tão somente absorção. É por este caminho que temos caminhado concorda comigo? Pense um pouco: será que não é desse tipo de relacionamento que os seus filhos, seus amigos(as), e inclusive você vivenciou algumas vezes? Será que este é o caminho que realmente traz verdadeira satisfação para nós? O outro foi feito para beijar, transar e largar? E uma pergunta mais essencial do que a anterior: Deus nos criou para sermos seres descartáveis que se beijam, transam e após este "sugamento" se largam?


A morte do casamento

É uma pena que a nossa gente de hoje tenha medo do casamento. O que queremos dizer quando afirmamos que o casamento é uma coisa ultrapassada, tradicional, medíocre e sem sentido? O que estamos dizendo é o seguinte: "não quero o seu choro, não quero te perdoar, não quero dores de cabeça, não quero cuidar da tua doença, o que eu quero é chupar você até o fim do gargalo e ‘me' fazer feliz". É isso mesmo o que você ouviu, a nossa sociedade matou os relacionamentos, e exatamente por ter matado o "outro" da relação é que ela - a nossa geração - é tão pobre e infeliz em seus relacionamentos. Para o nosso povo o que vale a pena é o descompromisso. Afinal não se quer discutir o futuro, nem o relacionamento, desejam-se as mordidas e ponto final. É assim que as amizades - seja no namoro ou no casamento - se tornam superficiais, as conversas curtas. Pois depois de se conseguir um litro de sangue, uma pitada de preferências iguais, o amor acaba; o amor é só sangue, o amor é muito pouco. O nosso jeito de amar: beijar, transar e largar se tornou um trilogia: chupa-se o sangue da vida, o sangue do outro e no fim de tudo o vampiro acaba morrendo engasgado com o próprio sangue. Preste atenção no que eu vou te dizer: este tipo de amor com o qual nós estamos acostumados é um amor que morre com o tempo, pois só restará o próprio sangue para beber. E quando só nós existimos, e quando queremos existir apenas para nós mesmos, não existe mais porque continuarmos existindo. É o suicídio: desconectando-se do outro, só há razões para morrer. Todo egocentrismo morre pela boca.
Por que as coisas estão assim?
Meu objetivo aqui é que ao terminar de ler estas palavras você entenda que o jeito atual de namorar é totalmente fracassado, pois se baseia no argumento do prazer pessoal e não do compartilhar. Por que as coisas estão assim? O que levou a nossa gente - não apenas os jovens, mas principalmente eles - viver em busca de seu prazer pessoal e fugir do conceito de aliança, casamento, de algo feito para durar?


Secularismo

Na minha opinião, algumas coisas sérias aconteceram e estão acontecendo. A primeira coisa que desejo mencionar é conceito básico de secularismo. Secularismo é uma maneira filosófica de viver como se Deus e a sua Palavra não existissem e, por causa disso, nenhum referencial de verdade absoluta. Simplificando: O Deus cristão e o que ele diz - As Escrituras - não devem ser considerados como bons para desenvolvimento do ser humano, e amarrado a isso, ninguém tem o direito de proclamar verdades universais sobre a vida, pois tudo é relativo, e em especial o que eu faço com o meu corpo e meus relacionamentos. Foi por esta causa que os princípios fundamentais sobre o relacionamento de um homem com uma mulher foram e estão gradativamente sendo relativizados. O que antes foi projetado para durar (homem e mulher) hoje foi feito para apenas "curtir" (beijar, transar e largar).


A moda da infidelidade e o amor líquido

Um dos princípios bíblicos que são desdenhados pela maioria das pessoas é o princípio da aliança. O que significa isso? Que no princípio de tudo Deus projetou o primeiro casal para ser "uma só carne", isto é, fazerem parte um do outro como uma aliança durável e indestrutível. Deus planejou a aliança antes do prazer, pois o compromisso de lealdade um com o outro é que possibilita o prazer ser mais sólido, durável e seguro. E embora a nossa sociedade esteja acostumada a usar alianças para selar sua união no namoro e no casamento vivemos uma época na qual a infidelidade - a quebra da aliança - tornou-se algo comum e praticável. E a causa para isso é óbvia: não há verdadeira aliança entre a maioria dos casais que vemos de mãos dadas todos os dias. Ter uma aliança é muito mais que estar junto, é uma responsabilidade para com o outro de fidelidade (monogamia) e durabilidade (até a morte). De se fazer um com a pessoa a ponto de amá-la por inteiro e não partes suas que estão na pessoa. Amar além da aparência e do prazer, mas por simplesmente terem fechado tal acordo de fidelidade no qual apesar dos apesares, nunca sairiam da vista um do outro. Isso se aplica bem ao casamento. Uma boa definição para casamento é a seguinte: "casamento não significa viver com alguém para o resto de sua vida; casamento é não conseguir viver sem uma pessoa para o resto da vida". Não preciso dizer que isso é rejeitado pela maioria, mas também não preciso dizer que nosso o mundo nunca procurou tantos divórcios e nunca foi tão infeliz quanto antes. Eduardo Gianneti em seu livro "Felicidade" fez uma pesquisa com mulheres a respeito da felicidade. Dentre 3.000 mulheres entrevistadas em 11 países, 93% acreditam que suas condições de vida material são hoje melhores do que de suas avós. No entanto, a maioria 54% consideram que suas avós eram mais felizes do que elas... principalmente na dimensão dos relacionamentos. Alguns tem chamado essa inclinação por relacionamentos descartáveis ou como eu chamaria de "quebrar a aliança feita por Deus" de amor líquido. Segundo Zygmund Bauman isso está assim porque a geração da minha mãe é muito mais resistente que a minha, a sua geração é a geração de produção, a minha é a geração dos consumidores. Eles produziam, faziam parte do processo da construção das coisas, por isso duravam mais. Nós, em contrapartida, vivemos em uma realidade na qual "tudo está pronto", não é mais necessário fazer parte do processo ou construir, apenas precisamos consumir. E é exatamente por sermos treinados desde crianças para sermos consumidores que jamais investiremos a durabilidade da nossa vida em um produto (pessoa) só.


