40 perguntas para cristãos apoiando a bandeira do arco-íris

Para os evangélicos que lamentam a decisão da Suprema Corte americana da última Sexta-Feira, os últimos dias foram difíceis. Não estamos pedindo que sintam pena de nós, nem imagino que muitas pessoas estejam dispostas a isso. Nossa dor não é sagrada. Tomar decisões legais e teológicas baseadas no que faz as pessoas se sentirem bem é parte do que nos levou a toda essa bagunça, para começo de conversa. De qualquer forma, é doloroso.

Carta aberta aos pais cristãos de filhos incrédulos

E o nosso filho?” “E a nossa filha?” Como pastor, há conversas que eu rotineiramente tenho com os membros da minha igreja. Uma das interações tenho regularmente ao longo dos últimos anos começa com um dos pais cristãos, ou ambos os pais, aproximando-se com olhares cabisbaixos. O desânimo, e muitas vezes até mesmo o desespero, são aparentes nos seus olhares. As primeiras palavras são ou “Pastor, você poderia orar pelo nosso filho?” ou “Pastor, que conselho você nos daria para a situação do nosso filho?”. Aí eles continuam explicando que o filho, agora adulto, deixou a fé. Com angústia nas palavras, detalham como eles o criaram na fé: a criança esteve na escola dominical todas as semanas, participou da adoração comunitária e fez parte do grupo de jovens. E, algumas vezes, eles me dizem que o filho era um modelo de virtude e parecia amar o Senhor nos anos da adolescência. Seus pais não foram reservados ao compartilhar a fé com seus filhos em casa e eles tentaram rodeá-los com amigos bons e piedosos. Mas agora, tristemente, seus filhos rejeitaram a Cristo. Eles estão vivendo uma vida de incredulidade e seus pais estão cheios de pesar.

Uma carta aberta aos pastores - sobre o casamento gay nos EUA

A Suprema Corte neste país [EUA] promulgou seu julgamento. As manchetes informam que um pouco mais da metade dos juízes da Suprema Corte consideram a liberdade de orientação sexual, um direito para todos os americanos. Esta troca de valores não aparece como uma surpresa para nós. Já sabemos que o deus deste século cega as mentes daqueles que não acreditam (2 Cor. 4:4). O dia 26 de junho de 2015 fica como um marco americano de demonstração desta antiga realidade.

Nos próximos dias, irão esperar de você, como um pastor, que forneça comentários sensatos e conforto para o seu rebanho. Este é um momento crítico para os pastores, e surge como um lembrete de que uma formação adequada é crucial para um pastor. Estou escrevendo esta mensagem curta como de um pastor para outro. Os meios de comunicação estão cheios de atualizações, e eu não preciso juntar a minha voz nessa briga. Em vez disso, eu quero ajudá-lo a pastorear sua igreja nesse momento confuso. Além dos artigos úteis no blog Preaching and Preachers, eu também quero transmitir os pensamentos abaixo que, creio eu, vão ajudar a enquadrar a questão de uma maneira bíblica.

Direitos gays: Ed René Kivitz sim, Silas Malafaia não

pastor defensor da agenda gay

Teologia da Missão Integral versus conservadorismo evangélico

Em audiência na Câmara dos Deputados na quinta-feira (25 de junho de 2015) para tratar do Estatuto da Família, o Pr. Silas Malafaia destacouque família e casamento é apenas homem e mulher.

Ele também frisou que enquanto a Constituição só reconhecer essa noção de família, os ativistas homossexuais não terão base, nas minhas palavras, para exigir a desfiguração da família tradicional a fim de inventar uma família encabeçada por uma dupla de marmanjos depravados. Tal desfiguração é um componente essencial dos chamados “direitos gays.”

Referindo-se aos que se apoiam em Karl Marx para exigir tais direitos, Malafaia disse: “Por acaso Marx vale mais do que Jesus? A ideologia de Marx está no buraco e a de Jesus está em vento em popa.”

Para contra-atacar a presença e fala pró-família de Malafaia na Câmara dos Deputados, Carta Capital, uma das maiores mídias esquerdistas do Brasil, entrevistou vários pastores evangélicos da Teologia da Missão Integral (TMI).



Charleston: Perdão sem arrependimento?

Ouvir os parentes daqueles que foram impiedosamente mortos na igreja de Charleston foi uma oportunidade de testemunhar uma das melhores teologias que você verá em sua vida. Eu somente espero que, se algum dia enfrentar uma situação semelhante, possa reagir pelo menos a metade de quão bem aquelas pessoas reagiram ao falar com Dylan Roof.
Bastante surpreendentemente, contudo, alguns aproveitaram para achar falhas na forma como os parentes ofereceram perdão ao assassino porque eles disserem as palavras “eu perdoo você” sem qualificar suas palavras.
Baseado em Lucas 17.3-5, o argumento diz que eles não podem dizer “Eu te perdoo”. Por quê? Porque não há arrependimento. Para o perdão acontecer, deve haver arrependimento. Incidentalmente, eu realmente ouvi um dos parentes instando para que Dylan Roof buscasse arrependimento para que ele pudesse estar melhor do que ele está agora.

O espírito de Karl Marx em Lausanne: Teologia da Missão Integral

Karl Marx estava em Lausanne em 1867, para um congresso marxista internacional.
René Padilla: Lausanne defendeu a Teologia da Missão Integral como a missão da igreja
Um século mais tarde, outro congresso internacional atraiu a atenção em Lausanne. Não foi um congresso marxista. Foi um congresso evangélico sobre evangelização. Contudo, deu um holofote fantástico para os promotores latino-americanos da TMI (Teologia da Missão Integral), que, de acordo com seus defensores brasileiros, é a versão protestante da marxista Teologia da Libertação. Um deles é Ariovaldo Ramos, que louvou Hugo Chávez. Ele é o diretor da Visão Mundial no Brasil.
Foi o Congresso Lausanne de Evangelização Mundial,1974, onde um de seus teólogos, René Padilla, era um dos mais proeminentes defensores da TMI na América Latina.
Então, espiritualmente, Karl Marx estava também presente no congresso Lausanne, através de sua ideologia, que estava ganhando roupagem evangélica.
Roupagens bonitas disfarçam uma ideologia feia e enganadora.

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