Sete marcas de um pecado PROFUNDAMENTE mortal

Nem todo pecado significa a mesma coisa. Apesar de todo pecado te colocar sob a ira de Deus, e enquanto qualquer pecado é suficiente para criar um eterno abismo entre Deus e o homem, nem todo pecado é idêntico. No capítulo 9 do seu livro Overcoming Sin and Temptation [Vencendo a Tentação e o Pecado], John Owen quer que você pense sobre aquele pecado presente em sua vida, para analisar se é um pecado “ordinário”, ou se é um daqueles que são particularmente mortais e que, portanto, requerem algo mais do que o padrão comum de mortificação. A letalidade de um pecado não está tão relacionada à categoria desse pecado, mas a quão profundamente enraizado ele está em sua vida, e a como você tem respondido a Deus à medida que Ele tem revelado-o para você.

Aqui estão sete marcas de um pecado profundamente mortal:

1. Seu pecado é profundamente enraizado e habitual. Talvez haja alguns pecados que estão na sua vida por tanto tempo e com tanta incidência que você nem o acha mais chocante ou particularmente incômodo. Sua mente e consciência se endureceram para esse pecado e agora ele está profundamente entranhado em seus pensamentos e hábitos. Você, meu amigo, está em um lugar perigoso quando você se torna indiferente em relação a esse pecado. “A não ser que algum curso de ação extraordinário seja tomado, tal pessoa não tem base para esperar que o seu fim tardio seja pacífico”.

2. Você proclama a aprovação de Deus, mas sem combater o pecado. Você sabe que um determinado pecado é prevalente em sua vida, e mesmo assim você continua dizendo que é aceito em Cristo. Mesmo que Deus tenha revelado aquele pecado à você, e mesmo que você não tenha feito nenhum esforço real para mortificá-lo, você continua proclamando a graça de Deus em relação a você e você continua se confortando na paz do evangelho. Owen deseja que você saiba que não se pode pregar a paz de Deus para você mesmo enquanto abraça aquele grande pecado. O evangelho não oferece conforto àqueles que dançam lentamente com seu pecado favorito.

3. Você aplica a graça e a misericórdia àqueles pecados que você não planeja mortificar. Você não pode afirmar que o evangelho cobriu o seu pecado se você não planeja lutar contra ele. “Aplicar a misericórdia a um pecado que não é vigorosamente mortificado é fazer prevalecer os desejos da carne em sobreposição ao evangelho”. Algumas vezes o coração deseja paz com Deus, mas ao mesmo tempo deseja a satisfação naquele pecado. Nesses casos, você pode até rapidamente olhar para o evangelho para aliviar sua consciência, mesmo que não tenha nenhuma intenção de parar de pecar. No entanto, o evangelho não nos permite a aplicar a misericórdia e graça de Deus a um pecado que você ama e ao qual pretende se prender.

4. O pecado é frequentemente bem sucedido em seduzir os seus desejos. Há momentos em que seu coração se deleita em um pecado, mesmo que, na verdade, você não cometa esse pecado externamente. Se um pecado começa a ser seu deleite e começa a ocupar uma posição importante em sua alma, é um perigoso sinal de que esse é um pecado particularmente mortal. Isso é verdade até mesmo se você não comete aquele pecado. Se seu deleite é no pecado, não em Deus, sua alma está sendo levada para longe do seu Salvador.

5. Você debate contra o pecado apenas por temor de receber a punição. Esse é um sinal de que o pecado apoderou-se significativamente da sua vontade, quando você debate contra o pecado ou não comete esse pecado apenas por temer a punição. Nesse caso, seu deleite não é fazer a vontade de Deus, mas você apenas teme as consequências da sua desobediência. Um verdadeiro cristão combate o pecado como um desejo de agradar a Deus e de encontrar deleite em nEle.

6. Você percebe que Deus está permitindo um pecado na sua vida apenas para alertá-lo de outro pecado. Há vezes em que Deus permite que você lute contra um pecado para expô-lo a um pecado mais profundo. “Um novo pecado deve ter sido permitido, bem como uma nova aflição enviada, para trazer um velho pecado à memória”. Nesse caso, Deus está exercendo sua disciplina paternal. Se Deus está te disciplinando por meio de permitir outro pecado ou trazendo a você algum tipo de aflição, Ele está mandando uma mensagem sobre a dureza do seu coração e a profundidade do seu pecado. Considere o aviso!

