Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

2a marcha nacional em favor dos sodomitas!!!

Grupos de militantes gays de todo o Brasil preparam-se dia 18/Maio/2011 para a Marcha pela Aprovação do PLC 122 em Brasília (DF). O evento, que também se chama Marcha contra a Homofobia, recebeu impulso importante com a recente decisão do STF de desfigurar a Constituição para favorecer as uniões civis com base na sodomia.
Com o governo federal e até o Supremo Tribunal Federal (STF) se prostrando diante das exigências da ideologia gay, só falta agora o Congresso e o povo. Já o Congresso não o faz por medo do povo. O povo não o faz porque ainda lhe resta alguns valores morais conservadores — espécies em extinção ou já extintas entre as autoridades.


Se o Congresso e o povo não se dobrarem, os ativistas gays e seus aliados contam com o “jeitinho” brasileiro para aprovar o PLC 122, quer a população do Brasil queira ou não. Não fosse por esse “jeitinho”, o Supremo Tribunal Federal (STF) jamais teria conseguido enxergar na Constituição algo que nunca existiu: a equiparação da união estável homem/mulher com a união estável homem/homem.
Se o rolo compressor gay conseguir passar por cima do Congresso, usando o Supremo Tribunal Federal ou outro órgão, o povo não terá a mínima chance de escapar de um atropelamento e esmagamento social — a não ser que encare o problema de frente em muitas manifestações nas ruas.
Na semana passada o Brasil viu o adiamento da votação do PLC 122, graças às pressões de evangélicos e católicos. Mas Marta Suplicy (PT/SP) garantiu que nesta semana dia 17/Maio, que marca o Dia Mundial de Combate à Homofobia, a votação ocorrerá, e os militantes gays já estão se reunindo em Brasília/DF, vindos de todo o Brasil para um grande ato pró-PLC 122 na frente da Catedral de Brasília/DF.
A pergunta a ser feita agora diante do rolo compressor gay é: O PLC 122 deve ser enfrentado de forma delicada, como apenas uma mera ameaça à liberdade de expressão e opinião? Ou deve ser encarado como um perigo maior?
Há uma ideia equivocada de que o PLC 122 seja um projeto de mordaça. Mas, como bem aponta o filósofo Olavo de Carvalho em vídeo editado (http://www.youtube.com/watch?v=jIOOE0n2V5g), classificar o PLC 122 como mordaça é um eufemismo. A proposta do projeto anti-“homofobia” é impor punição e cadeia para todos os que discordarem da sodomia. Até mesmo pessoas não cristãs não escaparão se num momento de descontrole emocional disserem algo, como mostrou cena da novela “Insensato Coração” - cena incluída no vídeo acima.
O vídeo também traz entrevista de Marta Suplicy (PT/SP) e relatora do PLC 122, dizendo que com a lei anti-“homofobia” aprovada a crítica ao homossexualismo estará oficialmente banida da TV, rádio, internet, jornais e outros meios, sujeitando os infratores à cadeia e igualando-os a estupradores, assassinos, ladrões e outros criminosos. A única isenção que ela propõe é para críticas feitas dentro de templos religiosos. Os demais casos, mesmo de cristãos criticando em programas religiosos, serão tratados com todo o rigor da lei.
Portanto, Olavo de Carvalho está certo quando diz que a reação anêmica ao PLC 122 mostra que as pessoas estão “sendo vítimas da espiral do silêncio e hipnotizadas pela impressão da força do inimigo”. Dizer que o PLC 122 é um atentado contra a liberdade de expressão é uma maneira muito fraca, segundo ele, de se opor ao projeto de ditadura gay.
As atitudes cristãs aguadas acarretam consequências desastrosas e pavimentam o caminho das ditaduras. Basta ver o exemplo dos cristãos da Alemanha nazista e todo o sofrimento que lhes foi imposto por terem, em maioria esmagadora, reagido sem firmeza à ditadura do Partido Nazista, sigla que significa Partido dos Trabalhadores Nacional Socialista — um partido com elevado número de homossexuais. Lembrando que o Homossexualismo e o fascismo andam de mãos dadas.
Os cristãos mais famosos daquela época foram o pastor luterano Dietrich Bonhoeffer e o católico Claus von Stauffenberg, que faziam parte de grupos que queriam matar Adolf Hitler, que havia sido democraticamente eleito pelo povo alemão.
Nos dias de hoje, eles são exemplos porque não reagiram de modo fraco diante da ditadura nacional socialista. E aí surge uma outra pergunta: Que exemplo esperamos deixar para as próximas gerações?
Fonte: Júlio Severo.

1 comentários:

Anônimo disse...

é...marchando eles estão, cada dia, rumo ao desrespeito à família brasileira. Querem se auto-afirmar donos da razão. lamentavelmente temos pessoas "cultas" defendendo esse tipo de "justiça" social...

Real Time Web Analytics
Template personalizado por Elaine Gaspareto

TOPO ▲