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O caminho da des-graça


Quando resolvi publicar “minhas” considerações sobre o “caminho da graça” não imaginei que a repercussão tomaria os contornos que tomou. Várias pessoas têm preferido o anonimato, evitam postar suas observações no campo destinado aos comentários. Tenho recebido vários e-mails, muitos de apoio, muitos de críticas e até ameaças. Alguns denunciando fatos relacionados ao tal caminho e de certa forma colaborando comigo na preparação de outros artigos.
Minha intenção inicial seria de encerrar com os dois posts: Considerações sobre o “caminho da graça” e a segunda parte com o mesmo título.


Ao analisar parte do material que alguns irmãos me têm enviado decidi ir em frente, “oferecendo” denuncia sobre o que realmente é a teologia que pensam ter nascido nas entranhas do Caio. Na verdade trata-se do que conhecemos como teísmo aberto, disfarçado em alguns pontos é verdade.
As contradições e periculosidade de tal doutrina se evidenciam no resultado, deixo abaixo para análise dos leitores parte de um e-mail de um “caminhante” bem como a fala do próprio Caio onde fica provado por onde caminha sua teologia.
A intenção não é ofender e sim chamar atenção, por isso, e por assim estar convencido, dei o título  do post de caminho da des-graça.
e-mail:
"Quando comecei a ler as mensagens do irmão Caio Fábio comecei a compreender a extensão do sacrificio do Nosso Senhor Jesus. Praticamente o chão se abriu aos meus pés com tanta liberberdade que recebemos Dele.
Não existe mais condenação ou pecado para os que creem no Senhor Jesus porque ele aboliu a Lei que mostrava estes pecados. Mas na certa não vamos sair por aí com a liberdade que Cristo nos deu fazendo tudo que der vontade. E não é porque estas vontades seriam pecado, é porque elas não seriam construtivas para minha vida.

Com isso posso afirmar que fumar cigarro, usar drogas, trair a esposa ou até mesmo outras coisas mais sérias que não seguem os bons constumes não seria pecado praticá-las lás pois o Senhor afirmou que nada poderia separar nos do seu amor, mas não seria edificante para minha vida ou saúde. Todos esses aconselhamentos que Paulo deu seria como um manual para não nós estreparmos na vida, não fazermos maluquices autodestrutivas e vivermos bem em sociedade. Não tem nada a ver com nossa salvação, pois ela não vem das obras que praticamos.”
Segundo o caminhante que enviou o texto não existe pecado! A irmão que me mandou o texto deixou o seguinte comentário: “Conheci a SEICHO-NO-IE, e isso é filosofia deles, e é perigosa...
O que pensa o Caio sobre o teísmo aberto - Diálogo entre um caminhante e Caio Fabio, mestre e discípulo:
Pr. Caio Fabio,
Nos últimos dias tenho lido alguns autores diferentes, pois muito me interessei pelo assunto do Teísmo aberto, e ao ler alguns escritos de Paul Tillich, algumas afirmações dele me fizeram refletir e repensar boa parte da ortodoxia na qual sempre cri, ao longo dos meus anos como Cristão.Li algo. Mas como estava em um Comentário, e por eu não conhecer o contexto da afirmação, resolvi procurar ajuda para entendê-la. Esta foi a afirmação: "God does not exist. He is being itself beyond essence and existence. Therefore to argue that God exists is to deny him."Obrigado pastor.Ps: escrevi outras dúvidas em outra carta sobre Criacionismo, mas nem sei se você a recebeu.
Oliver kleim

Resposta:

