Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Ainda somos o maior país idólatra do mundo.

Vivemos o tempo do politicamente correto, do relativismo e nunca a palavra tolerância esteve tão na moda.
Em nome da tolerância religiosa não pregamos mais contra a idolatria, tornou-se cena comum, por exemplo, ver cantores ditos evangélicos trocando afagos com padres idólatras, representante da mãe da idolatria.
No domingo, assisti uma multidão, cultuando o que seria o sangue do papa João Paulo segundo em um frasco.
Mais de um milhão de fiéis, digo, idólatras, assistiram a cerimônia de beatificação de João Paulo segundo. Oitocentos padres e cem cardeais (patrocinadores da idolatria católica romana) celebraram a missa de beatificação.

O caixão com restos mortais do agora beato ficou em exposição a fim de ser venerado pela multidão.
Em meio a tanta bizarrice imaginei onde foram parar os protestantes, sim, aqueles protestantes que não protestam mais, que preferem o discurso politicamente correto à denúncia de tanta idolatria.
Em nome de uma “boa” convivência estamos aos poucos perdendo nossa identidade, e, pior, deixando de ser sal e luz em um mundo que perece em densas trevas.

 Idolatria

Idolatria tem origem nas palavras: Eidolon (imagem) + latreia (culto). A princípio, poderíamos achar que se trata apenas do culto a imagens. Mas ultrapassa isso: repare que, hoje em dia, alguém diz que o cantor tal é seu ídolo. E não está incorreto.

O catolicismo alega que ídolo é um objeto inanimado ao qual se atribui vida própria e poder. Seria uma imagem pagã, um deus. Em vista disso, dizem que não podemos classificar de deuses os “santos” nem à estátua destes, porque eles não são o Criador do Universo nem o Juiz de vivos e de mortos, tanto que não – por ser adoração – não podem receber culto de latria, devido só a Deus. Mas não é bem assim. A Bíblia diz que:

“... a avareza... é idolatria” (Cl 3.5).

Não foi mencionado, aí, o caso de objeto inanimado nem de deus pagão. Trata-se do apego que alguns têm ao dinheiro. Perguntamos: Então a avareza é o Criador dos céus e da terra ou o Julgador de vivos e de mortos para receber culto de latria? É certo que não. Ela nem tem como ser esculpida.

Analisemos mais dois versículos:

“... O destino deles é a perdição, o deus deles é o ventre...” (Fp 3.19),

Esse é o motivo por que a gula está incluída entre as obras da carne, que impedem o homem de herdar o reino de Deus (Gl 5.19,21). É o que acontece com quem usa mal ou com ganância o poder:

“... fazem-se culpados estes cujo poder é o seu deus” (Hc 1.11).

Concluímos que idolatria vai além do amor a imagens pagãs ou não-pagãs, além de se querer atribuir vida e poder a um objeto inanimado. Ídolo é qualquer coisa ou pessoa que colocamos no fundo do coração, em primeiro lugar, depositando nela grande confiança, o que faz dela um deus (com “d” minúsculo). Sendo assim, idolatria pode ser a dedicação a uma imagem, a um ídolo, a um líder religioso, a um deus, a um “santo”, ao ventre, ao poder e a seres ou coisas concretas ou não, reais ou imaginárias, uma vez que até deuses pagãos são criações da mente. É possível idolatrar-se um emprego, um automóvel, um filho e a nós ou a atitudes nossas, o que faz com que Deus perca a primazia.

A idolatria é tão detestável que – quando o povo que acompanhava Moisés pelo deserto convenceu Arão a esculpir um animal, este “edificou um altar diante dele (do bezerro de ouro) e, apregoando, disse: Amanhã será festa ao Senhor”, ou seja, “será festa a Yahweh” (Êx 32.5), ao Deus verdadeiro de Israel (e não ao deus Ápis, do Egito, que era um boi) –, o Altíssimo, ao invés de se alegrar, se irou, pois não gosta de ser representado em forma astros, estrelas, de animal, seres humanos, aves, quadrúpedes nem de répteis. Ele detesta que tentem reproduzi-lo. O capítulo 1 de Romanos diz que, por esse comportamento, entregou homens e mulheres a desejos carnais reprováveis.

