A Energia da Kundalini (o Poder da Serpente): Fenômeno Ocultista do Yôga e das Religiões Orientais Está Entrando nas Igrejas Cristãs

Fonte: Spiritual Research Network.
Hoje, com tantos líderes cristãos endossando práticas como o Yôga (Yôga Cristã), a oração contemplativa (centrante), a meditação cristianizada, mantras e os estados alterados de consciência — tudo em nome de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo — não é maravilha que as manifestações místicas do poder ocultista estejam sendo experimentadas nas igrejas e nas vidas dos cristãos. Entrando na cristandade em massa, atravessando as fronteiras continentais e denominacionais, um antigo e pernicioso poder está sutilmente influenciando a cristandade já contemporizada. Esse poder ter como objetivo nada menos que a total destruição da mente, do corpo e do espírito do ser humano.
O propósito deste artigo é expor esse poder sinistro que se esconde por trás do assim chamado "fenômeno sobrenatural" que está ocorrendo na igreja atualmente. Aqueles que escaparam do mundo do ocultismo e vieram para o verdadeiro Jesus Cristo compreendem muito claramente o que está acontecendo. Por outro lado, incontáveis pessoas, incluindo muitos dos líderes das igrejas, não têm a mínima ideia.
Aqueles que estão ignorantes a respeito desse poder mortal que está invadindo as igrejas fariam bem em prestar atenção!

ABUSO VERBAL POR PARTE DAS ESPOSAS

Minha ficha caiu por causa de um pacote de hambúrgueres. Eu pedi ao meu marido para parar na loja e comprar algumas coisas para o jantar. Quando ele chegou em casa e colocou as sacolas em cima da mesa, logo eu percebi que que tinha comprado um hambúrguer diferente do que eu normalmente compro. Então perguntei:
– “O que é isso?”
– “Hamburgueres congelados”, ele respondeu meio confuso.
– “Você não comprou o tipo correto”, eu disse.
– “Não? Por que?” Ele respondeu com a testa enrugada.”
– “Eu sempre compro hamburguer feito com carne de primeira e este é de segunda”.
Ele sorriu e disse:
– “Ah, é só isso? Eu pensei que eu tivesse me confundido com algo grande”

VALE TUDO ENTRE AS QUATRO PAREDES DO QUARTO?

Esta é uma pergunta que assombra muitos cristãos. “Isso pode? Isso não pode? É permitido por Deus?”. No geral, a religião acaba limitando a vida sexual do cristão, infelizmente, mas não podemos generalizar. Existem casais cristãos que vivem uma vida sexual livre e satisfatória, sem neura alguma, assim como também existem casais não cristãos que são completamente frustrados na cama. Creio que a religião teve uma influência muito negativa no decorrer da história no que diz respeito ao sexo. Muitas verdades Bíblicas foram (e ainda são) distorcidas, “neurotizando” aquilo que era pra ser prazeroso e natural. No passado, o sexo era visto como tabu, algo sujo, inclusive entre os casados, e a igreja (instituição) foi uma das grandes responsáveis por esta visão. Infelizmente muitos ainda pensam dessa forma, especialmente dentro das denominações mais radicais. São pessoas completamente limitadas na vida sexual. Vivem atormentadas pelo medo e pela culpa. Conheço casais que pedem perdão depois do sexo, algo que não tem fundamento Bíblico algum! Uma total falta de informação, quer dizer, excesso de informação distorcida. Mas como eu disse, não podemos generalizar. Muitos cristãos que realmente entenderam a grandeza do amor de Deus por nós através da vida e dos ensinamentos de Jesus, conseguem viver uma vida sexual plena e livre de culpa.
Recebo muitos e-mails de cristãos desesperados, com graves problemas na área sexual. O motivo? Não se fala sobre sexo abertamente dentro das igrejas (com raríssimas exceções). Então, aquilo que era visto como tabu no passado, vai passando de geração em geração. As pessoas não conseguem se libertar de questões muito simples, por medo de irem para o inferno. Além disso, se sofrem algum tipo de trauma ou abuso na infância (o que geralmente traz sérias consequências na vida adulta) não encontram espaço dentro da igreja para se abrir e buscar orientação, pois o medo de serem julgadas ou mal vistas é muito grande. Mas a partir do momento que você entende a mensagem de Cristo, que está focada no amor a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, tudo fica mais leve e natural.

