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Condenado à morte




O brasileiro que foi condenado à morte na Indonésia por tráfico de drogas. A última chance de escapar da pena de morte é um perdão presidencial.


"Eu declaro o acusado Marco Archer Cardoso Moreira culpado diante da lei e estou convencido de que ele cometeu o crime de contrabandear um tipo de narcótico, a cocaína. O tribunal pune o acusado Marco Archer Cardoso Moreira com a pena de morte".


Na última terça-feira, numa corte indonésia, Marco Moreira, um dos pioneiros do vôo livre no Rio, ouviu, do juiz, o que tanto temia: sua condenação à morte.





Antes de a sentença ser anunciada, ele já previa o pior: "Estou muito desapontado".


Em agosto do ano passado, Marco foi preso depois de tentar entrar na Indonésia com quase 14 quilos de cocaína peruana. A droga estava escondida na armação de uma asa delta. Marco chegou a fugir do aeroporto, mas foi capturado duas semanas depois.


A advogada de Marco, uma defensora pública, disse que vai recorrer. O caso poderá ser examinado por duas outras instâncias. A última chance de escapar da pena de morte é um perdão presidencial.


"Eu contesto a sentença. Durante o processo não houve nenhuma prova de que o acusado integra uma rede internacional de traficantes", alega a defensora pública Mona Riani.


Marco vive há cerca de 10 anos na Indonésia. Em 1999, numa entrevista gravada por um amigo, Marco elogiou o balneário indonésio de Bali.


No processo, Marco declarou que a proposta de buscar a droga no Peru foi feita em junho passado, num restaurante de Bali, por um traficante peruano chamado John Miller.


Marco é a 27ª pessoa a ser condenada à morte na Indonésia por tráfico de drogas desde janeiro de 2000. Dos 27, 22 são estrangeiros, quase todos africanos. Até agora, nenhum deles foi executado.


Uma imagem mostra que Marco tem um celular dentro da cadeia. A equipe do Fantástico ligou para ele. Mas o brasileiro que pode ser fuzilado está muito preocupado com o futuro e evitou dar qualquer declaração.


"Marco, aqui é o Fernando Molica, sou repórter do Fantástico, estou falando aqui do Brasil".


"Pô, meu irmão, me desculpa, mas eu não estou podendo falar nada. Quem é que te deu o meu telefone?". Depois, Marco desligou o telefone.
globo.com


Estamos lutando uma batalha perdida?


O consumo de crack tem tomados proporções alarmantes em nosso país. Já no inicio da adolescência centenas de milhares começam a usar a maldita “pedra”.
Uma legião de zumbis é produzida mês a mês.
O estado não sabe o que fazer e nem por onde começar.
A Igreja assiste inerte a degradação social nas comunidades em que esta inserida com o papel de ser agente de transformação dos indivíduos.
Estamos nos tornando reféns dos traficantes que nunca lucraram tanto com a desgraça alheia.
É certo que nenhuma iniciativa isolada nos livrará desse tão grande mal que nos assola a todos, não existem ações de curto prazo que possam trazer soluções definitivas.
O que fazer então?
As penas por tráfico não intimidam ninguém.
É lógico que existem diversas outras ações que precisam ser tomadas, mas a proposta da discussão é:


Que tipo de pena ajudaria no combate ao tráfico de drogas no Brasil?

4 comentários:

Francisco de Aquino disse...

Pr. Anselmo,parabéns pelo blog,conteúdo informativo muito bom,em relação a esta postagem,cabe a nós orarmos a Deus em favor dessa vida,embora tenha cometido um erro ele merece a chance de recomeçar,álias,só Deus tem o direito de dá e tirar a vida!!!Deus continue o abençoando e bom final de semana.

Anselmo Melo disse...

Obrigado por sua participação irmão Francisco. É uma situação bem complicada mesmo.
Que Deus tenha misericórdia dele.
Um forte abraço!
Paz!

Anônimo disse...

Aquilo que semear, certamente colheras, não é assim que funciona. porque nossos governos tem que passar a mão na cabeça de traficantes. pois que pena para a familia deste infeliz morto.

disse...

Po, sinal que a cadeia de lá não é tão diferente que a daqui, o cara tem até celular lá dentro. rsss Mas falando sério agora, pensam que lá é como aqui, lá matam logo, aqui tudo pode a corrupção corre solta dentro dos presídios, marginais dão ordem lá de dentro para matar os que atrapalham seu comércio aqui fora. E assim vai, lamentável tudo isso. Tanto aqui como fora. paz!

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