Não obstante isso, a televisão exibiu a cidade de Trindade, em Goiás, onde sacerdotes participam de procissões com uma imagem composta de quatro figuras: de Jesus, do Espírito Santo (simbolizado por uma pomba), de Deus (com a aparência de um velho)... e de Maria. Note que a mãe de Jesus está entre eles. Desse jeito, já não teríamos uma Trindade, mas um Quarteto.

O catolicismo, para se defender da condenação que está nos Dez Mandamentos, diz que imagens católicas são como fotografias de nossos parentes, servindo para nos lembrarmos dos santos homens do passado. Entretanto não nos encurvamos perante fotos de familiares nem oramos a elas ou defronte delas nem confiamos nelas. Mas o Decálogo proíbe fotografias usadas para esse fim. Como pode ser, se elas não haviam sido inventadas? Devemos estar atentos a que no segundo Mandamento (Gn 20.4-6), indevidamente omitido nos catecismos católicos, está escrito: “Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança (ou figura) alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não as adorarás nem lhes darás culto; porque eu sou o Senhor, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos”. Convém lembrar que não se poderia omitir um jota ou til da Lei de Deus (Mt 5.18) e que as imagens de “santos”, que os católicos possuem, são de indivíduos que, acreditam eles, estariam “em cima nos céus”. Mas podem nem estar lá.

Imagem não é sinônimo de escultura, tanto que aí está “imagem de escultura”, isto é, imagem em formato de escultura. A proibição abrange semelhança, que, em certas traduções, está figura. Não existiam fotografias, mas as pessoas ou animais podiam ser retratados por pinturas, desenhos, esculturas e, hoje, por fotos.

O erro não está na imagem ou figura em si, mas no culto que alguns oferecem a elas até sem notar. Nenhum evangélico condena esculturas nem gravuras de Santos Dumont, de D. Pedro II, etc., por ninguém se ajoelhar ante elas. Mas, se alguém o fizer, serão condenadas da mesma forma.

O segundo Mandamento contém promessa, mas, por outro lado, maldição até aos descendentes de quem o transgride. Se é vedada a fabricação desse tipo de imagens, incabível o argumento de que poderiam ser usadas como retratos. Ao esculpi-las (“Não farás...”) o artífice já é um transgressor da Lei de Deus. E quem as compra se transforma em cúmplice dele. Venerá-las é mais sério do que muitos pensam.

O catolicismo diz que Deus não condena imagens como as católicas, mas ídolos, no sentido, como vimos, de objetos aos quais o povo atribui vivência. Todavia as encontradas na Igreja Romana são ídolos. Ainda que não o fossem, a reprovação bíblica atinge ídolos (Êx 32; 2 Rs 21.11; Sl 115.3-9; 135.15-18; Is 2.18; At 15.20; 21.25; 2 Co 6.16) e imagens (Êx 20.1-6; Nm 33.52; Dt 27.15; Is 41.29; Ez 8.9-12). Prestemos atenção à clareza deste versículo:

“Não fareis para vós outros (1) ídolos, nem vos levantareis (2) imagem de escultura nem (3) coluna, nem poreis (4) pedra com figuras na vossa terra, para vos inclinardes a ela; porque eu sou o Senhor vosso Deus” (Lv 26.1).

