As melhores coisas das partes chatas da Bíblia

Vamos admitir, há certas partes da Bíblia que a gente passa direto porque… bem… porque nós achamos elas chatas. Repetitivas, cheias de detalhes, nomes e lugares que não sabemos nem pronunciar. Por que se dar ao trabalho? Há muitas razões – dentre as quais, o fato de que mesmo as partes da Bíblia que pensamos ser chatas são importantes porque são palavra de Deus para nós. Aqui está a minha lista de 10 coisas muito boas sobre as partes chatas da Bíblia.

Conheça o colombiano de olhos tatuados que é o DJ mais "demoníaco" do mundo

Com 42 anos, 11 dos quais passou modificando seu corpo, o colombiano Caim Mortis é uma figura que chama bastante atenção por onde passa. Conhecido como o “Homem Diabo da Colômbia”, ele pode parecer como alguém que acabou de sair de uma sessão pesada de maquiagem para algum filme de terror, mas é realmente o seu rosto que foi coberto de tatuagens, piercings e diversas intervenções cirúrgicas.

Caim precisou abandonar o local onde morava após ser rejeitado pela própria família – habitantes da capital Bogotá e católicos fervorosos –, e acabou se mudando para o México, onde diz que “as pessoas são mais receptivas”. Porém, para muitos, é preciso ser mais do que receptivo para não se assustar com a aparência do colombiano em um primeiro encontro. Não é por menos, afinal, ele tem modificações nas narinas, implantes de silicone simulando chifres e os globos oculares completamente tatuados de preto.
“Quando as pessoas me veem, a reação padrão é ficarem chocadas ou maravilhadas. ‘Isso machuca?’ ou ‘quem fez isso com você?’ são as primeiras coisas que me perguntam”, revela Caim. Ele explica, ainda, que o objetivo para realizar tantas modificações corporais é se tornar “único e diferente” em relação às outras pessoas, e conta que a cultura de fazer experimentos com o próprio corpo vem de longa data.

Aproveitando-se de sua aparência chamativa, o homem trabalhava como tatuador e fazia pinturas corporais, mas decidiu seguir um novo rumo e começar uma carreira de DJ. Com a proximidade do Dia das Bruxas, Caim saiu em um tour com Gisella, que também é DJ e faz o papel “angelical” das apresentações, contrastando com o aspecto demoníaco do colombiano. “Estou empolgado por trazer esse conceito e tema únicos, e as pessoas definitivamente vão curtir nosso show”, conta o excêntrico profissional.
Fonte(s)

    Daily Mail

Imagens

    Facebook/Caim Mortiis

Morto, morrendo e morrendo: a estranha esperança da vida cristã

Quando você morreu?
Michael Allen Rogers escreveu recentemente que morreu em 1957, quando tinha apenas oito anos de idade. Pessoalmente, já tive algumas experiências de quase morte, mas apenas morri de verdade em 2006, durante minha graduação. A experiência é simplesmente sem paralelo. Tudo que posso dizer é que, desde então, todo ar que respiro tem sido puro, filtrado pelas palavras de Deus – cansei-me da morte.
Como Rogers, faço referência às palavras de Paulo em Gálatas 2.20: “logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim”.
Isso não é uma mera metáfora. Se pensarmos assim, minaremos o vigor da Palavra de Deus[1]. Nós temos de lutar incessantemente contra a tendência de viver como se as promessas de Deus nas Escrituras fossem incitações de segunda categoria, quando comparadas aos nossos problemas mundanos. Se a nossa crucificação com Cristo fosse meramente metafórica, isso significaria que nós somos primeiramente físicos e secundariamente espirituais.  A Escritura coloca de forma diferente. A verdade é que somos corpo-espírito portadores da imagem, e a Escritura faz a prevenção de que não criemos uma dicotomia com essas duas coisas.

Clube gay recria cena de decapitações do Estado Islâmico

Uma produtora de eventos recebeu muitas críticas por fazer uma alusão aos vídeos do Estado Islâmico que mostra decapitação de pessoas. A Drek, uma empresa que promove eventos gays, lançou um pôster mostrando dois homens em cenas similares às apresentas pelo EI.
Nele um homem vestido de laranja aparece de joelhos e ao lado outro homem de preto aparece de pé tendo a bandeira do EI tremulando ao fundo.

