BABILÔNIA, A NOVA NOVELA DA GLOBO: PROSTITUIÇÃO, ROMANCE GAY JOVEM E OCTOGENÁRIO

A Rede Globo, desde que introduziu em suas telenovelas a questão da homossexualidade, para usar um termo que agrada aos gays, não parou mais de tratar sobre o tema. Com a clara intenção de agradar ao público LGBT e porque, como formadora de opinião, quer convencer o outro público, tido de um modo geral como supersticioso e homofóbico, de que os gays nascem gays e que têm sua opção sexual por natureza. Mas, não é somente nas telenovelas que a RGT investe pesado no “novo comportamento da sociedade”, pois esse tipo de publicidade está no Big Brother e nos programas mais variados na telinha da emissora. Desta feita, porém, a emissora da família Marinho, quer alcançar tanto os jovens como os mais velhos, aqueles que ainda "resistem" ao novo padrão por estarem presos a "tabus". E para não dar um tiro no pé, os autores convidaram duas atrizes de peso e de muita credibilidade junto ao povo brasileiro: Fernanda Montenegro e Nathália Timberg.  É mais um desserviço da Rede Globo para a sociedade brasileira.

Mesmo com sua estreia estando prevista apenas para março do ano que vem, "Babilônia", novela que substituirá "Império" na faixa das 21h , já repercute fora do Brasil.
A ideia do trio de autores Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga de introduzir um romance octogenário, o qual será defendido pelas atrizes Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg, foi destaque de uma matéria do El Comércio. O jornal é um dos mais lidos do Peru.

Também foi inserida uma fala de Ricardo Linhares em declaração recente ao Estadão: "Quando a novela começa, elas formalizarão sua união pela lei".
Ele ainda acrescenta falando que Fernanda e Nathalia abordarão um preconceito retroativo, já que as personagens chocaram a sociedade há 30 anos ao largarem seus maridos e partirem para uma união. "Elas foram pioneiras, foram vítimas de preconceito, mas continuaram e abriram as portas para outras gerações", pontuou o roteirista.
"Babilônia" tem previsão de estreia para março do ano que vem.

"As novelas brasileiras continuam apostando no retrato das mudanças que a sociedade atravessa na telinha. Agora em sua próxima produção do horário nobre, a Globo apresentará um casal homossexual octogenários", salientou a publicação.


Marcello Melo Jr. estará de volta às novelas em "Babilônia", próxima trama das nove da Globo. Ele vai interpretar Ivan, um professor de slackline e homossexual assumido.

Na história de Gilberto Braga, João Ximenes Braga e Ricardo Linhares, Ivan terá um caso com Carlos Alberto (Marcos Pasquim), de quem será instrutor no esporte. Diferente do professor, o aluno se importa com a opinião dos outros e por isso sua opção sexual não é revelada nem para a família e amigos.

Carlos também enfrentará um outro grande problema. É que seu filho Fred (Filipe Monteiro) desconhece a homossexualidade do pai e é extremamente preconceituoso. O rapaz é um dos jovens na trama que persegue Rafael (Chay Suede), que foi criado pelo casal Estela (Nathalia Timberg) e Teresa (Fernanda Montenegro).

Outro tema polêmico que será abordado em "Babilônia" será a prostituição. Sophie Charlotte irá interpretar a prostituta de luxo Alice, filha de Inês (Adriana Esteves). 

O cafetão delas é o vilão Murilo, papel de Bruno Gagliasso. 