A proibição é geral: não foi feita exceção para “santos”. O catolicismo alega que Deus permite imagens porque determinou a Moisés esculpir uma cobra no deserto (Nm 21.8) e a Salomão construir querubins para o propiciatório da Arca da Aliança (1 Rs 6.23). Não ensinam é que a escultura desse réptil foi feita em pedaços pelo rei Ezequias, porque o povo passou a lhe dedicar incenso, como ocorre hoje em templos, inclusive em procissões, nem ensinam que os querubins – uma classe de anjos, com quatro asas, quatro faces: de homem, boi, leão e águia e planta dos pés semelhante à de bezerros – não podiam ser cultuados pelos judeus. A imagem deles, um enfeite permitido como a palmeira o era, foi colocada no Santo dos Santos, onde somente o Sumo Sacerdote podia entrar, uma vez por ano (Hb 9.3-7); não havia como ser vista nem venerada. Eles exprimiam a presença de Deus. Quanto à cobra de bronze, devemos refletir que, tendo sido construída por determinação direta de nosso Pai celeste e este não a tenha mandado destruir, quem a despedaçou teve sua postura considerada reta por ele (2 Rs 18.4). Hoje quantos subterfúgios criam para manter, até em templos, obras elaboradas por vontade humana.Não é porque Deus mandou fazer algo, que nos vemos no direito de imitá-lo. É muito diferente quando ele diz “não farás para ti imagens” e quando determina que sejam feitas por sua exclusiva vontade. Ele sabe o que é melhor para nós. E, como Senhor que é, pode determinar o que quer. Veja: É do desejo dele que o adoremos, mas nem por isso poderemos reivindicar o direito de nos adorar; Ele quer que o amemos sobre todas as coisas, mas não aprova que o façamos em relação a nós mesmos.

Imagens geram controvérsias até dentro do catolicismo. Em 730 foram incentivadas; Em 731 houve excomunhão de seus destruidores; Em 754 o Sínodo de Hieréia foi favorável à sua destruição ao decidir: “Representar imagens de Cristo, além de impossível é prejudicial, já que estas imagens separariam a humanidade da divindade e seu culto seria fatalmente desencaminhado”; Em 787 foi oficializado seu culto; Em 794 voltaram atrás, dizendo que não deveriam ser veneradas, servindo para lembrança; Em 843 voltou o culto a elas. O Concílio de Trento (Sess. 25), realizado em 1546, deliberou que “as imagens de Cristo e da Virgem Maria, Mãe de Deus, e de outros santos devem ser possuídas e guardadas, especialmente nas Igrejas e devem ser alvo de honra e veneração.” Interessante é que as decisões dos concílios e dos papas, consideradas infalíveis – isso é idolatria –, são sempre retificadas.

Ao dizermos a católicos que imagens não podem ser adoradas, eles, instruídos por seus líderes, retrucam que não as adoram; o que fazem é prestar veneração aos “santos” que elas representam. Esse argumento é uma evasiva ou desconhecimento, uma vez que a decisão do concílio mostra que determinam a veneração a elas sim.

Falando em veneração, vamos analisar de que se trata. Segundo o catolicismo, o culto se divide em dois: 1) Culto de adoração = latria, que só pode ser outorgado a Deus; b) Culto de veneração, que, por sua vez, é subdividido em dois: dulia, destinado a “santos” e a anjos, e hiperdulia, dedicado a Maria.

Como se vê, a veneração a “santos”, anjos e até a imagens é um culto. E no 2.° Mandamento está: “Imagens... não as adorarás, nem lhes darás culto” e Jesus, dirigindo-se a Satanás, disse: “Vai-te Satanás... Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele darás culto” (Mt 4.10). Satanás, nessa passagem, não era nenhuma imagem de escultura, mas um ser, um anjo. Por conseguinte, a Bíblia proíbe, sem sombra de dúvidas, a veneração a “santos”, anjos, a seres de modo em geral e a imagens. Culto deve ser dado a Deus.

Pesquisando em dicionários, constataremos que culto, adoração e veneração podem ser usados como sinônimos. E vamos mostrar o engano do catolicismo quanto à maneira de interpretá-los.

O vocábulo latria (latreia), traduzido como adoração – que, com acerto, dizem ser exclusividade de Deus – é, na verdade, a cerimônia do culto exterior, a religião externa, o encurvar-se ou se prostrar; já dulia (douleúo), trasladado para nosso idioma como culto – que ensinam, de maneira equivocada, ser reservado a “santos” e a anjos –, significa servir, ser servil, trabalhar. Qual é mais importante: a cerimônia, o ritual, o ato externo, ou o servir, que é partido do íntimo, dedicação, serviço? É claro que servir (cultuar) está acima de rituais (adoração).

