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Ofensiva Gay a Igreja - Deputado Gay Jean Wyllys

Ganhador do BBB, deputado do PSOL defende casamento gay e critica "fundamentalismo" cristão no Congresso

NOTA:Essa é parte da entrevista desse sr a revista VEJA em 28/02. a inconsistência de seu discurso é claro porém nos revela que precisamos sair do discurso para a prática.
Já temos a lista com os nomes e e-mail de todos os congressistas, estamos agora preparando alguns textos e a idéias é "entupir" a caixa de entrada dos deputados com nosso repúdio ao que entendemos ser uma afronta aos valores da família e aos princípios Cristãos.
Por favor meus irmãos, precisamos de ajuda para executar essa tarefa.São centenas de e-mails e seria impossível fazermos isso sozinhos. Caso possa e queira nos ajudar me mande um e-mail para: pranselmomelo@gmail.com
Você vai receber uma lista de e-mails para onde você deverá mandar os texto que vamos sugerir ou você se desejar pode criar um. O importante e que passemos do mero discurso para a prática.
Grato.
Pr Anselmo Melo

O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) é uma figura peculiar no Congresso. Primeiro, por ser o único homossexual assumido entre os 594 parlamentares. Segundo, por ser um dos três integrantes da minúscula bancada do estridente PSOL. Terceiro: como ex-participante do Big Brother Brasil, programa do qual foi vencedor em 2005, é um integrante da chamada "bancada dos famosos", embora se sinta desconfortável com o rótulo. Na semana passada, em seu primeiro discurso na Câmara, levantou uma bandeira polêmica: a institucionalização do casamento gay - e não só da união civil, ele ressalta - na Consituição Federal. Wyllys conversou com o site de VEJA.
Em discurso, o senhor prometeu trabalhar para aprovar uma proposta de emenda à Constituição que institucionalize o casamento gay. Será sua principal bandeira? Pretendo ter uma atuação ampla na defesa dos direitos humanos e sociais. Antes de ser deputado, sempre fui ligado ao movimento GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Travestis). Tenho que prosseguir e atender às demandas desse grupo. E a PEC do casamento civil é uma demanda do movimento há muito tempo. Este é o primeiro projeto na área de direitos humanos e de minorias que eu proponho.
Já há um projeto no Senado tratando da união civil. A proposta do senhor é diferente? Tem diferença, sim. Os heterossexuais podem optar pelo casamento ou pela união estável. Os homossexuais não podem optar por nada porque eles não têm direito a nada. O Judiciário está em vias de fazer valer a união estável para todo o Brasil, mas os gays precisam recorrer à Justiça para ter o direito a isso.  Estou propondo uma coisa diferente: uma alteração na Constituição que passa a estender o direito do casamento civil ao conjunto da população. Se o estado é laico, se os homossexuais têm todos os deveres civis, ele tem que ter todos os direitos civis. Eu faço questão de falar em casamento civil entre homossexuais. A simples expressão "casamento gay" gera um equívoco na cabeça das pessoas, a ideia de que está se pleiteando o casamento nas igrejas cristãs. Não é isso. É o casamento civil.
O senhor tachou a maior parte dos deputados de “fundamentalistas cristãos”. Não teme criar uma animosidade com um grupo influente? Não marquei posição de maneira a criar animosidades. Mas o que obstrui a extensão da cidadania a grupos minoritários no Brasil é uma interpretação equivocada dos  parlamentares fundamentalistas. E eu faço uma distinção: existem parlamentares cristãos que não são fundamentalistas. Os fundamentalistas são aqueles que nem sequer querem sentar para um debate. Nenhum valor cristão está sendo violado, é uma questão de tratamento civil. Como pedir, hoje, para os negros sentarem nos bancos traseiros dos ônibus. É simples assim. Não estou fazendo uma crítica dos cristãos de uma maneira geral.
Mas há quem argumente que o casamento é uma instituição que nasceu com a religião, e que não pode ser dissociada de sua origem. Uma pessoa que não quer dissociar o casamento civil da relação religiosa é alguém que quer fundar um estado  teocrático, que vai contra o princípio republicano: a ideia de que estado e igreja vivem separados, e de que o estado não tem paixão religiosa nem pode se orientar por princípios de uma religião. Ainda mais num país diverso culturalmente, com a pluralidade religiosa com a nossa. É um absurdo.
O senhor rompeu com a Igreja Católica por causa da homossexualidade? Eu me engajei muito cedo no movimento pastoral da Igreja Católica. A teologia da Libertação é muito forte, especialmente nos bolsões de pobreza. Muito cedo, eu me engajei na fé católica e no movimento pastoral. Era uma igreja muito mais comprometida com a questão social, entendia que a gente precisava construir aqui o reino dos céus. Mas chegou um momento em que, do ponto de vista pessoal, o Cristianismo já não me dava mais as respostas que eu queria. Na medida em que o papa insiste numa demonização da homossexualidade, não me cabia mais seguir. E aí me abri para as regiões afro-brasileiras. Estudei isso, sou professor de cultura brasileira.  E hoje eu posso dizer que sou um simpatizante dessas religiões.
O senhor disse ser o primeiro homossexual militante e “sem homofobia internalizada” a chegar ao Congresso. Foi uma referência direta ao ex-deputado Clodovil? O Clodovil nunca teve um engajamento gay. Ele acabou fazendo um ativismo involuntário, porque era homossexual assumido e estava na TV. Ele era adorado pelas senhoras que votaram nele, pelas donas de casa. Se o Clodovil se levantasse como um ativista, não seria adorado pelas senhoras. O Clodovil tinha homofobia internalizada. Ia a público se colocar contra as bandeiras do movimento. Não foi uma nem duas vezes que ele deu declarações à imprensa contra o casamento gay. Fazia até deboche disso. “Detonou” a parada do orgulho gay, quando foi perguntado. Embora fosse homossexual assumido, ele não levou essa discussão para o Congresso Nacional. Eu tinha até uma relação pessoal com ele, era um cara que me respeitava bastante, mas a verdade é que ele não carregava nem defendia essas bandeiras.