7. Você endureceu seu coração contra Deus enquanto Ele estava expondo seu pecado a você. Deus graciosamente revela seu pecado por meio de Sua Palavra, por meio da consciência, por meio de outros cristãos e por vários outros meios. Quando Ele revela o seu pecado, Ele também o instiga a agir contra esse pecado. Se você continuamente rejeita a ajuda dele e endurece seu coração em relação a esse pecado, você está em um estado muito, muito perigoso. “Indescritíveis são os males aos quais o coração nesse estado está sujeito. Cada aviso em particular para um homem em tal estado é inestimável misericórdia; como então ele despreza o Deus que o confronta com esses avisos? E que paciência infinita é essa de Deus, tal que não expulsa esse alguém e não jura em sua ira que ele nunca entrará em Seu descanso!”

Cristão, analise seu pecado, e lute fortemente contra ele. É a graça de Deus que revela seu pecado, e é a Graça de Deus que te fornece tudo que você precisa para mortificar o seu pecado.

Traduzido por Fernanda Vilela  - Traduzido por Fernanda Vilela  Fonte: Reforma 21

O real significado da “separação entre a Igreja e o Estado”

“Citação ”do autor do blog:” Quando lei algo assim me ressinto imensamente da preguiça do povo quanto à leitura”.

Bill Federer revela a verdade por trás das palavras mais distorcidas de Thomas Jefferson.

Em 1 de janeiro de 1802, o povo de Cheshire, Massachusetts, enviou um bloco gigante de queijo ao presidente Thomas Jefferson, sendo apresentado pelo famoso pastor batista, John Leland.
John Leland foi então convidado a pregar para o presidente e o Congresso no Capitólio dos Estados Unidos. O tema de sua palestra foi "a separação entre a Igreja e o Estado".
Os batistas tinham sido particularmente perseguidos na Virgínia colonial, como Francis L. Hawks escreveu em História Eclesiástica (1836): "Nenhum dissidente na Virginia experimentou por um tempo tratamento mais severo do que os batistas. Eles eram espancados e presos… A crueldade forçava a criatividade a inventar novas formas de punição e aborrecimento".
Assim, muitos pastores batistas eram perseguidos e seus cultos interrompidos de modo que James Madison introduziu uma lei na Câmara Legislativa da Virginia, em 31 de outubro de 1785,  "Uma Lei para Punir Perturbadores de Culto Religioso", que foi aprovada em 1789.
A Virginia Colonial teve uma lei da Igreja da Inglaterra, ou da "Igreja Anglicana" a partir de 1606 até 1786. A lei exigia que todos fossem membros dessa igreja e todos tinham de pagar impostos para sustentá-la e ninguém poderia ocupar cargos públicos, a menos que fosse um de seus membros.

Diferenças Irreconciliáveis Entre o Islamismo e o Cristianismo

No início da década de 80, três irmãos – todos muçulmanos ativos e devotos, filhos de um líder da fé islâmica – entregaram a vida ao Senhor Jesus Cristo. Em relação à sua conversão,eles escreveriam, mais tarde: "Nós não mudamos de religião. O sangue de Jesus nos salvou [...]. O que ocorreu foi o gracioso ato divino da redenção".
O pai os repudiou. "Poderia ter sido pior" – escreveram eles – "De acordo com a hadith 9.57, nós três deveríamos ter sido mortos". Eles só voltaram a ver o pai dezessete anos depois, em 1999, quatro dias antes da morte dele. E ele morreu muçulmano.
Hoje em dia, Ergun e Emir Caner são professores cristãos de história eclesiástica e teologia, e autores de um lio início da década de 80, três irmãos – todos muçulmanos ativos e devotos, filhos de um líder da fé islâmica – entregaram a vida ao Senhor Jesus Cristo. Em relação à sua conversão, vro extraordinário, intitulado Unveiling Islam (Revelando o Islã, Kregel Publications). O livro está repleto de informações históricas sobre Maomé e a fé islâmica, e esclarece de forma brilhante as diferenças irreconciliáveis entre o cristianismo e o islamismo.

A vida de (1) um francês vale mais que a vida de (10.000) dez mil nigerianos!