Para não parecer que estamos inventando, eis o que constatamos, em Êxodo 20.5, na Bíblia Sagrada da Edição Palavra Viva e na Bíblia de Jerusalém, ambas católicas, com respeito a imagens e figuras:

“Não te prostrarás diante delas” (BPV) nem as “... servirás” (BJ);

Mas na Bíblia editada pela Barsa esse texto está:

“Não as adorarás nem lhes darás culto”.

Compare: 1) Nas duas primeiras está prostrarás, porém na outra está adorarás. Portanto, prostrar (encurvar) é, para eles, adorar; 2) Na Bíblia de Jerusalém consta servirás, mas na editada pela Barsa está culto.

Confirmemos com outros versículos: Veja cultuar, com o significado de servir: “Não podeis servir (douleuein) a Deus e às riquezas” (Mt 6.24). Agora adorar, mostrando tratar-se de ato externo: “Observai este culto (latreia) e quando vossos filhos vos perguntarem que significa este culto (latreia)...” Conseguimos observar o que é exterior.

É bom frisar que, no catolicismo, Maria recebe culto de hiperdulia, que não é uma simples honra, mas um hiperserviço, ao passo que a Deus é dada somente adoração.

Há padres que dizem só ser proibida imagem de Deus, mas vimos que na cidade de Trindade apóiam a de Deus, visto como um falho e limitado ser humano velho, em decadência. E na abóbada da capela Sistina, no Vaticano, local em que os cardeais se reúnem para eleger o papa, existe um afresco de Deus. Eles poderão alegar que não os adoram, mas Deus proibiu representá-lo, ainda que sem fins de adoração. E podemos dizer que o catolicismo, que diz que ídolo é um objeto inanimado ao qual se atribui vida própria, acaba conferindo-a a um objeto feito de trigo: a hóstia consagrada. Tendo conhecimento de que ele prometeu que voltará, em corpo, uma segunda vez (Hb 9.28), adoram-na, chamam-na de Santíssimo, e dizem ser ela Jesus, em carne, osso, espírito e divindade. Eis a idolatria, hostiolatria. Se Cristo voltasse, corporalmente, em todas as missas e ficasse imóvel em ostensórios, as Escrituras estariam erradas, porque ele já teria voltado e, por sinal, bilhões de vezes.

Diz a Bíblia que “os ídolos são como espantalhos em pepinal, e não podem falar; necessitam de quem os leve, porquanto não podem andar: não tenhais receio deles, pois não podem fazer o mal, e não está neles o fazer o bem” (Jr 10.5). O Salmo 115 (ou 113-B da BJ) diz que eles têm boca, e não falam; têm olhos e não vêem; têm nariz, e não cheiram... Tornem-se semelhantes a eles os que os fazem e quantos neles confiam.” Cremos que não há quem atribua vida a espantalhos. 

Lendo os livros bíblicos, muitas vezes encontramos que cidades ou pessoas praticavam prostituição. Nem sempre a referência é a relações sexuais ilícitas, mas à idolatria. Por quê? Porque Deus se diz o marido da Igreja, que não é um templo de tijolos, concreto e ferro. Igreja somos nós, que passamos a ser templos vivos. Ora, se ele é o marido dela e seus membros praticam idolatria, ou, explicando, servem, admiram, se prostram, fazem orações e promessas a outrem, ele se considera um esposo traído. Quem trai o cônjuge está praticando prostituição.

Provado está que é ilícito adorar, cultuar ou venerar imagens e pessoas vivas ou mortas, sejam santas ou não. Se alguém alegar que apenas reza ao “santo” que está nos céus, dizemos que esse modo de agir também é adoração. Segundo ensina o catolicismo, adorar vem de adorare, que significa fazer oração. Se orar é adorar, com o que não discordamos, ao se rezar a um “santo” ele estará sendo adorado.