Meu amado Oliver: Graça e Paz!É claro que a frase diz o que é!Deus não existe. Ele é Ele mesmo pra além de toda essência e existência. Portanto, argüir acerca da existência de Deus é o mesmo que negá-Lo.Deus não existe. Ele é. Eu existo. Pois existir não é algo que seja pertinente ao que É. Existir é o que se deriva do que sendo, É de si e por si mesmo.Deus não existe. O que existe tem começo. Deus nunca começou. Deus nunca surgiu. Nunca houve algo dentro do que Deus tenha aparecido.Deus não existe. Se Deus existisse, Ele não seria Deus, mas apenas um ser na existência.Se Deus existisse, Ele teria que ter aparecido dentro de algo, de alguma coisa, e, portanto, essa coisa dentro da qual Deus teria surgido, seria a Coisa-Deus de deus.Existem apenas as coisas que antes não existiam. Existir surge da não existência. Deus, porém, nunca existiu, pois Ele é.Sim, dizer que Deus existe no sentido de que Ele é alguém a ser afirmado como existente, é a própria negação de Deus. Pois, se alguém diz que Deus existe, por tal afirmação, afirma Deus, e, por tal razão, o nega; posto que Deus não tem que ser afirmado, mas apenas crido.Deus É, e, portanto, não existe. Existe o Cosmos. Existem as galáxias. Existem todos os entes energéticos. Existem anjos. Existem animais e toda sorte de vida e anima vivente. Existem vegetais, peixes, e organismos de toda sorte. Existem as partículas atômicas e as subatômicas. Existe o homem. Etc. Mas Deus não existe. Posto que se Deus existisse dentro da Existência, Ele seria parte dela, e não o Seu Criador.Um Criador que existisse em Algo, seria apenas um engenheiro Universal e um mestre de obras cósmico. Nada, além disso. Com muito poder. Porém, nada além de um Zeus Maior. Assim, quando se diz que Deus está morto, não se diz blasfêmia quando se o diz com a consciência acima expressa por mim; pois, nesse caso, quem morreu não foi Deus, mas o “Deus existente” criado pelos homens. Tal Deus morreu como conceito. Entretanto, tal Deus nunca morreu De Fato, pois, como fato, nunca existiu — exceto na mente de seus criadores. Assim, o exercício teológico, seja ele qual for, quando tenta estudar Deus e explicar Deus, tratando-o como existente, o nega; posto que diz que Deus existe, fazendo Dele um algo, um ente, uma criatura de nada e nem ninguém, mas que também veio a existir dentro de Algo que pré-existia a Ele, e, portanto, trata-se de Algo - Deus sobre o tal Deus que existe. A Escritura não oferece argumentos acerca da existência de Deus. Jesus tampouco tentou qualquer coisa do gênero. Tanto Jesus quanto a Escritura apenas afirmam a fé em Deus, e tal afirmação é do homem e para o homem — não para Deus —; pois se fosse para Deus, o homem seria o Deus de Deus, posto a existência de Deus dependeria da afirmação e do reconhecimento humano. Tal Deus nem é e nem existe; exceto na mente de seus criadores. Deus não existe. O que existe pertence ao mundo das coisas que existem OU não existem. Deus, porém, não pertence a nada, e, em relação a Ele, nada é relação. Defender a existência de Deus é ridículo. Sim, tal defesa apenas põe Deus entre os objetos de estudo. Por isto, dizer: “Deus existe e eu provo” — é não só estupidez e burrice; mas é, sem que se o queira, parte da profissão de fé que nega Deus; pois se tal Deus existe, e alguém prova isto, aquele que apresenta a prova, faz a si mesmo alguém de quem Deus depende pra existir... e ou ser.O que “existe”, pertence à categoria das que coisas que são porque estão. Deus, porém, não está; posto que Ele É.Ser e estar não são a mesma coisa, como o são na língua inglesa. O que existe pertence ao que é apenas porque está. Deus, entretanto, não está porque Ele É.“E quem direi que me enviou?” — perguntou Moisés. “Dize-lhes: Eu sou me enviou a vós outros!” — disse Ele.Desse modo, Deus não diz “Eu Estou”, mas sim “Eu Sou”. Ora, um Deus que está, não é, mas passou a ser. Porém o Deus que É, mas não está; não pertence ao mundo das coisas verificáveis; posto que Aquele que É, não está; pois se estivesse, seria —, mas não Seria Aquele de Quem procedem todas as existências, sendo Ele apenas um ele, e não Ele; e, por tal razão, fazendo parte das coisas que existem — mas sem poder dizer Eu Sou!Jesus também falou da sutileza do ser em relação ao estar. Quando indagado acerca da ressurreição pelos saduceus (que não criam em nada que não fosse tangível), Ele respondeu: “Não lestes o que está escrito? Eu sou o Deus de Abraão, eu sou o Deus de Isaque, eu sou o Deus de Jacó. Portanto, Ele é Deus de vivos, e não de mortos; pois para Ele todos vivem”. Assim, os que vivem para sempre são os que são em Deus, e não os que estão existindo. A vida eterna não é existir pra sempre, mas ser em Deus.Assim, para viver eternamente eu tenho que entrar na dissolvência da existência, a fim de poder mergulhar naquilo que está pra além do que existe; posto que É. A morte pertence à existência. A vida, porém, se vincula ao que não existe, pois, de fato É. O que existe carrega vida, mas não é vida. A vida, paradoxalmente, não pertence ao que é existente, mas sim ao que É. Quando falo de vida, refiro-me não às cadeias de natureza biológica que constituem a vida dentro da existência. Mas, ao contrario, ao falar em vida, refiro-me ao que é para além da existência constatável. Portanto, Paul Tillich tem razão quando diz: “God does not exist. He is being itself beyond essence and existence. Therefore to argue that God exists is to deny him”. Ora, usando uma gíria de hoje, eu diria: Tillich tem razão quando diz: “Deus não existe!” — pois é isto que hoje se diz quando algo está pra além da existência: “Meu Deus! Esse cara não existe!”. Assim é com Deus: Não existe! Pois é de-mais!Um beijo pra você!Ame-o, e nunca o deixe!Nele, que não existe, pois É,