"Babilônia" estreia em março na Globo, substituindo "Império".

http://natelinha.ne10.uol.com.br/novelas/2015/02/22/em-babilonia-marcello-melo-jr-vivera-romance-com-marcos-pasquim-85920.php

Com informações do meu amigo: Blog do Pastor Guedes

O Apocalipse do Cristianismo Iraquiano

Aniquilar cristãos e outros “infiéis” é o alvo declarado do extremismo islâmico no Iraque. Uma das mais antigas culturas cristãs do mundo está diante de seu fim.
As imagens são terríveis. Mulheres acorrentadas umas às outras são ofertadas em fila como escravas sexuais. Os homens são obrigados a deitar-se em valas comuns, onde são mortos com tiros na cabeça. Vêem-se muitas cruzes com corpos humanos ensangüentados dependurados. Não apenas soldados, até crianças pequenas são decapitadas; as cabeças cortadas são expostas em estacas – fotografadas pelos assassinos e publicadas orgulhosamente na internet.
Essas imagens terríveis vêm acompanhadas de histórias ainda mais horríveis. É impossível saber se todas elas são verdadeiras ou se cada uma delas se relaciona de fato com as imagens que vêm a público, mas causam o efeito desejado: milhares de cristãos orientais estão em fuga. Em pleno século 21, uma das mais antigas culturas cristãs está diante de seu fim.

Nada de cinza

 Não há nada de cinza a respeito de um seguidor de Cristo ver 50 Tons de Cinza. A questão é preta ou branca. Não vá. Não assista. Não leia. Não alugue.
Eu não quero sequer falar sobre isso. Outro blogueiro e eu andamos em círculos por várias semanas pensando em como poderíamos escrever uma resenha crítica satírica alfinetando aqueles que acham que precisamos ver esse filme para sermos relevantes. Não conseguimos. Não há forma de fazer um humor forte o suficiente para condenar filme tão vil.
E não, eu não fui ver o filme. Nem sequer assisti o trailer. Também não li uma única página do livro. Ler sobre a premissa na Wikipedia e no IMDb por alguns minutos me convenceu de que eu não precisava saber mais. O sexo é um presente maravilhoso de Deus mas, assim como todos os presentes de Deus ele pode ser aberto em um contexto errado e reembalado em um pacote feio. Violência contra mulheres não é aceitável só porque ela é aberta à sugestão, e o sexo não é aberto a todas as permutações, até mesmo em um relacionamento adulto. Consentimento mútuo não cria uma filosofia moral.
Sexo é um assunto privado para ser compartilhado na privacidade e santidade do leito matrimonial (Hebreus 13.4). Sexo, assim como Deus designou, não é para atores que fingem (ou não) que estão fazendo “amor”. O ato da união conjugal é o que casais casados fazem a portas fechadas, não o que discípulos de Jesus Cristo pagam dinheiro para assistir em uma tela do tamanho de suas casas.
Como já disse antes, precisamos ser criteriosos no que colocamos em frente aos nossos olhos, sendo homens e mulheres sentados em lugares celestiais (Colossenses 3.1-2). Se 50 Tons de Cinza é um problema, qual é o padrão de aceitação para o resto da sexualidade livremente consumida? Veja bem, a consciência do pecado não é por si só o problema. A Bíblia é cheia de relatos de imoralidade. Seria simplista e moralmente insustentável – até mesmo antibíblico – sugerir que você não pode assistir ou ler sobre um pecado sem pecar. Mas a Bíblia nunca se deleita em sua descrição do pecado. Ela nunca pinta o vício com as cores da virtude. Ela nunca se entretém com o mal (senão para zombá-lo). A Bíblia nunca cauteriza a consciência tornando o pecado normal e a justiça estranha.
Cristãos não deveriam tentar “redimir” 50 Tons de Cinza. Não devemos achar bonitinho e divulgar uma nova série de sermões chamada “50 Tons de Graça”. Não devemos envergonhar a arte ou a santidade ao pensarmos que, de alguma forma, algo tão escuso como 50 Tons vale a pena ser visto ou analisado. De acordo com a lógica de Paulo, é possível expor um pecado e mantê-lo escondido ao mesmo tempo (Efésios 5.11-12). “Um bom homem se envergonha ao falar do que várias pessoas não se envergonham de fazer” (Matthew Henry).
Alguns filmes não merecem uma análise sofisticada. Eles merecem um sóbrio repúdio. Se a igreja não pode estender graça a pecadores sexuais, nós perdemos o coração do evangelho. E se nós não podemos falar que as pessoas devem ficar longe de 50 Tons de Cinza, perdemos a cabeça.
por POR KEVIN DEYOUNG  fonte: Reforma 21
Traduzido por Marianna Schulz | Reforma21.org | Original aqui
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A serpente no poste e a cruz de Cristo