Quem pratica qualquer dessas condutas mencionadas está, quer queira quer não, quer concorde quer não, praticando idolatria, que é um pecado abominado por Deus. Ele quer que confiemos nele e que dirijamos nossas súplicas a ele, que o adoremos, o cultuemos e o veneremos com exclusividade absoluta. Sua honra e sua glória não podem ser divididas com ninguém (Is 42.8).Na Bíblia está escrito que Deus lança para longe de diante dele, ou de seu povo, aquele que consultar mortos (Dt 18.11). E sabemos que são falecidos todos os “santos” a quem são feitas rezas. Se eles tivessem a possibilidade de ouvir as que lhes são dirigidas em todas as partes do globo terrestre, às vezes até em pensamento e no mesmo instante, teriam de ser oniscientes (ter ciência de tudo) ou onipresentes (estar presentes em todos os lugares), contudo esses são atributos específicos do Todo-poderoso. Ele tem ciúme de nós (Tg 4.5). Em vista disso, recorrer a “santos” é lhes atribuir poderes de Deus, considerando-os deuses. De novo, a idolatria. Santos mortos não sabem o que aqui se passa.

“... ao Senhor, vosso Deus, temereis, e ele vos livrará das mãos de todos os vossos inimigos. Porém eles não deram ouvidos a isso; antes, procederam segundo o seu antigo costume. Assim, essas nações temiam o Senhor e serviam as suas próprias imagens de escultura; como fizeram seus pais, assim fazem também seus filhos e os filhos de seus filhos, até ao dia de hoje” (2 Rs 17.39-41).

É lamentável que todos os distritos e cidades de nosso País, muitas propriedades agrícolas e pontos comerciais ou industriais sejam dedicados a um deus, a um “santo”. Têm devoção a eles, considerando-os padroeiros, o que nos traz graves conseqüências. E, depois, o povo que aprova esse procedimento se queixa.

“... ó Judá, segundo o número das tuas cidades, são os teus deuses... Tu, pois, não ores por este povo, nem levantes por eles clamor nem oração; porque não os ouvirei quando eles clamarem a mim, por causa do seu mal” (Jr 11.13-14).

Devemos, por amor ao idólatra, conscientizá-lo de seu erro. Conformarmo-nos com a idolatria, jamais.

(A Editora Getsêmani, R. Leopoldina Cardoso, 326, Dona Clara, Belo Horizonte, MG, CEP 31260-240, publicou os seguintes livros do autor deste artigo: A Mãe de Jesus; O Sacrifício da Missa; As Imagens; As Tradições; A Pedra Fundamental; O Rosário).

Roosevelt Silveira




25 comentários:

A Tua palavra é A Verdade ! disse...

Parabéns pelo texto, é verdadeiramente um tratado sobre idolatria.
É muito fácil criticar a liderança e falar que a culpa é dos pastores e 'apóstolos', NINGUÉM hoje no Brasil está fazendo a diferença, li uma frase sobre um grande congresso que houve esses dias que gostei muito e vou citá-la : "Se colocar uma lona vira um circo, se por um muro vira e um hospício e se colocar grades vira cadeia".

Seu conservo, Iveraldo Pereira.

Anselmo Melo disse...

Concordo com você irmão Iveraldo.Por vezes se esquece que somos todos responsáveis.Arranjar culpados abranda ameniza a dor de consciência de alguns. Obrigado por sua participação.Paz!

Bp. Jéferson Fabiano Candido disse...

A Igreja Evangélica está dividida e escandalizada, é lógico que há exceções, alguns bispos estão preocupados apenas com o dinheiro de seu rebanho e não pregam a santidade e a fuga da idolatria.

Anselmo disse...

Pr Jéferson.
A maioria aderiu ao discurso do politicamente correto.Falar contra o pecado não da ibope.
Paz!

Anônimo disse...