Sensualidade

É... você entendeu certo: pessoas se tornaram produtos. E uma das responsáveis para isso é a sedução tão idolatrada pelas novelas, comerciais, programas de fim de semana, filmes e pasmem: até os desenhos entraram nessa roubada. Sensualidade em si não é algo ruim, por definição significa uma inclinação pelos prazeres dos sentidos; amor das coisas ou qualidades sensíveis e visíveis ou coisa do tipo. Sensualidade é boa quando é praticada dentro da aliança, no casamento, que como vimos, é um compromisso de lealdade a alguém que se rompe apenas quando a morte chegar. Isto é: toda e qualquer manifestação de inclinação sensual fora da aliança/casamento é pecaminosa e destruidora para o ser humano. É radical mesmo. A Bíblia afirma que todo tipo de relação íntima sem um compromisso de lealdade é pecado. Isto está claro para o apóstolo Paulo ao afirmar que: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, pelejas, dissensões, facções, invejas, bebedices, orgias, e coisas semelhantes a estas, a cercas das quais vos declaro, como já antes vos preveni, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus. Gálatas 5.19
É por esta causa que o sexo enquanto for praticado no namoro antes de preparar o casal para o casamento irá destruí-lo. Pois para as Escrituras sexo e casamento são a mesma coisa. Não há aliança sem sexo, e da mesma forma o sexo não pode ser praticado fora da aliança, pois a relação sexual não é nada mais do que o selo de que alguém decidiu morar para sempre na outra pessoa, não por uma noite - como é praxe em nossa cultura - mais por toda uma vida.


Superficialidade do sexo

Temos empobrecido o sexo. Na compreensão bíblica o sexo é o ápice do relacionamento, não uma curtição banal. Na verdade, as Escrituras afirmam que o casamento é uma aliança que deve ser mantida, entre outras coisas, por muito sexo. As evidências são claras: um livro da Bíblia dedicada exclusivamente para o erotismo entre o casal (Cantares de Salomão) e a referência de Paulo em 1Co 7.5: "Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes à oração e, novamente, vos ajuntardes, para que Satanás não vos tente por causa da incontinência." A prática sexual no casamento deve ser criativa e frequente. Certa vez perguntei a um amigo sobre a sua lua de mel - eles haviam se casado virgens - e ele me respondeu: "meu amigo, a sensação da primeira relação é algo indescritível: é como se no momento do sexo estivessem você, sua mulher e Deus assistindo, e não apenas assistindo e rindo, aplaudindo!" Quer descrição mais sensacional de sexo do que esta? Eu de fato desconheço. Todavia, quando namorados e - principalmente casais crentes - antecipam esta realidade maravilhosa só existem espaços no coração e na mente para culpa, insegurança e desaprovação do Criador. As pessoas em geral enxergam o sexo como uma "rapidinha" ou um jeito de se livrar dos problemas, um refúgio - no caso da prostituição - nós cristãos, vamos muito mais além. O sexo é o ápice de uma vida de intimidade com Deus. É uma maneira de refazer a aliança com o cônjuge. É uma forma de adorar a Deus e celebrá-lo por ter ele criado a benção chamada sexo. É uma forma de maturidade. É uma oportunidade maravilhosa de procurar fazer o outro feliz e não apenas a si mesmo. Por esta razão não é difícil de concordar com Leon Tolstoi - cristão - de que "aquele que conheceu apenas a sua mulher, e a amou, sabe mais de mulheres do que aquele que conheceu mil."