Quando Jesus explicou a natureza de sua morte expiatória na cruz para os israelitas de seus dias, Ele apelou para o que é, indiscutivelmente, um dos símbolos redentivos mais fascinantes da história da peregrinação de Israel pelo deserto: a serpente de bronze no poste (Números 21.4-9; João 3.14).
A serpente de bronze é o tipo mais claro da obra salvífica de Jesus no Calvário. De todos os tipos e sombras, não houve outro que tenha predito melhor a grande obra do Salvador do que esse. Jesus podia ter apontado para a páscoa ou para qualquer tipo de sacrifício que demonstrasse sua futura morte expiatória. Mas ele escolheu apontar para esse tipo em sua discussão com Nicodemos.
Aqui há 14 pontos retirados do livro “The Mystical Brazen Serpent with the Magnetical Virtue Therefore, or Christ Exalted Upon the Cross”, escrito por John Brinselym; do sermão “Moses and the Bronze Serpent”, feito por Tim Keller e do livro “Brief Exposition of the Epistles to the Seven Churches in Asia”, de Robert Murray M’Cheyne. Todos eles nos ensinam como Números 21.4-9 serve para nos aprofundarmos no entendimento do Evangelho:

O Princípio do Fim

O cenário está posto e os acontecimentos na Terra são dirigidos pelo céu. Apocalipse 4 contém a visão registrada do apóstolo João sobre a sala do trono nos céus, de onde se desdobram os planos de Deus para Seu Reino terreno. Louvor contínuo é oferecido para o supremamente santo Deus, cujos direitos como Criador estão próximos de serem revelados.

O Livro Selado (Ap 5.11-14)

A cena enfoca um livro que ninguém é capaz de abrir, que está sendo segurado pela mão direita de Deus. Ele contém o relato escrito do programa de Deus para recuperar a terra amaldiçoada pelo pecado e estabelecer Seu reino de paz e justiça.
Somente uma pessoa surge como sendo digna de tomar o livro e abrir seus selos: “o Leão da Tribo de Judá, a Raiz de Davi” (Ap 5.5). A referência é a Jesus, o Messias, o único que é digno de tomar o livro do plano mestre de Deus para o destino final da Terra e de abrir os sete selos que o fecham. A morte sacrificial de Jesus proporcionou a base para a expressão do juízo final que Deus conduzirá na história humana, como será descrito adiante no Livro de Apocalipse.
João estabeleceu o palco e depois enfocou o livro. Esta cena mostra Cristo quebrando os sete selos de cera que protegem a mensagem escrita em ambos os lados – uma mensagem de juízo para os pecadores e de bênção para o povo de Deus. Cada selo representa um juízo diferente. Os quatro primeiros selos são uma unidade e mostram quatro cavaleiros cavalgando por toda a terra, ecoando Zacarias 1.8-10 e Zacarias 6.1-8.
Os selos restantes revelam cenas mais amplas da ira de Deus, que coloca o mundo sob juízo por sete anos de devastação, acabando com a vida na Terra, do modo como a conhecemos. Apenas depois deste evento é que a terra será preparada para o retorno do Messias de Deus, quando os crentes “reinarão sobre a terra” (Ap 5.10).

O selo de Deus ou a marca do anti-cristo?

Porque eu desafio os meus "amigos" pastores protestantes. Se não há mais protesto, como pode haver uma igreja protestante?
Este é um movimento em direção a unica religião mundial e é exatamente o que a profecia diz que tem que acontecer antes de Jesus voltar. Somente haverá dois grupos quando Cristo voltar, um terá o selo de Deus e o outro a marca da besta.

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