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A Moeda Mundial Está Apenas a um Clique de Distância?

Para muitas pessoas hoje em dia, fazer compras online é a melhor opção. Você não tem que enfrentar o trânsito nas estradas ou esperar em longas filas. Não há corredores lotados e a loja nunca fecha. Você pode ligar o computador, sentar-se, relaxar e fazer compras em seu tempo de lazer.
Atualmente, você pode comprar online qualquer coisa que quiser, inclusive livros, roupas, eletrônicos – até mesmo mantimentos. É, isso mesmo, você pode fazer as suas compras de supermercado online, e o supermercado vai entregá-las diretamente em sua porta dentro de 24 horas.
A tecnologia está mudando a forma como fazemos quase tudo. Ela até mesmo está ousando mudar a moeda que usamos.
A Bíblia indica que, no final dos tempos, o mundo vai usar uma moeda universal. O apóstolo João escreveu que, durante a futura Tribulação de sete anos, o Anticristo:?“A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome. (...) Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis” (Ap 13.16-18).

Minha igreja ou o Reino?

“A minha paixão não é por edificar a minha igreja. Minha paixão é pelo Reino de Deus.”
Já ouviu alguém dizer isso? Eu já. Parece muito generoso, mas é errado. Pode até mesmo ser destrutivo.
Suponhamos que eu diga, “Minha paixão não é por edificar o meu casamento. Minha paixão é pelo Casamento. Eu quero que a instituição casamento seja reverênciada novamente. Vou trabalhar por isso. Vou orar por isso. Mas não espere que eu me curve às realidade diárias humilhantes de se edificar um grande casamento com a minha esposa Jani. Eu estou mirando em algo maior.”
Se eu dissesse isso, você pensaria, “Nossa, o Ray é tão comprometido”? ou você se perguntaria se eu fiquei louco?
Se você se preocupa com o Reino, seja o tipo de pessoa com quem se pode contar em sua própria igreja. Seja membro de sua igreja, ore por sua igreja, dê o dízimo a sua igreja, participe na sua igreja a cada Domingo com uma paixão inflamada em seu coração.
Nós edificamos ótimas igrejas da mesma forma que edificamos ótimos casamentos — comprometimento verdadeiro que faz a diferença todos os dias.
Traduzido e cedido gentilmente por Filipe Niel

por Ray Ortlund

Fonte: Reforma 21
Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

Perfeição que incomoda

“Não acredito que você está chorando”, “como assim, já é convertido há anos e ainda sofre com esse vício?”, “Ah, se você apenas seguisse esses passos, você com certeza seria curado”, “como é que você ainda está nesse nível?”, “ainda não conseguiu descobrir seu chamado?”….. e a lista continua.
Parece que hoje em dia (provavelmente há séculos) a imperfeição incomoda profundamente a todos, ou talvez seja o contrário, pois é a perfeição que me incomoda mais. Tudo precisa estar no lugar certo, na hora certa e na maneira certa. É claro que eu amo quando eu gabarito uma prova, quando consigo vencer um obstáculo gigante, quando tudo parece estar em plena paz ao meu redor e dentro de mim. Só que a perfeição mesmo eu nunca encontrei ainda nessa vida.
Lidar com as conquistas é fácil, mas lidar com o fracasso é uma arte que parece que nunca nos foi ensinada. Ouvimos desde criança: “Você pode ser quem você quiser ser, basta querer” ou “Você é especial e tem algo lindo que o mundo precisa.” Daí crescemos, e vemos que nosso chefe não vai com nossa cara, nossos colegas são muito mais talentosos/influentes do que nós, que às vezes o dinheiro que esperamos não aparece, que a doença nos pega de surpresa, que nossos relacionamentos não são como os de comédia romântica, e que nosso emocional não cresce na velocidade da nossa idade cronológica.
O fracasso é real. A dor é palpável. A tristeza é tangível. Sim. Tudo isso existe. Só que parece que mais do que fora da igreja, dentro da igreja isso não pode existir. Fico a pensar nas palavras de Jesus: “No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.” Eu sempre sou tão grata que Ele foi perfeito para me dar vida eterna, mas mais que isso Ele soube navegar as águas da decepção, da fraqueza e da rejeição e sendo humano, venceu.
Vivemos em uma cultura de igreja em que não podemos sofrer, que o fraco é aquele que chora o culto inteiro, que o frágil é aquele que compartilha suas fraquezas, que o inseguro é aquele que não tem as respostas.
Aprendi que em cada sofrimento, eu sou transformada por Ele, eu me torno mais sensível ao meu próximo, perco minhas respostas prontas e me encontro com mais perguntas do que quando comecei. Aprendi que existe sim a beleza na imperfeição, existe sim a força na vulnerabilidade, existe sim a coragem em meio as lágrimas.
Chore o que precisar, desabafe a dor e grite sua frustração. Deixe de lado a roupa da perfeição falsa e veja que está tudo bem, sim, mesmo com tudo desmoronando, está tudo bem. O sol voltará a brilhar, o mar será mais calmo, as flores nascerão novamente – tudo em Seu perfeito tempo.
A vida é um conjunto de ritmos variados, de melodias e silêncios, de vales e montanhas. O que foi conquistado na Cruz por nós não foi uma vida perfeita, mas uma vida inundada de Graça para continuar sem amargura, sem rancor e lutar pelo próximo tempo melhor. Que hoje em nosso coração ecoe sempre as palavras: “Tende bom ânimo. Eu venci.”
-Z.L.