Caio -
http://oliverkleim.blogspot.com/


Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino,
Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.
Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências;
E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas.
2 Timóteo 4:1-4

Pr Anselmo Melo

6 comentários:

CONFERENCISTA RICARDO RIBEIRO disse...

Em 1999, fiz na Escola Teológica em Recife, uma síntese do livro A Síndrome de Lúcifer, de Caio Fábio. Sempre o admirei por seus escritos. Mas, neste livro, recordo-me de que fiquei triste e até chateado, por vê-lo falar mal dos Pregadores Internacionais Jimmy Swegart e Jimmy Backer.

Ora, se em rodas de amigos, falar mal de alguém já é contra a Ética, que dirá escrever um livro levantando suspeitas sobre pessoas que tanto lutaram pelo progresso do Reino, perenizando máculas sobre elas? Bem, naquela época eu já pressentia algo errado com o Caio, a começar do nome temerário e por causa de sua língua ferina. Quando ele inventou de "provar" que Fernando Henrique, Ex-Presidente, tinha contas nas ílhas Caimãns, e passou sete horas na Polícia Federal falando do que (NÃO)sabia, então constatei que ele tava feito peixe, se perdendo pela boca. Comigo falei: "Esse sujeito ainda vai dar no que falar...".

Não demorou muito, e eis aí, o homem que fala mais que o homem da cobra, implorando a atenção para sí do que restou...(e restou o que?) da sua pessoa. Tudo que ele falou no livro a Síndrome de Lúcifer virou por sobre ele. Especialmente, ao trair sua amada com sua secretária. Agora, tenta ressurgir como uma Fênix, mas só vemos cinzas e jogando nos outros mais cinzas, não vemos o pássaro lindo que deixou o passado para trás emergindo da sua própria derrota para a vitória, pronto a dar novos e altos vôos. Pois, nosso Deus é grande em perdoar. Fica o lembre-te para todos nós.

O melhor que Deus tinha, ele dispensou por seu orgulho na Eternidade. O orgulhoso Querubim, sobre o qual muito falou o Caio mas, nada aprendeu. Elias foi o único profeta que ao invés de igualmente os outros, profetizar com um inconfundível "ASSIM DIZ O SENHOR", pelo contrário, proferiu um impensado "SEGUNDO A MINHA PALAVRA". E veja no que deu. Foi encurtado seu ministério, foi substituído por Eliseu e levado prematuramente ao céu. As Palavras de Paulo ecoam ainda hoje, posso ouví-las desesperadamente... "Quem estiver de pé, cuide para não cair..."