12 comentários:

Anselmo Melo disse...

É hora de "arregaçarmos a manga".Passar do discursos para a ação.

CONFERENCISTA RICARDO RIBEIRO disse...

Caro Pr. Anselmo, paz. Gostaria de conhecer, com muito prazer, este movimento em defesa da Igreja e da família que estás articulando, para apoiá-lo também em todos os sentidos. Vou adicionar seu Email.

Informo-lhe ainda, que o respeitadíssimo Instituto Plínio Corrêia de Oiveira, criou um Movimento similar dirigido aos deputados e senadores, que já conta com 2.518.552 (Milhões) de assinaturas, para protestar contra o PNDH III que daria TOTAIS poderes ditatorias ao Movimento Homossexual para esmagar a Igreja em todos os sentidos. Vale a pena divúlgá-lo em seu Blog também.

Entre nesse meu link e veja a Matéria, caso não tenha visto.http://resistenciacristaj.blogspot.com/

Título:

MAIS DE 2,5 MILHÕES JÁ ADERIRAM AO ABAIXO-ASSINADO CONTRA PERSEGUIÇÃO RELIGIOSA DISFARÇADA DE "DIREITOS HUMANOS", PNDH III. MILITARES SERÃO HUMILHADOS.

Anselmo Melo disse...

Querido Conf. Ricardo.
Tenho conversado com alguns irmão na blogosfera e surgiu a idéia de nos mobilizarmos de alguma forma.Estou fechado com essa questão e agradeço a Deus por sua vida e a de tantos outros irmãos que tem se preocupado com os rumos de nossa nação.Acredito que qualquer iniciativa, por mais singela que seja somada a tantas outras tem um peso.Tem muita gente que fala em orar,mas,na verdade nem oram e nem agem.Enquanto isso o inimigo ganha terreno.No momento estamos nos concentrando em mandar o maior número de e-mails possível para os parlamentares, informando que não assistiremos de braços cruzados,fazendo pressão.
Estamos juntos!
Paz!

Anônimo disse...

vcs são ridículos...

Anônimo disse...

Espero que não tarde o dia do julgamento final e vocês possam ser julgados por tudo que vocês andam fazendo contra a comunidade LGBTT... A justiça dos homens falha, mas a de Deus nunca... e eu acredito nele

Anselmo Melo disse...

o que seria isso"Comunidade LGBTT? Uma classe distinta de gente mais digna que o restante da população e por isso querem ter uma legislação especifica tratando do que acham ser seus direitos?Francamente.Isso é uma vergonha!

Anderson Rogerio Andujar disse...

Graça e paz pr Anselmo, estamos juntos nessa, sinta-se à vontade em enviar-me a lista de deputados. O que mais me preocupa é observar o descaso e a incompetência da maioria de nossos "ilustres" deputados que assinam qualquer coisa sem ao menos se dar ao trabalho de ler o que está assinando.
Dê uma olhadinha nesse vídeo, abraços...

http://www.youtube.com/watch?v=ZbCB5pv33wE&feature=related

Anselmo Melo disse...

Obrigado Anderson. Vou encaminhar a lista e algumas sugestões de textos.Infelizmente esses são "nossos" representantes.
Paz!

Anônimo disse...

Por que tanto odio ?

Anselmo Melo disse...

Anônimo, você teria de perguntar isso ao dep.Jean.É de lá que ele esta saindo.

Anderson Rogerio Andujar disse...

Boa Anselmo...

Anônimo disse...

saudades do Clodovil...ele pelo menos sabia se portar com decoro, elegância e respeito!!!

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