A principal idolatria no país é aquela que o protestante faz a si mesmo. Como assim ? O protestante contesta a infalibilidade. E depois faz de si mesmo infalível quando critica aqueles que com ele não convergem. Por isto mudam de denominações e por vezes fundam outras novas. Por que ? Porque cada crente e "infalível" para si mesmo. Cada qual julga que pode conhecer a DEUS e toda a sua vontade a partir de sua leitura individual da Bíblia. Cada crente é uma espécie de super papa. Infalível para si mesmo. Todos são hereges, menos ele. Ele que sabe qual a denominação que prega certo e a que prega errado. Ele que sabe quem está salvo e quem está condenado. O crente é ídolo de si mesmo e apologista de sua própria doutrina particular que é sempre "superior" as demais doutrinas. Por isto tanta divisão. Um crente diverge de outro e já surge o embrião de uma nova denominação. Dois brigam e os dois se acham certos e infalíveis. E qual deles está salvo ? O crente que permanece na denominação ? Ou o crente que deixa a denominação ? Ou será que está salvo aquele que fundou uma nova denominação ? Os três estão salvos ? Então por que brigaram ? E se Lutero foi levantado por DEUS, onde está na Bíblia a autorização para alguém dele se separar e fundar uma nova denominação ? Se Lutero foi necessário para fazer a reforma, quem é tolo o suficiente para continuar reformando o que DEUS já teria reformado ? E se Lutero não foi levantado por DEUS, por que alguém o cita como exemplo e inspiração ? E oonde está a permissão bíblica para Lutero reformar alguma coisa ? As maiores idolatrias do país são: 1)O crente protestante que faz de si mesmo ídolo. 2)Os dízimos, carnês e campanhas. Todos servem ao DEUS dinheiro. 3)Aos pregadores quando o crente ainda não formou suas próprias convicções. Em quarto lugar a Bíblia que toma o lugar de DEUS, tornando-se a criatura maior do que o criador. Aquele que todas as coisas chamou a existência está restrito a tinta e ao papel. E ainda depende da tradução de João Ferreira de Almeida. Ora, a nossa religião não é do livro, mas do verbo vivo e encarnado. DEUS é superior a Bíblia e não depende da interpretação particular de quem que seja.

Pr Anselmo Melo disse...

Anônimo.Suas palavras estão carregadas de ódio e invariavelmente equivocadas. A'santa" "madre" igreja católica é a grande prostituta de que a Bíblia fala em apocalipse.Existem sim, erros e desvios entre os evangélicos, porém, nenhum tão grave como adorar imagens, como atribuir a Maria a glória que ao filho é devida.Vós sois indesculpáveis diante de Deus.

renalvesss disse...

De novo voce Pr Anselmo...tisc tisc....quando comentario cheio de nada.... Me dia da onde veio e quanto tempo tem essa sua Igrejinha ai, que eu te direi quanto tempo tem aminha....diga...e de novo te pergunto....quem te instituiu Pastor?!?!

Voce mesmo?!?!

Affff

Pr. Anselmo Melo disse...

Pois é renalvesss...gente assim eu conheço de longe.tenho um bom faro para escarnecedores e padrecos.A "igrejinha" a qual você se refere é a Igreja de Cristo.Fale mal de mim, me xingue o quanto quiser e puder.tenha cuidado no entanto com o que fala da Igreja, ele não é minha e seu dono é bem ciumento.
Não deveria estar lhe dizendo isso,sei que é perda tempo, afinal vocês não acreditam de verdade no livro que carregam debaixo do braço.Se examinassem o mesmo com mais critério e coração aberto jamais dobrariam seus joelhos de frente aos seus ídolos.

Pr. Anselmo Melo disse...

Em tempo.Eu fui ordenado por um presbitério, e você?Por aqueles que julgam ser sucessores dos apóstolos? Com a benção daquele que se acha sucessor de Pedro?Aff....francamente......

Daniel disse...

Caríssimo Anselmo, qual a história da sua Igreja? Quando começou? Quem te disse que adoramos deuses e imagens? Quem? Está escrito em algum documento da Igreja Católica Apostólica Romana? Você faz acusações sem provas, continuo a pensar que este post e o da Opus Dei não passam de meras fofocas.