Para o coração que cansou de “Igreja”

Muitos amigos meus “cansaram” de ir para igreja, se cansaram do sistema, da liturgia e da hipocrisia que vêem por ai. Falam para mim que continuam amando a Jesus e que lêem a Bíblia em casa, mas que não querem mais se meter com a instituição “Igreja.” Eu tenho certeza que eles ainda amam a Jesus, que vivem de maneira santa diante de Deus e que fazem boas obras onde estão.
Não estou aqui para criticar ou julgar ninguém, mas ultimamente tenho pensado sobre esse “movimento dos sem-igreja” e por um bom tempo achei que eles tinham suas razões e justificativas, e quem era eu para discordar? Cresci na igreja, já vi os piores ângulos imagináveis, já vi muita hipocrisia de perto, mas continuamente ouvia uma voz que falava: “Não é a respeito dos outros, mas sim a respeito do que existe entre Eu e você.” Essa voz me manteve até hoje, 31 anos depois, ainda freqüentando reuniões e ajuntamentos cristãos.
Ultimamente vejo que o problema nunca foi “não ir para igreja”- mas sim se conformar com a situação atual da Noiva de Jesus. Tem pessoas que vão para igreja e estão conformados, e tem aqueles que desistiram da Noiva, não querem ser parte da realidade bruta e feia em que ela se encontra, assim se conformando também.
Por muito tempo confesso que morria de vergonha de ser classificada “evangélica” por tantos absurdos que ouvia e via de pessoas que se diziam “crentes”. Era extremamente difícil falar que fazia parte de uma Noiva tão despedaçada e bitolada. Até que um dia comecei a ver que a Igreja era sim, uma lugar de pessoas extremamente problemáticas, mas que também era parte de mim.
Aprendi que amar o inimigo lá fora é fácil, mas perdoar o “irmão” crente do lado era um parto de mais de 96 horas. Aprendi que quando Jesus falou para carregar minha cruz, não era só sofrer a perseguição fora da igreja, mas dentro dela mesmo. Aprendi que perdoar alguém que não conhece a Jesus é leve, mas perdoar aquele que você estima estar uma posição de “unção” é muito mais pesado. Aprendi na raça e com muito suor, que fazer parte da Noiva me fazia ser mais como Jesus.
Não sou contra quem não vai para Igreja, nem aquele que é engolido pelo sistema religioso, mas sou a favor de pagar o preço para ver mudanças, para lutar por uma Noiva saudável e unida. Minha igreja local é longe de perfeita, mas nós (meus amigos e companheiros) juntos tentamos, mesmo errando inúmeras vezes, viver um cristianismo verdadeiro. Cristianismo não é para os fracos, é para aqueles que conseguem lutar pela verdade e o amor, mesmo que estejam diante de tudo que discordam, mas que ainda têm a esperança que um dia seremos a Noiva Imaculada.
Você sempre escolherá o preço que vai pagar.
O que muda é o resultado desse preço.
Eu escolho o maior preço, não porque sou melhor que ninguém, mas porque eu ainda não parei de sonhar e lutar, e não pararei até o fim.
-Z.L.
foto por Sue Bujam

A tragédia da apostasia (III)