O Novo Evangelicalismo

Paul Smith, irmão do pastor Chuck Smith, da conhecida igreja Calvary Chapel [Capela do Calvário], escreveu um novo e importante livro: New Evangelicalism: The New World Order(Novo Evangelicalismo: A Nova Ordem Mundial).[1] Nesse livro, Smith identifica os ardis que ameaçam destruir a eficiência da crença na Bíblia, na pregação do Evangelho, nas igrejas que ensinam a Bíblia, como aquelas do próprio grupo da Calvary Chapel. O livro traça as raízes dos perigos dos últimos duzentos anos que estão à espreita no horizonte e ameaçam as igrejas bíblicas nos dias atuais, demonstrando como tantos evangélicos já tomaram de seu veneno.
Smith não expõe apenas o problema, que é o abandono da inerrância das Escrituras, mas mostra também qual é a solução e como ela pode reavivar nossas igrejas evangélicas.

Origens do Problema

Peter Drucker, o guru da administração, é identificado como o personagem-chave que influenciou o surgimento do movimento do crescimento de igrejas no Seminário Fuller, que levou a tantas influências contrárias ao Evangelho dentro do evangelicalismo. Smith demonstra historicamente que a filosofia existencial de Soren Kierkegaard influenciou Drucker, levando-o à sua teoria pragmática e abordagem comunitária e ao papel da igreja em sua comunidade ideal. Karl Barth, o famoso teólogo suíço neo-ortodoxo, também sorveu profundamente das idéias de Kierkegaard, e, por sua vez, cativou Daniel Fuller, o filho de Charles Fuller, que fundou o Seminário Fuller em 1947.

Batalha Espiritual - A Grande Guerra

Mais um longo, horrível dia de trabalho – e agora isto. O carro de alguém sofrera um superaquecimento e bloqueara uma das três pistas ainda disponíveis da estrada enquanto as outras estavam em obras. Sueli fervia de raiva. Como se não bastasse um dia absolutamente desastroso no serviço, agora ela tinha que agüentar isso. Ela iria se atrasar pelo menos uma hora para pegar o Zezinho na creche, e as despesas com o conserto do ar-condicionado não lhe deixaram dinheiro para jantar fora. Depois de um dia como esse, Sueli detestava ter que preparar o jantar quando chegasse em casa. Ela se sentia enjaulada. Não podia entender porque a vida não melhorava, agora que se tornara uma cristã verdadeira.
Nos últimos meses, parecia que tanta coisa tinha dado errado. Primeiro o carro precisou de uma troca de válvula, depois o Zezinho quebrou o braço de tal forma que precisou de cirurgia, e então o compressor do ar-condicionado pifou. Ela não podia crer no acúmulo de contas a pagar. Levaria pelo menos um ano, talvez dois, para ter todas essas contas pagas. E ela sabia que nesse ínterim, outros imprevistos haveriam de acontecer. Ela realmente precisava de algo que lhe levantasse o moral agora.
Enquanto esperava no tráfego, decidiu ligar o rádio; talvez isso ajudasse. Foi então que ela ouviu um anúncio de uma nova churrascaria recém-inaugurada. Enquanto pensava no assunto, ela pôs-se a sonhar em como seria bom poder pegar o Zezinho e ir até lá para um bom churrasco e uma deliciosa sobremesa. Ela sabia que não tinha como pagar esse tipo de refeição e deveria esquecer o assunto. Mas aquela voz insistente dentro dela dizia que ela merecia um bom jantar. Afinal, que diferença aquele dinheiro iria fazer no seu cartão de crédito? Ela merecia! Ela encararia o problema financeiro mais tarde.
Será que essa é uma resposta válida às pressões e circunstâncias da vida? Ou será que aquela voz interior é na verdade influência do sistema mundano? Como Sueli poderia evitar esse tipo de pensamento?

A Heresia do Universalismo ganha força travestida de tolerância entre as religiões

Vários pastores tem sucumbido aos "encantos" da teologia universalista. Talvez o mais famoso seja o Pastor norte Americano Rob Bell. Em terras tupiniquins o conhecido Pr. Ed. René Kivitz deixa entender em uma pregação que Deus salvará todos os homens, que na verdade ninguém queimara no inferno. Outros nomes como o do ex revendo presbiteriano Caio Fábio engrossam a lista de universalistas. Recentemente em um diálogo com o Bispo Hermes da Igreja Reina do Rio de Janeiro, o mesmo defendeu as mesmas doutrinas, esse o faz ainda de forma velada, evitando a todo custo discutir publicamente o assunto. O mais famoso e recentemente revelado universalista sem dúvida é o papa Francisco.  Francisco afirmou  categoricamente que todos os homens, incluindo os ateus foram redimidos através de Jesus, tendo por direito a vida Eterna.