Pr. Anselmo Melo disse...

SR. Daniel.A história da minha Igreja começou com a ressurreição de Cristo.Como pode então ver ela é bem antiga.Agora tem uma tal aí que se julga absoluta, que foi inventada por Constantino é mais um bando de larápios,que viram na fé dos judeus um excelente instrumento de controle e intimidação.Ficaria complicado lhe dar aqui uma aula de história,e,mais complicado ainda tentar ensinar algo a alguém que não quer aprender.Que desde de muito contenta-se com o que leu nos livros e recebeu da tradição de seus pais.para afirmar que vocês são adores de imagens basta dar uma passadinha em Aparecida do Norte,ou quem sabe na terra do "padinho Cícero".Há, se não quiser ir tão longe, aqui em minha cidade é possível observar centenas de vocês carregando imagens nas cosas,acendo velinhas diante delas e saindo em romaria a pé com vários bonequinhos no colo.Se isso não é adoração...A tá,tem aquela historinha que vocês gostam de contar sobre a diferença de adorar e reverenciar, e blá,e blá e blá.Pode ser que realmente não exista nenhum documento mas não precisa ser muito inteligente para perceber que a idolatria é tolerada e em muitos casos incentivada por seus sacerdotes.Afinal, como vir a público de séculos de idolatria e dizer que estavam errados não é mesmo?

Daniel disse...

O Sr. consegue ver o interior das pessoas? Como pode dizer que estão adorando? As imagens são como fotos, que relembram a imagem de uma pessoa, relembra os feitos bons dela, se tudo o que eu olhar se tornar uma adoração deveríamos andar de olhos vendados então. Quanto a História da sua Igreja, o Sr. está equivocado. Temos no Vaticano um por um dos sucessores de Pedro, tudo documentado. Qual a denominação de sua igreja?

Pr. Anselmo Melo disse...

Daniel,essas estorinha que lhe contaram no catecismo é velha e além disso não diminui o peso da culpa por anos de idolatria.Tenho fotos de meus pais em minha casa e de outras pessoas.Mas, não nos ajoelhamos diante delas,não acendo velas diante delas e nem lhes rogo coisas alguma.Essa baboseira que você esta repetindo é coisa de papagaio, de gente que ainda não aprendeu a pensar por si mesma.veja as cenas, abra a mente,peça ao espírito Santo que te ilumine,você verá que é adoração sim.Esse papinho de vaticano como sucessor de pedro é outra asneira da ICAR.Marque uma entrevista com Constantino e veja a baita armação que foi a fundação daquilo que vocês consideram a unica Igreja.Ela na verdade foi inventada depois de ter sido surrupiada dos Judeus.Acorde meu amigo.De que documentos você fala?Papel aceita tudo.Quem autenticou os mesmo? Constantino ou um outro mentiro comparsa dele.Você me parece ser daqueles que acreditam em tudo que sai escrito no jornal.
Vá além de suas fontes, ouse duvidar,esmere-se em pesquisar.Só não garanto a sua permanência na ICAR se você proceder dessas maneira.Lembre-se do que Jesus disse:"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará".João 8:32
Vá atrás da verdade e ela certamente te libertará de todos esses anos mergulhado na mentira e no engano desses manipuladores.

Daniel disse...

Desculpe, mas seus argumentos são sem fundamentos, fracos e contraditórios. Como vou dar crédito a você? Você julga que eu não estudo sem nem me conhecer, está fazendo o mesmo com este post, está julgando sem mesmo conhecer.
A Verdade já me libertou. Jesus é a Verdade. Crio firmemente nisso. Qual a denominação de sua igreja? Diga que lhe conto a história dela. Mas não invente hein. Se você partir do princípio de que papel aceita tudo isso se volta para a sua matéria aqui na internet.
O que quero deixar aqui, não é uma discução onde vai sair vitorioso e outro derrotado, não é o intuitio. Quero deixar aqui que o Sr. está acusando e colocando coisas que não tem o conhecimento pleno, verdadeiro e de fontes confiáveis. Um grande abraço

Pr. Anselmo Melo disse...