11. Nós temos aprendido que excessiva tristeza e correr atrás dos apóstatas pode desonrar Cristo
Ir atrás e chorar pelos apóstatas é necessário. Mas, exagere, e nós corremos o risco de glorificá-los. Se nós rastejamos atrás e mimamos apóstatas, comunicamos que o seria um privilégio para Cristo ter eles. Ao fazer isso, nós podemos tornar Deus parecido com um filhote desafortunado que pode ou não ser escolhido no abrigo.
Mas a Escritura ensina outra coisa. “Eu sou grande Rei, diz o Senhor dos Exércitos” (Ml 1.14). Nosso Senhor é o grande EU SOU. Sua supremacia satura toda a criação. Ele é radicalmente glorioso e bom. Assim, o privilégio de seguir Cristo é todo nosso. Nós não devemos comunicar outra coisa aos apóstatas.
12. Nós temos sido lembrados de que a apostasia é um pecado desprezível
A Escritura fala da apostasia com algumas das palavras mais duras. Por exemplo, “eles, de novo crucificam o Filho de Deus, e o expõem ao vitupério” (Hb 6.6) e “aquele que pisar o Filho de Deus” (Hb 10.29).
Eles têm repetidamente ouvido sobre a majestade de Cristo. O banquete de seu amor tem sido servido diante deles na Escritura. A glória de Cristo na redenção tem sido proclamada continuamente para eles, mas eles simplesmente vão embora como se Cristo fosse uma montanha-russa com defeito.
O ato de apostasia proclama que Jesus mereceu ser crucificado. Sua vida, morte e ressurreição não são dignos do tempo do apóstata. Por isso, eles o expõe ao vitupério. A palavra grega traduzida como “vitupério” em Hebreus 6.6 significa “levar alguém a sofrer desgraça pública; descreditar abertamente alguém”.Por tudo isso, a apostasia é um ato horrível.
Nós simplesmente não temos o direito de apostatar porque seres humanos não têm o direito de dizer “Não” ao Senhor Jesus Cristo. Era impensável em tempos antigos, por exemplo, um escravo dizer “não” a seu senhor. Quanto mais ao Senhor dos senhores!
Outros comentaram sobre isso:
D.A. Carson: “Deixar de crer vem da falha moral de reconhecer a verdade, não a partir da evidência, mas de negligência voluntária ou distorção da evidência.”
John Stott: “Incredulidade não é um infortúnio a ser lamentado; é um pecado a ser deplorado”.”
John Owen: “Pois nenhum pecado do qual os homens podem ser culpados neste mundo é de natureza tão horrível e de aspecto tão medonho quanto é essa incredulidade, onde uma visão clara dele é obtida à luz do evangelho”.”
João Calvino: “Desistir, após ter começado bem, é mais vergonhoso que nunca ter começado”.”
13. Nós temos sido lembrados de que Deus será glorificado no castigo eterno mais severo dos apóstatas impenitentes
Por enquanto, a apostasia parece ter vencido. Deus parece estar sendo derrotado pelos deuses pagãos por esse ato. Mas, os apóstatas enfrentarão um castigo mais severo no inferno por causa de sua exposição e difamação de Cristo (Hb 10.29). Alguns dos tormentos mais duros do inferno parecem ser reservados a eles. O castigo é tão terrível porque o Deus que eles profanaram é tão maravilhoso.  Por esse motivo, seria melhor morrer que apostatar.
E nós não nos alegramos nisso. Entretanto, certamente nos alegremos por a glória de Deus ser confirmada. Isso acontecerá no juízo, quando a perfeita justiça de Deus administrar sua retribuição (Ap 20.11-15). Naquele dia, o povo glorificado de Deus o adorará por fazer isso.
Entretanto, como Octavius Winslow escreveu, os apóstatas gritarão por toda a eternidade: “Deus é santo; eu era pecado; eu rejeitei Sua salvação, voltei minhas costas para Seu evangelho, eu desprezei Seu Filho, eu odiei o próprio Deus, eu vivi em meus pecados, eu amei meus pecados, eu morri em meus pecados, e agora estou perdido por toda a eternidade! E Deus é justo em minha condenação!”.”
Outras lições devem ser aprendidas com a tragédia da apostasia. Algumas incluem: aprender a confiar em Deus, orar, continuar a afirmar sua bondade e a importância total da reunião do corpo de Cristo.

por Eric Davis

Traduzido por Josaías Jr | Reforma21.org | Original aqui
Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

A tragédia da apostasia (II)

Qualquer pessoa que tenha estado em uma igreja local por certo tempo está familiarizada com decepção. Coisas como críticas, fofoca e resultados abaixo do ideal são normais. E, em certo sentido, você se acostuma com isso.
Mas há uma coisa que parece nunca ficar fácil: quando um indivíduo que professou Cristo, esteve envolvido com a igreja e serviu em ministério abandona a fé, mais conhecido como “apostasia”. John Owen definiu apostasia como “rebelião e desobediência contínuas e persistentes a Deus e sua Palavra” ou “renúncia pública, final e total a todos os princípios e doutrinas centrais do cristianismo”.
Como a liderança de nossa igreja teve de lidar com isso recentemente, desejamos compartilhar algumas coisas que aprendemos com a tragédia da apostasia:
1. Nós aprendemos a chorar pelos apóstatas
A ferida é profunda e multidirecional. Há o choro pelo choque de tudo isso. Há o choro pela insensibilidade que os apóstatas mostram ao ministério que eles receberam. Frequentemente, eles evitarão seu cuidado e ministério com uma indiferença incisiva. Eles não conhecem sua dor ao derramar seu coração por eles em orações privadas. Muitas vezes, as pessoas em apostasia não acreditarão em você quando você diz que as ama. E nem se importarão.
Mais ainda: há o choro pela deslealdade a Jesus Cristo. Choro pela traição ao corpo de Cristo, pela traição às pessoas amadas envolvidas, pela dureza de coração, pelo testemunho destruído, os incrédulos que eles farão se perder e os crentes que eles desviarão. E o choro pelo castigo eterno que eles enfrentarão se não se arrependerem.
Se você chora pelos apóstatas, isso é algo bom. Pela graça de Deus, você ainda se importa e tem batalhado contra o constante avanço da insensibilidade.
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