Falsa diversão

Como já afirmei no começo, a nossa gente perdeu a noção de como se divertir. Uma vez um amigo meu me perguntou: cara, você não bebe, não fuma, não sai por aí de balada, não trai sua namorada, não transa! Cara, como você faz para se divertir? Você não tem vida? Minha resposta a ele foi: "meu amigo, na vida a gente também se diverte e não apenas se destrói." Este é um dos grandes problemas das pessoas sem Cristo; elas não têm outra ideia de como se divertir a não ser beber até cair, sair de balada, se drogar, trair, e transar. Fiquei surpreso quando li a revista veja do dia 21 de outubro de 2009, intitulada: "Música, sexo e loucura". Dois relatos me impressionaram não apenas pela gravidade, mas porque além de se destruírem querem continuar na mesma prática.
O primeiro relato:
"Antes de sair, costumo comprar alguma coisa: quase sempre ecstasy e LSD. Quando não faço isso, sempre há algum amigo de um amigo na balada que tem. Já cheguei a gastar 400 reais em drogas e bebidas numa noite. Elas me deixam mais sociavel. Uso ecstasy faz sete anos e sempre misturo com álcool, cocaína e LSD. Gosto de ficar o mais 'louca' possível."
Marina, 31 anos, dona de loja de roupas
O segundo relato dizia assim:
"Hoje não faço nem metade do que fazia. Em doze horas de festa, tomava três comprimidos de ecstasy, dois ácidos, fumava uns oito cigarros e haxixe e bebia seis copos de vodca. Diminuí o ritmo porque ficava introspectivo e não tinha paciência para conversar. mesmo assim, não dispenso essa combinação. Quando algum amigo tem anfetamina e efedrina, também ponho junto."
Antônio, 23 anos, economista.
Qual então será a alternativa a ser buscada por nós, jovens, que queremos seguir a verdade de Deus para a nossa história?


Os meus vinte e poucos anos...

A resposta que pretendo dar talvez será a que menos você ouvirá nos jornais, na televisão e infelizmente na maioria das igrejas: case-se! O casamento é uma das melhores formas de diversão da juventude que Deus poderia ter planejado. Centenas de amigos meus - inclusive amigos da igreja - me dizem o seguinte: "primeiro eu vou curtir a minha vida, depois vou casar". Ao que eu sempre respondo: errado, errado, errado.  A Bíblia nos ensina que curtir a vida como jovem é o casamento. Um exemplo bem prático é um trecho bem conhecido do livro de Provérbios, de acordo com A Mensagem de Eugene Peterson:
"A água da sua fonte é só sua, não para circular entre estranhos. Abençoada seja a sua fonte de águas refrescantes! Alegre-se com a sua esposa e companheira desde jovem, Que é amável como um anjo, linda como uma flor - Nunca deixe de se deleitar em seu corpo. Nunca ache que o amor está garantido para sempre, Mas conquiste a mesma mulher todos os dias. Por que trocar a intimidade verdadeira por prazer momentâneo com uma prostituta ou por um flerte com uma promíscua qualquer?" Provérbios 5.17-20

Este texto é simplesmente fantástico e nos adverte com os 3 princípios bíblicos sobre o relacionamento conjugal verdadeiro: 1. É monogâmico. Tire água do próprio poço é o que o texto quer nos ensinar. Preste atenção! Será que você quer chegar um dia em casa e encontrar o seu barril vazio? Seu manancial é só seu; não divida com ninguém! 2. É na juventude. O sábio quer fazer o seu leitor se lembrar da época de seu casamento, de sua companheira que entrou em sua vida na sua juventude. E mais, que provavelmente ainda é jovem, pois faz elogios ao seu corpo, em especial os seios - que é algo que com o tempo caí - que aqui é visto como algo robusto. Sem dúvida, a juventude é a época mais adequada para o casamento porque é a estação da força corporal, da gestação, da beleza entre muitas outras coisas. 3. É prazeroso. Note bem a referência às carícias que ambos trocam entre si, o enlace de seus corpos, os beijos, a sensualidade, o sexo em um contexto de amor e intimidade profunda. E, além disso, o sábio faz bem ao alertar: "por que trocar a intimidade verdadeira por prazer momentâneo com uma prostituta?" O prazer é novamente alicerçado na aliança durável e não em sua fugacidade. A Bíblia aconselha que o tempo mais apropriado para o casamento são os nossos vinte e poucos anos. Mas nós estamos tão cheios das obrigações da nossa cultura narcisista, que achamos que o casamento é uma coisa chata e para velhos. Precisamos mudar radicalmente esta nossa visão. Deus está mais interessado em nossa alegria e satisfação do que nós imaginamos; mas para isso se tornar uma realidade é necessário ouvir melhor o que ele está nos dizendo.


Perguntas para reflexão:

1.  Você concorda que o grande lema da nossa cultura sobre os relacionamentos é "beijar, transar e largar"?  Você já viveu algo parecido?
2.  Por quais razões nossa gente tem procurado satisfação em relacionamentos líquidos e superficiais?
3.   Como você acha que a Bíblia responde a essas perguntas?

Por Jean Francesco

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