Daniel.Continuas dando suas impressões e opiniões.Não provastes nada também.Não chegaremos a lugar algum.Você tem sua opinião baseada em escritos e histórias de sua Igreja.Eu tenho as minhas levando-se se em consideração as histórias omitidas pelos fundadores do Catolicismo Romano.Logo, onde pensa que chegaremos com isso?Realmente não haverá vencedores e nem perdedores aqui.Porque também esse não é meu propósito.O que coloquei aqui foi matéria publicada por outros, com as quais concordo em parte e em parte não.São minhas impressões,sem a intenção de ofender ou diminuir quem quer que seja.
Fique na paz.

Daniel disse...

Quer uma leitura sensata? Leia: Uma história que não é contada.
Autor: Profº Felipe Aquino
Baseada em mais de 200 historiadores.

Grande abraço

Pr. Anselmo Melo disse...

Bom Daniel.façamos assim.Você me manda o livro, assumo o compromisso de ler e comentar com você.Depois te mando um outro e você procede da mesma maneira.Ok?
Me forneça seu e-mail, não vou publica-lo aqui, aí te mando o endereço para onde você deve encaminhar o livro.
Grande abraço.

Daniel disse...

Caro, eu até mandaria um livro para você, se tivesse certeza de que o fosse ler. Não quer nem conhecer a Igreja ou a Opus Dei por dentro. Como vou ter certeza de que irá ler.
Fica a dica.
Se quiser ler, existe livrarias e internet que podem lhe fornecer.
Um grande abraço

Pr. Anselmo Melo disse...

Daniel.Apesar de nossas discordâncias eu quero lhe assegurar que sou um homem de palavra.Compro e me comprometo de ler o livro desde que você faça o mesmo com o que eu vou indicar para você.

Daniel disse...

Eu não ia postar mais nada, pois estou trabalhando no momento. Mas aceito sua proposta. Indique o livro. Após fevereiro eu irei le-lo, tenho programações de estudos até lá. Volto a conversar após este período sobre minha indicação e sua indicação. Pode ser?

Pr. Anselmo Melo disse...

Ok Daniel.Nos falamos por aqui.Um grande abraço e um ótimo final de semana para você.

N@N disse...

@A Tua palavra é A Verdade !
Complicar dizer de idolatria... se vc não vivem da fé caridade e esperança, começou errado com Lutero, depois Calvin e por aí vai se dividindo até os tempos atuais nos perdemos diante de tantos nomes de igrejas protestantes funadadas por "Homens"

Pr. Anselmo Melo disse...

@N@N Nan. A Igreja católica foi fundada por um homem,Constantino,e,pelos motivos mais vis que uma pessoa pode ter.Poder,domínio e dinheiro.Assim e para isso nasceu o Romanismo.E o pior é que ainda querem tirar uma de donos da verdade.Não se engane,lá existem também centenas de divisões,amparadas debaixo de um mesmo nome.O Opus Dei é só uma dessas facções,talvez a mais rica e consequentemente mais poderosa.Mas apenas uma entre centenas de outras.

Anônimo disse...

Não sou católico, e nem estou defendendo o catolicismo, mas fico impressionado ao ver a quantidade de gente ofendendo o Papa, o chamando de hipócrita por andar em um carro simples ou de idolatra imagens.
Então ser sincero é o que?
Andar de avião particular como o Bispo Macedo?
Dirigir carros milionários com o Pr Silas e depois pedir oferta na TV dizendo que precisa desse dinheiro para a OBRA?
Se hospedar em hotéis 5 estrelas na Europa com a desculpa de “pregar” como o RR Soares?
Por favor, se querem julgar, olhem primeiro para seus “paradigmas” antes de acusar outros!

leandro lazarini disse...

idolatria

Real Time Web Analytics
Template personalizado por Elaine Gaspareto

TOPO ▲