O pôster divulgava a festa “Drekistão no Haoman” que aconteceu no clube gay Haoman 17. Além da imagem, a descrição do evento também fez ligações com as atrocidades dos terroristas que estão destruindo a vida de milhares de pessoas no Iraque e na Síria.
O texto do pôster dizia algo como “com o novo Estado Islâmico crescendo no Oriente Médio, nós da Drek resolvemos nos render à lei da sharia e celebrar os teimosos Da’esh (nome do Estado Islâmico em árabe)”. Segundo o site O Globo, a palavra “teimosos” também pode significar “pescoço duro” o que ligaria a imagem ainda mais com as decapitações feitas pelo EI.
Por conta das críticas a imagem foi deletada do Facebook depois de gerar protestos dos usuários que consideraram a imagem como “nojenta”. A Drek faz parte do grupo israelense Imri Kalman que é dono de diversos clubes noturnos em Tel Aviv, incluindo o bar Shpagat considerado como o bar gay mais popular da cidade.

Fonte: Gospel Prime

Teologia bíblica e a crise da sexualidade

A sociedade Ocidental está experimentando atualmente o que só pode ser descrito como uma revolução moral. Nosso código social moral e avaliação ética coletiva sobre uma questão em particular têm passado não só por alguns ajustes, mas por uma reversão completa. Aquilo que já foi condenado hoje é celebrado, e a recusa em celebrar é agora condenada.
O que torna essa revolução moral e sexual tão diferente das revoluções morais anteriores é que ela está ocorrendo em uma velocidade sem precedentes. Gerações anteriores experimentaram revoluções morais por décadas, mesmo séculos. A revolução atual está se desdobrando na velocidade da luz.
Quando a igreja responde a essa revolução, precisamos nos lembrar que os debates atuais sobre sexualidade apresentam a ela uma crise que é irredutivelmente e inescapavelmente teológica. Essa crise é similar ao tipo de crise teológica que o Gnosticismo apresentou à igreja primitiva ou a que o Pelagianismo apresentou nos tempos de Agostinho. Em outras palavras, a crise da sexualidade desafia o entendimento que a igreja tem do que é evangelho, pecado, salvação e santificação. Advogados da nova sexualidade demandam uma rescrita completa da meta-narrativa da Escritura, uma completa reordenação da teologia e uma mudança fundamental na forma em que pensamos sobre o ministério da igreja.

Por que o Método da Concordância falha

Versículos-prova são o primeiro reflexo dos protestantes conservadores em busca de uma estratégica de resgate e reafirmação teológica. Esse reflexo hermenêutico vem naturalmente aos cristãos evangélicos porque acreditamos que a Bíblia é a palavra de Deus inerrante e infalível. Entendemos que, como B. B. Warfield disse, “quando a Escritura fala, Deus fala”. Eu deveria deixar claro que esse reflexo não é completamente errado, mas também não é completamente certo. Não é inteiramente errado porque certas partes da Escritura (isso é, os “versículos-prova”) falam de questões específicas de uma forma identificável e direta.
Existem, entretanto, limitações óbvias a esse tipo de método teológico – que eu gosto de chamar de “reflexo da concordância”. O que acontece quando você está lutando com uma questão teológica para a qual nenhuma palavra correspondente aparece na sua concordância bíblica? Muitas das questões mais importantes não podem ser reduzidas a meramente encontrar palavras relevantes e seus versículos correspondentes em uma concordância. Tente procurar “transgênero” na sua concordância. Que tal “lésbica”? Ou “fertilização in vitro”? Essas certamente não estão na minha.
Não é que a Escritura não seja suficiente. O problema não é uma falha nas Escrituras, mas uma falha em nossa abordagem a ela. A abordagem da concordância à teologia produz uma Bíblia rasa, sem contexto, aliança ou narrativa principal – três fundações hermenêuticas essenciais ao entendimento correto da Escritura.

"Tenho a cura sai do armário pro Feliciano", diz Toninho do Diabo no Politicando

"A coisa ta feia a coisa ta preta, vamos votar com o toninho do capeta"!
É com essa frase que o candidato se apresenta.
Definitivamente esse não é um país sério! 
Candidato a deputado federal ironiza proposta de cura gay feita pelo pastor e deputado Marco Feliciano "Quero enfiar o dedo na cara do Feliciano", esbraveja Antonio Aparecido Firmino, o Toninho do Diabo, no segundo Politicando com Wanderley. Candidato a deputado federal, ele ironiza a proposta de cura gay defendida pelo pastor e deputado Marco Feliciano (PSC-SP). "Eu tenho a cura sai do armário pro Feliciano!" O programa faz parte de uma série de entrevistas com candidatos a deputado com uma coisa em comum: tentam repetir o palhaço Tiririca para - por humor ou protesto - conseguir votos. Nesta semana, Toninho do Diabo diz que merece se eleger porque o inferno fica em Brasília.
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