Apareça em nosso Blog SOMENTE A VERDADE,
amado Pr. Anselmo. Paz.
http://resistenciacristaj.blogspot.com/

Pastor Guedes disse...

Caro Pr. Anselmo,

Há muito estou devendo um comentário aqui e resolvi visitar seu blog para dizer que o Caio Fábio foi um dos meus incentivadores no início. Não ele pessoalmente, mas suas mensagens. Sempre o admirei por sua eloquência e modo de colocar as palavras em pratos limpos (digo-o com relação à clareza de ideias). Todavia, o Dossiê Caymã, citado acima, e o escândalo amoroso envolvendo a secretaria, que resultou em divórcio e novo casamento, querendo ou não os seguidores do Caminho, manchou a trajetória dele. Claro que Deus perdoa e perdoou o Reverendo. Não quero aqui condená-lo de nada. Não tenho nada contra o homem Caio, creio que é homem de bem, corajoso, verdadeiro no que diz. Seus livros e suas palestras, porém, não têm mais, ao menos para mim, o mesmo sabor, a mesma inspiração. Ainda o acho inteligente e "arrebatador" no que diz respeito às ideias.

Como foi citado no comentário anterior pelo Irmão Ricardo, o Caio andou falando demais e acusar o Jimmy Swargatt e o Jim Backer não foi uma boa ideia, pois, eu seu livro "Confissões de um Pastor" não havia confessado tudo. Mas, quem sou para falar dos erros dele. Sou um pecador miserável que necessito da imprescindível e superabundante Graça de Deus e do Seu Espírito Santo para vencer o pecado diariamente e ser ajudado por ela.

Não sei qual a intenção do amado irmão em postar esse texto sobre Deus, mas eu acho esse texto maravilhoso. O que ele está dizendo é que Deus não existe porque tudo o que existe foi criado, veio a ser, portanto é existente, e Deus não foi criado ou veio a ser, mas Ele é. Gosto de João 8.58, quando o Senhor Jesus diz: "... antes que Abraão existisse, Eu Sou". Para ser sincero deu até vontade de postar em meu blog. O que penso que não está bem na teologia do Caminho é o universalismo ou restauracionismo universal e a negativa do inferno. Li no blog do Cláudio, um texto do Caio, que me deu a entender que o inferno não existe e que inferno é aniquilamento (aniquilacionismo), ou seja, as criaturas que não creram em Cristo não irão para o inferno, mas serão aniquiladas (John Stott também anda pregando isso). Não tenho prazer em ver pessoas indo para um sofrimento eterno como sugere o texto, apenas não consigo deixar de ver o inferno como algo real.

Há outras coisas que podemos debater sobre a teologia que hoje desafia a ortodoxia, mas por hoje é só.

Deus abençoe o amigo.

Forte Abraço.
No Amor de Cristo!

Anselmo Melo disse...

Querido irmão Pr Guedes.

Eu também cresci em uma época em que o Caio era de certa forma uma referencia em nosso meio. Talvez em função da proximidade, uma vez que sou natural de Niterói/RJ., Tive a oportunidade de acompanhar de perto o Caio Fabio. Fui membro durante quase nove anos de uma Igreja vizinha a Betânia, onde tinha alguns amigos. Mantive durante um breve período relações comerciais com a “VINDE” e tive vários amigos que faziam parte do quadro de funcionários da extinta “VINDE”, logo, era comum vez por outra estar bem próximo.
Logo, não seria honesto de minha parte deixar de reconhecer seu valor e influencia positiva em nosso meio aquela época. Não diria que cheguei a admirá-lo enquanto Pastor ou escritor, mas por certo nutria pelo mesmo profundo respeito.
Talvez a idéia de postar esse texto do Caio não tenha mesmo ficado clara, mas creio que através dos testemunhos que tenho colhido tem sido realmente possível verificar por onde minhas desconfianças andam.
O universalismo e o restauracionismo universal é tema freqüente nos discurso e escritos do Caio, também a questão quanto ao inferno e o aniquilacionismo. Porém, muitos não se dão conta disso. Não poderia de maneira alguma pensar de forma diferente, dada a eloqüência e sabedoria do Caio bem lembrada aqui pelo irmão que isso não é posto de maneira sutil e proposital pelo mesmo. Sua clareza e eloqüência também citada aqui se transformam gradativamente em considerações paradoxais que tem levado muitos por “caminhos” no mínimo perigosos.
De qualquer forma meu interesse em abordar essas questões foi de trazer à discussão esses temas e não de denegrir ou ofender quem quer que seja. Talvez, e por não ter evidentemente os mesmos dons que o Caio no sentido de evidenciar com “clareza” o que penso fui mal interpretado por alguns.
Dessa feita quero agradecer ao irmão por sua sempre prestimosa ajuda e companheirismo colocando aqui suas considerações. Sou homem afeito a discussão, creio que ela nos engrandece, isso posto é bom saber que tenho no irmão alguém com quem valha a pena “disputar” idéias e assim promover nosso crescimento bem como dos irmãos e amigos que por aqui passam.
Que Deus abençoe sua vida ricamente.
Abração!