Pr Anselmo Melo
praticamente todos os movimentos apóstatas no Cristianismo hoje são profundamente resistentes ao conceito do inferno, um lugar de julgamento contínuo onde os pecadores não arrependidos são deixados por toda a eternidade. Os líderes desses movimentos expressam sua resistência ignorando o conceito do inferno totalmente, rejeitando-o de forma bem clara, ou aplicando-o somente aos indivíduos mais perversos, mas não certamente às "pessoas comuns".
Esta heresia está relacionada bem de perto com o ensino que "Deus é amor", que na prática é realmente uma abreviação para "Deus é amor, e amor somente, e nunca condenaria alguém ao inferno."
O Universalismo é o lado reverso da moeda "o inferno não existe". Se não existe o inferno, então todos eventualmente irão para o céu. Se todos eventualmente irão para o céu, então o inferno não existe.
Os maiores expoentes dessa doutrina acreditam que o Deus Vivo, por algum meio misterioso não revelado na Bíblia, já preparou a salvação de todas as almas, com a possível exceção dos indivíduos mais iníquos e depravados. Eles ensinam que todos que se esforçam para viver uma vida ética, independente se vieram ou não a colocar uma fé salvadora em Cristo, estão espiritualmente conectados com Ele por meio de suas obras de justiça e boas intenções.
Eles se agarram à primeira parte do seguinte verso, porém ignoram a segunda: "O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; mas é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se." [2 Pedro 3:9].
A heresia Universalista explora o fato que, em nosso estado caído, achamos quase impossível compreender a profundidade e pureza da santidade de Deus. Observar mesmo que seja uma pequena parte de Sua santidade é reconhecer nossa correspondente miserável condição espiritual e, assim, a necessidade absoluta de arrependimento. Pelo contrário, o homem está determinado a encontrar algum bem em si embora a Bíblia diga que não existe bem algum. Até mesmo os melhores entre os melhores de toda a humanidade estão fatalmente contaminados pelo pecado.
A heresia Universalista está intimamente relacionada com aquilo que os seguidores da Nova Era chamam de amor incondicional de Deus. Passagens selecionadas são extraídas das Escrituras para demonstrar que Deus é exclusivamente um Deus de amor. Além disso, como Ele é um ser de capacidade ilimitada, Seu amor precisa ser incondicional. Isto significa que nunca poderia ter sido Sua intenção, quando criou o homem, permitir que uma única pessoa terminasse no inferno. Talvez alguns indivíduos incorrigíveis tenham de enfrentar um período de punição temporária — em um lugar similar ao Purgatório católico romano — mas, até mesmo eles pagarão as dívidas de seus pecados e eventualmente se unirão com o restante da humanidade nos céus.
Esta é uma enganação incrivelmente poderosa. Ela parece oferecer uma solução perfeita para o problema do pecado, não por meio do arrependimento e fé no sangue remidor de Cristo, mas por meio de um processo de santificação progressiva baseado nas boas obras do indivíduo. Mas, se isto for verdade, então o conceito tradicional de pecado e aqueles que o promovem — aqueles irritantes cristãos evangélicos nascidos de novo — precisam estar errados.
Os pregadores da Bíblia dos velhos tempos ensinavam que Deus odeia o pecado e que somente aqueles que são nascidos de novo é que serão salvos. Nascer de novo significa passar por uma súbita e completa transformação por meio do arrependimento no coração e fé genuína no sangue salvador de Cristo. Entretanto, os universalistas argumentam que os pregadores dos velhos tempos definiram esse princípio de forma estreita demais. Eles enfatizavam exageradamente a condenação de Deus ao pecado e não prestaram atenção suficiente à beleza ilimitada do amor incondicional de Deus.
Os universalistas afirmam que a visão tradicional não somente era mal concebida, mas também era intolerante e, possivelmente, até prejudicial. Deus nos criou para sermos felizes, para vivermos a vida plena, e para nos alegrarmos no grande amor que Ele tem por nós.

