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FARISEUS VICIADOS



O Farisaísmo permanece vivo e bem dentro da Igreja Cristã pós-moderna. Sim, nós temos nossos Fariseus… E muitos deles terrivelmente viciados ao pecado sexual.
O que mais complica qualquer esforço em ajudá-los a achar a liberdade é o seu conceito torto de Cristianismo. Por exemplo, se eu disser a este homem para converter-se à Cristo como a resposta para seus problemas, ele irá interpretar tal conselho como um convite para se jogar zelosamente em seu formalismo moderno. O que ele não percebe é que o mesmo sistema religioso que abraçou está prevenindo-o de ter a vida vibrante em Deus que o libertará. Ele está trancado em uma prisão do EU. O Farisaísmo é, acima de tudo, uma religião do EU. Até que ele se liberte dessa prisão, nunca encontrará o que o ex-Fariseu chamado Paulo escreveu: “… onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.” (II Coríntios 3:17)



Tais homens têm muito em comum com os Fariseus originais.
Primeiro: assim como seus semelhantes ancestrais, os Fariseus dos dias modernos são excelentes em meticulosamente apresentarem-se como espirituais, quando na realidade estão cheios de “imundícias” (Mateus 23:27). Eles vivem uma vida dupla – mantém uma aparência de santidade enquanto se entregam em suas mentes a todo o tipo de perversão. Eles aprenderam que é bem mais fácil exagerar na santidade para a família e amigos do que lutar pelo problema real.
Jesus alertou Seus discípulos sobre a contaminação da falsa espiritualidade: “Acautelai-vos primeiramente do fermento dos fariseus, que é a hipocrisia.” (Lucas 12:1). A melhor analogia atual a esta admoestação é olhar para os sinais de alerta que você pode encontrar pelas estradas: “PERIGO!” “CUIDADO!” “PARE!”. O uso que Jesus faz de tão forte termo como “Acautelai-vos” mostra como é extremamente perigosa é a hipocrisia, para Jesus. Algumas das razões porque isso é tão perigoso:

• Isso reforça a admiração pelo EU;
• Acontece naturalmente quando alguém é generoso;
• É difícil de detectar;
• Substitui o problema real por uma falsa espiritualidade;
• Alimenta mais decepção e desilusão;
• Impede uma pessoa de ver sua necessidade de mudança ou arrependimento;
• Alimenta o temor ao homem ao invés de alimentar o temor de Deus;
• Magnífica os dividendos imediatos enquanto cega para as conseqüências eternas

Totalmente convencidos de que a religião verdadeira é vinda do coração, os escritores do Novo Testamento exortaram diversas vezes os crentes do primeiro-século para a realidade de Deus em suas vidas ao invés de terem uma religião vã caracterizada pelo legalismo e atos externos de devoção.
Segundo: Fariseus dos dias modernos amam “dar importância aos assuntos menores”. Jesus sumarizou a verdadeira base da religião quando disse aos Seus seguidores que amar a Deus e a seu próximo eram os “primeiros e maiores mandamentos.” (Mateus 22:37-40). Mas os Fariseus são ótimos em valorizar os assuntos menores da lei e diminuir a realidade verdadeira das palavras do Senhor. Jesus disse aos hipócritas de Seus dias “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho, e tendes omitido o que há de mais importante na lei, a saber, a justiça, a misericórdia e a fé; estas coisas, porém, devíeis fazer, sem omitir aquelas. Guias cegos! que coais um mosquito, e engulis um camelo. (Mateus 23:23-24)

Há muitos que deixam de lado a vida sacrificial do verdadeiro Cristianismo ao dar importância demasiada em construir sistemas doutrinários. É claro que é apropriado defender seriamente por princípios da fé (ex. nascimento de Cristo de uma virgem, a Trindade, etc). Entretanto, os Fariseus são marcados como aqueles que não têm a humildade e maturidade para permitir que outros Cristãos tenham pontos de vista diferentes em questões secundárias de doutrina como segurança eterna, o tempo do arrebatamento, divórcio e segundo casamento, e assim por diante. Não é nada além do que o orgulho feio que provém de uma vida centrada no EU.
Terceiro: ambos preferem as armadilhas da religião à realidade de um relacionamento vibrante com Deus. Por acaso é possível que uma pessoa freqüente uma igreja evangélica com base na Bíblia e não conhecer a Deus? Absolutamente. “Trigo e Joio” crescem juntos, mas tem destinos eternos completamente diferentes. Estou convencido de que há muitos que conhecem a Deus acadêmica e intelectualmente mas não pessoal e intimamente.
Você pode imaginar um homem casado com uma mulher somente no papel? Que tipo de casamento seria se tudo o que tivessem fosse um relacionamento frio e formal? Até nosso sistema jurídico permite a anulação de um casamento que não foi consumado. E ainda assim, para muitos, um relacionamento com Deus não significa nada além do que consideram ser uma passagem para o céu. Um crente verdadeiro tem uma interação regular e vibrante com o Senhor. Seu amor por Deus é provado em sua vida diária. “Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.” (I João 4:8)
Por último: a religião deles é sem poder algum. Paulo disse que eles “Tem aparência de piedade, mas negam a eficácia dela.” (II Timóteo 3:5). Há somente uma única definição para a palavra evangelho nas Escrituras. Paulo disse que “é o poder de Deus…” (Romanos 1:16). Não é dogma. Não é um movimento social chamado Evangelicalismo. Não é achado nas dissertações acadêmicas de algum seminário inanimado. O Evangelho – queira você se dar conta disso ou não – é simplesmente o poder de Deus ativo no coração das pessoas. A religião sem poder é um fac-símile anêmico ou uma clara fraude!
Ninguém que é pego na armadilha do Farisaísmo moderno precisa permanecer nele. A liberdade dessa prisão é achada no mesmo lugar onde é achada a liberdade do pecado sexual: na vida abundante oferecida para todo verdadeiro crente em Cristo. Jesus repetidamente foi em direção aos Fariseus de seus dias, implorando para que se convertam de sua hipocrisia – e Ele está fazendo o mesmo nestes últimos dias. Irmão ou irmã, se você está trancado no vazio envelhecido da religião morta, arrependa-se e comece a orar por um toque fresco do Espírito Santo. Ele responderá alegremente a sua oração!
Steve Gallagher

4 comentários:

disse...

Muito bom. Concordo com tudo que ele escreveu.
Onde assino? Paz!

opoderdasescrituras disse...

Parabéns pelo texto Pr Anselmo. Tive até uma inspiração para escrever um artigo a respeito do "Trigo e o Joio". Deus abeçõe!!

em Cristo,

Pr Alex.

René disse...

Amado Anselmo,

Esta é uma ótima exortação e amor!

Como disse Paulo: "O Reino de Deus consiste não em palavra, mas em poder!". É o poder do Evangelho em transformar vidas, não em se dizer que houve uma transformação onde, nem mesmo, houve um arrependimento e uma entrega!

Abração e Paz!

Anselmo Melo disse...

Que Deus nos ajude sempre a nos posicionar de maneira adequada e bíblica, a fim de que através do nosso testemunho outros se sintam motivados a abandonar esse espírito maligno e seguir a Cristo com um coração sincero e reto.

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