Os mortos no ultimo atentado praticado por extremistas muçulmanos na França “abalou” o mundo. Assim pelo menos foi noticiado no ultimo domingo no “fantástico”. Doze pessoas morreram e onze ficaram feridas. Chefes de Estado de vários países se reuniram para protestar contra essa terrível barbárie.
Não estou minimizando o sofrimento dos familiares das vitimas, mas não entendo porque esses mesmos “chefes” de estado estão a tanto tempo calados em relação às barbaridades praticadas por esses mesmos extremistas islâmicos em tantas outras partes do mundo.
Na Nigéria milhares de Cristãos estão sendo perseguidos e mortos por esses grupos e o máximo que vemos e uma nota ou outra falando do assunto nos noticiários.
A vida dos franceses vale mais que a vida dos nigerianos? As fotos retratam a crueldade e a barbaridade cometida inclusive contra crianças, e não vemos nenhuma manifestação por parte desses chefes de estado. A ONU está em “cima do muro” para não dizer completamente omissa ao não denunciar e não cobrar dos países “desenvolvidos” a ajuda necessária para por fim a estes massacres bárbaros promovido por esses grupos.
Manifestantes se reúnem na Praça de la Republique, em Paris, para protestar contra o atentado à sede da publicação (Foto: Christophe Ena/AP)
Esse é um mundo desigual onde por mais que se negue a vida de cidadãos de alguns países vale infinitamente mais do que a vida de habitantes dos países conhecidos ainda como terceiro mundo.

Fica aqui o meu humilde e quase silencioso protesto.

Pr Anselmo Melo


  

8 mulheres com quem um homem cristão não deve casar-se

O artigo da semana passada, “10 homens com quem uma mulher cristã não deve casar-se” viralizou. Mais de 1,2 milhões de pessoas compartilharam o link [N.T.: o link original] até agora – muito provavelmente porque muitos homens e mulheres solteiros estão procurando seriamente por indicações para encontrarem um bom companheiro.
Uma das respostas que obtive foram inúmeros pedidos de indicações semelhantes para os homens que estão procurando uma esposa. Como estou aconselhando vários rapazes atualmente e tenho visto alguns deles se casarem nos últimos anos, não foi difícil esboçar essa lista. Aqui estão algumas mulheres que eu digo a meus filhos espirituais evitarem:
1. A incrédula. No último artigo, eu lembrei as mulheres de que a Bíblia é absolutamente clara nesse ponto: Cristãos não devem se casar com incrédulos. 2 Coríntios 6.14 diz: “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas?”. Fora a decisão de seguir a Cristo, o casamento é a decisão mais importante que você tomará. Não estrague tudo por ignorar o que é óbvio. Você precisa de uma esposa que ame Jesus mais do que te ama. Coloque maturidade espiritual no topo de sua lista de qualidades que deseja em uma esposa.

Eis o Sinal de Jonas

"Deparou o SENHOR um grande peixe, para que tragasse a Jonas; e esteve Jonas três dias e três noites no ventre do peixe. Então, Jonas, do ventre do peixe, orou ao Senhor, seu Deus, e disse: Na minha angústia clamei ao SENHOR, e ele me respondeu; do ventre do abismo, gritei, e tu me ouviste a voz. Pois me lançaste no profundo do coração dos mares, e a corrente das águas me cercou; todas as tuas ondas e as tuas vagas passaram por cima de mim. Então, eu disse: lançado estou de diante dos teus olhos; tornarei, porventura, a ver o teu santo templo? As águas me cercaram até à alma, o abismo me rodeou; e as algas se enrolaram na minha cabeça. Desci até os fundamentos dos montes, desci até a terra, cujos ferrolhos se correram sobre mim, para sempre; contudo, fizeste subir da sepultura a minha vida, ó SENHOR, meu Deus! Quando, dentro de mim, desfalecia a minha alma, eu me lembrei do Senhor; e subiu a ti a minha oração, no teu santo templo. Os que se entregam à idolatria vã abandonam aquele que lhes é misericordioso. Mas, com a voz do agradecimento, eu te oferecerei sacrifício; o que votei pagarei. Ao SENHOR pertence a salvação! Falou, pois, o SENHOR ao peixe, e este vomitou a Jonas na terra" (Jn 1.17-2.10).
Quando os fariseus e escribas pediram um sinal especial ao Senhor Jesus, que O identificasse como Messias, Ele respondeu: "Uma geração má e adúltera pede um sinal; mas nenhum sinal lhe será dado, senão o do profeta Jonas. Porque assim como esteve Jonas três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim o Filho do Homem estará três dias e três noites no coração da terra" (Mt 12.39-40).
Em todos os tempos os indivíduos, a ciência e a medicina fizeram a pergunta: "Como devemos lidar com a morte?" Alguém conseguiu resolver o problema da morte: Jesus Cristo. Ele, que é a própria vida, venceu a morte. Ele diz a toda pessoa: "...porque eu vivo, vós também vivereis" (Jo 14.19).

Uma vista geral da história judaica

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