Alguns até levam esse argumento um passo adiante e declaram que, como todos eventualmente serão salvos, então todas as religiões adoram ao mesmo Deus. Como poderia ser diferente? Se esse for o caso, então religião alguma deve afirmar ser a única fonte de verdade. Quando os cristãos fundamentalistas fazem esse tipo de afirmação, estão agindo de forma contrária à mensagem de amor que Cristo trouxe ao mundo e estão também contribuindo para um clima de preconceito e de intolerância. Os verdadeiros cristãos são aqueles que têm a mente aberta o suficiente para aceitarem seus irmãos e irmãs de outras religiões e cooperar com eles na construção de um mundo melhor para todos, exatamente como Cristo tinha em vista.
Logicamente, tudo isto é pura falsidade e uma total bobagem, mas tem grande peso em uma época em que tantos cristãos professos são guiados muito mais pelas experiências do que pelas Escrituras, que estão rapidamente adotando ideias da Nova Era e que acreditam na "modernização" da teologia bíblica tradicional de modo a atender às necessidades de um mundo em transformação. Nunca ocorre na mente deles que a Palavra de Deus é a verdade, que a verdade é imutável e que Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e eternamente (Hebreus 8:13). A Bíblia é perfeitamente justa como ela é e, da mesma forma, cada uma das doutrinas tradicionais da fé cristã evangélica.
A expiação substitutiva de Cristo é provavelmente a doutrina central do Cristianismo. Ela ensina que Cristo morreu em nosso lugar de modo a expiar por completo nossos pecados. Como os principais eruditos evangélicos ensinaram ao longo dos séculos, modificar ou diluir essa doutrina de qualquer forma é rejeitar o verdadeiro Cristianismo bíblico. Por exemplo, Roma ensina que Cristo não expiou completamente nossos pecados, mas precisa se submeter à morte repetidamente no sacrifício da Missa católica. A Igreja Romana também ensina que o homem, por meio de suas boas obras, participa na expiação de seus próprios pecados.
Se qualquer meio alternativo de salvação estivesse disponível para o Pai Celestial, Ele o teria escolhido em lugar da morte dolorosa de Seu Filho. Assim, quando os Universalistas afirmam que os homens podem receber esse dom sem arrependimento e sem fé, de fato até mesmo sem ouvirem o Evangelho, eles estão rejeitando a expiação substitutiva de Cristo, estão rejeitando a verdade básica que a salvação é obtida somente por meio da graça, pela fé somente em Cristo somente. Sem isto, é impossível nascer de novo e viver a partir dali em um relacionamento pessoal com Jesus Cristo. É por isto que o Senhor Jesus fez a seguinte surpreendente e decisiva afirmação em seu Sermão do Monte:
"Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade." [Mateus 7:21-23].
Será possível ouvir palavras mais chocantes ou mais dolorosas? — "Nunca vos conheci: apartai-vos de mim..."
Para o universalista, o sacrifício voluntário de nosso Salvador na cruz é visto como um ato exemplar, uma expressão visível de desprendimento de Cristo e do imenso amor que Deus tem por toda a humanidade. Mas, o sacrifício de Cristo não é visto como um ato necessário, sem o qual toda a humanidade seria lançada para sempre nas trevas exteriores.
A expiação substitutiva de Cristo não apenas nos trouxe mais para perto de Deus, ou melhorou nossa condição espiritual, ou nos ensina uma verdade sublime. Ao revés, ela nos salvou da condenação eterna. Se você não crer de todo seu coração que Cristo fez isso por você — que Ele voluntariamente pagou toda a dívida do seu pecado por você — e que o sacrifício Dele era absolutamente essencial para sua salvação, então você está perdido.
A separação eterna de Deus é uma realidade alarmante. Ela somente pode ser descrita como um inferno vivo. Assim, negar a doutrina do inferno é tornar supérfluo o incrível sacrifício que Cristo fez por cada um de nós na cruz.
Em resumo, rejeitar a doutrina do inferno é rejeitar o Evangelho. Quando se considera a grande e cada vez mais crescente proporção de cristãos professos que não mais aceitam a realidade do inferno e da condenação eterna, é óbvio que muitas igrejas hoje estão cheias de falsos convertidos.

Autor: Jeremy James  - Fonte: A Espada 
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