Manhãs de Domingo

Estava sentada na varanda de casa, pronta para responder às questões do capítulo 10 do meu livro Housewife Theologian [Teóloga Dona de Casa]. Pelo que pude perceber, fazer perguntas é muito mais fácil que respondê-las. Estava me preparando para liderar um pequeno grupo e pensei que passaria rapidamente pela primeira pergunta. Era pra ser apenas uma questão introdutória antes de entrar na teologia da igreja:
1. Como você descreve sua atitude atual a respeito de comparecer regularmente aos cultos dominicais? Como você pensa que a sua atitude afeta a visão que a sua família tem do culto?
Essa deveria ser bem fácil, já que amo ir à igreja. Mas, mesmo assim, tenho visto que o diabo trabalha arduamente no lar dos Byrds nas manhãs de Domingo. É inevitável: Serei desafiada por múltiplos obstáculos ao tentarmos sair pela porta por volta das 9 horas. Uma das crianças chegará valsando ao meu quarto exibindo uma péssima escolha de roupas, o cachorro NÃO entra no canil, e sempre há a previsível mancha de café nas roupas de alguém (por alguém quero dizer eu). Isso não deveria ser um problema, já que acordo três horas antes da hora de sair. Mas parece que a versão de Domingo de manhã de mim mesma é um daqueles sonhos em câmera lenta em que você está sendo atacado. Fico desastrada, lenta e pareço não conseguir colocar as palavras certas para fora.
Claro, nós sempre conseguimos sair de casa. Mas, muitas vezes, minha família acaba vendo uma versão chateada e estressada de mim nas manhãs de Domingo. Assim, comecei minha resposta com um título: O que eu quero que minha família veja no Domingo de manhã. Aqui estão alguns tópicos que levantaram muita discussão naquele dia:

Vandalismo? Perseguição religiosa? Ataque do diabo???


Essas são respostas difíceis, mas o fato é que nunca vi nada igual.
Colocaram uma bomba na porta de nossa Igreja, causou grande estrago.
Segundo peritos não foi um artefato qualquer e sim algo com relativo poder de destruição.
Já vi roubo em Igrejas, vandalismo de toda natureza, mas uma bomba realmente é algo inédito, realmente de assustar.
A motivação, de onde partiu isso tudo será esclarecida. Mas de certo temos o seguinte:

DEUS ESTÁ NO CONTROLE DE TODAS AS COISAS E NENHUMA ARMA FORJADA NO INFERNO CONTRA A IGREJA PREVALECERÁ!

MAIOR É AQUELE QUE ESTÁ EM NÓS!

Pr Anselmo Melo



10 personalidades que não podem existir em um casamento cristão

Minha querida esposa e eu estamos casados há dezesseis anos. Aprendemos muito ao longo desse tempo. O que começou turbulento deu lugar a uma união doce e gloriosa. É raro o dia em que eu não agradeço ao Senhor pela minha esposa. Nosso casamento não é perfeito porque nenhum de nós é perfeito (embora ela com certeza esteja mais perto da perfeição do que eu). Mesmo assim, posso dizer pela graça e misericórdia de Deus que nós temos um bom casamento.

Existem diferentes lições que aprendemos ao longo desses dezesseis anos. Algumas foram mais doloridas do que outras e algumas são lições que continuamente terão que ser aprendidas. Como um pastor que aconselhou muitos casais e como um veterano de dezesseis anos de casamento, encontrei essas dez personalidades que não podem existir em um casamento cristão.

Pornolescência

Vai levar tempo – décadas, pelo menos – antes de conseguirmos calcular o custo preciso de nosso vício cultural em pornografia. Porém, como cristãos, nós sabemos o que significa adulterar o plano claro e inequívoco de Deus para a sexualidade: o custo será alto. Ele deve ser alto.
Todos nós sabemos que o custo será alto em famílias fraturadas e pais, maridos e esposas inconsoláveis. Já estamos vendo muitos desses casos e cada um deles é uma tragédia particular. Nós sabemos que o custo será alto nos incontáveis milhares de mulheres que são usadas e abusadas na frente das câmeras para serem violadas para o prazer de outros. Esta também é uma tragédia repugnante. Mas um custo negligenciado, que ficará claro com o tempo, é que a pornografia está roubando os melhores anos de um milhão de rapazes e moças cristãs. A pornografia está dominando suas vidas durante a adolescência e os vinte anos. Está controlando suas vidas durante esses anos quando há muita energia e pouca responsabilidade, quando o mundo se abre diante deles e as possibilidades são infinitas, quando eles estão traçando as trajetórias para o resto de sua vidas. Seus sonhos e seus talentos estão sendo embaraçados e esmagados por um compromisso descuidado com o pecado.

Vocês veem o que vejo? Um olhar de cima do púlpito

Querida Igreja*,
Em seu livro, Preaching the Whole Biblie as Christian Scripture [Pregando toda a Bíblia, a Escritura Cristã], Graeme Goldsworthy comentou: “O ato de proclamar, ou pregar, não era dar opinião ou reinterpretar as antigas tradições religiosas de uma forma nova e criativa. Era proclamar a palavra de Deus. Independentemente da forma que se proclamava, o conteúdo era a o evangelho de Jesus…”. Curiosamente, a Segunda Confissão Helvética usa palavras diferentes para, talvez, transmitir a mesma coisa. “A pregação da palavra de Deus é a palavra de Deus. Portanto, quando essa palavra é agora pregada na igreja por pregadores legalmente chamados, nós acreditamos que a própria palavra de Deus está sendo proclamada…”.

O Plano para uma família livre de pornografia

Eu sou pai de três filhos que são totalmente parte de uma era digital. Eles estão tão à vontade com iPods quanto eu estou com um livro e somente conhecem um mundo aonde quase todos nós temos os nossos celulares conosco o tempo todo, aonde o Facebook é um rito de passagem de um adolescente, aonde cada casa tem cinco ou dez ou vinte aparelhos que podem acessar o resto do mundo através da Internet. E mesmo assim eu sei dos perigos que se escondem, esperando fisgá-los.
Eu quero proteger meus filhos de um mundo assim, mas eu quero fazer mais que isso. Eu quero disciplinar meus filhos a viver virtuosamente, a usar essas novas tecnologias para um bom fim ao invés de mau. Eu creio que isto é uma parte crucial no meu chamado como pai. Para suprir essa necessidade, eu desenvolvi o que eu chamo de O Plano da Família Livre da Pornografia.  É um plano desenvolvido para proteger meus filhos de perigos online para que assim eu possa treiná-los a usarem bem os seus aparelhos tecnológicos. 

 

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