Joel Peçanha Assis disse...

Pr. Anselmo, não sei se era essa sua intenção mas...que lindo texto esse do Caio Fábio sobre Deus! Sempre me interroguei acerca do termo Eu Sou, usado por Deus para se apresentar no AT. Agora sim, as coisas ficaram límpidas pra mim com esse texto.Sou prof da EBD e vou usá-lo como referência na próxima aula.Abraço

Anselmo Melo disse...

Prezado Joel Peçanha Assis.Por certo o irmão leu todo o post. O que na verdade quis foi mostrar como uma pessoa pode ser tão contraditória,ora um sábio, capaz de discorrer com maestria sobre tema tão profundo e ora perder-se em doutrinas hereges como o aniquelacionismo. Se tais heresias ficassem guardadas no coração de quem as abraça causaria mal menor, infelizmente não é isso que ocorre. O texto acima do qual o irmão se encantou mostra o estrago que tais ensinamentos tem causado mundo afora.
Paz!!

Riva Moutinho disse...

Sinceramente não tenho mais tanta paciência para ler textos (ou comentários que sejam) carregados de moralismos que só podem desaguar no oceano da hipocrisia.

Há tempos vejo gente falar do Caio (com o dedo em riste) em decorrência dos fatos que aconteceram (Caymann e divórcio). E, sinceramente, o que sempre vejo são palavras carregadas de hipocrisia. Todos estes que falam destas falhas do Caio (e tem tantas), com certeza, à época tinham em suas mentes que o Caio era um ser santo, praticamente uma divindade, esquecendo que ele é humano.

Mas é assim mesmo, a religião cria os seus totens e os adora esquecendo que são apenas homens.

Os líderes atuais, deturpam o Evangelho para encherem os bolsos, comprarem jatinhos, se tornarem políticos, construírem megatemplos... mas está tudo bem, afinal são "homens de Deus". Enquanto a imagem permanecer intacta.

Acredito que cada um de nós deveria olhar pra si próprio, ver o quanto somos moralistas e hipócritas. Assumirmos de vez que gostariamos de ter pego a adúltera para apedrejá-la, ou quem sabe o homossexual para exorcizar o demônio.

Os pastores de hoje são produzidos em faculdades teológicas!!!

Sou livre para crer no amor e na graça de Deus! Sou salvo unicamente pela Graça de Deus! E tenho absoluta convicção que, ainda que eu tente, não me verei livre do pecado, pois se acreditar no contrário a mim mesmo me engano.

Desta forma sigo a Jesus não para seguir preceitos religiosos e moralistas, mas por gratidão. Não peço restituição e nem bençãos a Deus, pois sou grato pelo dia que vivo (bom ou ruim), pois tenho absoluta convicção que ele está no controle de tudo. Não preocupo se serei ou não salvo, pois isso é algo que vem Dele para mim.

Tenho absoluta convição que sou completamente pecador... e é na guarda Dele que estou.

Não sigo igreja. Não sigo religião. Não sigo essa moral hipócrita.

Sim... de fato... Deus não existe... Ele É! Nós existimos... ELE É!

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